Se posicionar ou lucrar? Fique com os dois.

Foi-se o tempo em que as empresas podiam visar o lucro a qualquer custo, fazer propagandas enganosas e, ainda assim, manter seus clientes e a boa imagem da marca. Atualmente, em uma época de fácil acesso e disseminação de informações e de pessoas cada vez mais preocupadas com o bem estar de suas comunidades, negócios que querem se manter no mercado precisam agir com ética e com responsabilidade na sociedade e no meio ambiente.

Esse tipo de ação envolve, claro, se posicionar em relação a assuntos que são discutidos no dia-a-dia, incluindo os polêmicos. Um negócio que apoia e defende uma causa está fazendo um bem para a comunidade já que, de forma geral, um negócio tem muito mais visibilidade, recursos e é capaz de pressionar (ou fazer) mudanças do que um indivíduo. E os gestores devem ter esse pensamento na hora de tomar uma posição sobre determinado assunto – de que sua marca está não só tomando parte daquela causa, mas representando pessoas que pensam como ela. É claro que podem (e vão) aparecer pessoas reclamando de certos posicionamentos, mas se a marca está ciente de que está fazendo o certo, ela vai atrair mais clientes do que afastar, e esses clientes darão a ela mais lucros do que se a marca ficar “em cima do muro”.

Alguns números: uma pesquisa feita pela Edelman em 2018 mostrou que 67% das pessoas comprariam pela primeira vez em um negócio exclusivamente porque concordam com ele em um assunto controverso. A pesquisa viu ainda que mais da metade dos entrevistados em uma pesquisa afirmaram que o posicionamento da marca é tão importante quanto as qualidades dos produtos que ela vende.  Finalmente, uma em cada quatro pessoas afirmam que pagam até 25% mais nos produtos de um negócio que tenha valores alinhados com os seus. Ou seja, se posicionar é interessante para as empresas, especialmente para aquelas que atendem ou atenderão um dia quem é das novas gerações, já que 68% dos millennials afirmam que “têm vontade de mudar o mundo” e que confiam em marcas que querem fazer essa mudança junto com eles.

Mesmo com tantas vantagens, por que temos dificuldade em nos posicionar sobre assuntos polêmicos? E como esse medo nos trava de fazer nossas empresas terem uma opinião?

Uma causa é que crescemos ouvindo que futebol, política e religião não são assuntos para serem discutidos, e isso gerou a impressão de que falar sobre esses temas é errado. Além disso, esses temas causam desconforto, já que nem todos terão a mesma opinião que você. Outra possível causa é o medo que temos das críticas e de perder clientes (provavelmente isso irá mesmo acontecer, mas pode ser inclusive algo positivo). Ainda, podemos ter medo de não saber nos posicionar corretamente sobre determinado assunto e isso levar a mais transtornos do que vantagens.

Todos esses medos existem e são válidos, mas como empreendedores somos agentes de mudança. Nossa missão é ser líderes e promover reflexão na nossa comunidade. Se posicionar é estratégia! É a melhor forma de atrair clientes fiéis, que confiam e que sabem que podem contar com você. Ao se posicionar e defender causas importantes, você cumpre seu papel social como um negócio que visa não apenas o lucro, mas a transformação do mundo.

Lembrete: se posicionar não é brigar. Seja ético e consciente. Analise o que você acredita que realmente fará bem à sua comunidade e tenha um plano para que suas ações estejam alinhadas com as causas que você defende.

Como escrever um e-mail Marketing: Veja esse modelo de 6 passos!

Utilizar e-mail para vender é cada vez mais comum. Seja para fazer lançamentos, seja para aumentar a venda de produtos e serviços, e-mails têm dado excelentes resultados! Mas, para vender, é preciso não só ter uma boa base de clientes (leads) cadastrada, como também é necessário escrever um e-mail que chame a atenção, convença e leve o cliente a comprar de você – e, quanto antes, melhor!

Para te ajudar nisso, aqui está um modelo de e-mail para que você faça suas vendas! Aconselho que você use esse passo-a-passo e teste pequenas variações. Você vai ver que você vai ter mais resultados ao enviar suas mensagens!

Passo 1: Na hora de escrever um e-mail, a primeira (e talvez uma das mais importantes) coisas que você vai precisar é de um assunto. O assunto precisa ser uma frase curta, simples, fácil, mas que o leitor pare e pense: “eu preciso clicar para ler o que tem aqui dentro”. Escreva várias opções de assunto e escolha aquele que for melhor. Tire da quantidade, a qualidade.

Passo 2: No início do e-mail em si, aconselho você colocar uma ou duas frases que reforcem o impacto do seu assunto, que despertem a curiosidade do leitor a continuar lendo seu texto. Por exemplo, se o seu assunto foi “Venda 3 vezes mais com a metade dos funcionários”, o início do seu texto pode ser algo como: “Utilize a plataforma que empresas como X, Y e Z já estão usando e tenha também mais vendas com a metade da sua capacidade de produção”.

Passo 3: Depois dessas frases, vem o corpo do texto em si. O primeiro e segundo parágrafos do seu texto são essenciais para que seu cliente continue lendo o e-mail. Use sempre frases simples, curtas, fáceis de ler. Deixe a leitura fluida. Não coloque palavras técnicas. É importante que, nesses primeiros parágrafos, você escreva uma sequência do que você prometeu no seu assunto. Se coloque no lugar do seu cliente e continue se comunicando com ele. Mostre os problemas que ele está passando e a solução que você pode oferecer a ele. Use esses primeiros parágrafos para despertar a emoção do seu cliente e, ao mesmo tempo, mostrar os benefícios de ter o seu produto.

Passo 4: Até agora seu principal objetivo foi captar a atenção do cliente. Agora que ele está envolvido, é a hora de você provar os benefícios do seu produto. Se o cliente já estiver conectado emocionalmente com você, ele quer motivos reais para comprar seu produto, e você é o responsável por falar isso a ele. Mostre os resultados que outras pessoas já tiveram com seu produto, quanto ele vai perder se não comprar de você e faça o cliente se imaginar usando o produto.

Passo 5: Depois de apresentar os benefícios do produto, a transformação e o que o cliente irá obter se comprar de você, chegou a hora de oferecer o produto. Nesse momento, é importante que o cliente se sinta seguro em comprar de você. Por exemplo, se você está vendendo um curso, fale que o cliente pode ter todo o dinheiro de volta se não gostar. Se você está vendendo uma roupa, escreva que o cliente pode trocar quantas vezes quiser, com o frete por sua conta, se não tiver servido ou não tiver gostado. Especialmente em compras online, as pessoas ainda têm medo.

Passo 6: Finalmente, faça a chamada para ação, que é o nosso último elemento do e-mail. Aqui você vai escrever o que você quer que o cliente faça depois de ler todo seu texto. Se você estiver escrevendo um email e o cliente precisa clicar em um link para comprar, coloque um botão falando que, ao clicar, ele vai comprar. Se você quer que ele te mande uma mensagem pelo whatsapp, coloque um botão com o link para seu whatsapp. Se você estiver escrevendo uma landing page, escreva: “clique no link e seja direcionado para a página de venda”. Seja específico. Não escreva algo como: “Entre no site e saiba mais”. Esse tipo de texto é extremamente amplo e deixa o cliente perdido. Aqui é a hora de você fechar a venda. Se for colocar o link para o seu site, coloque um link que seja fácil de o cliente fechar a compra, ou seja, não coloque um link para uma área “geral” do seu site.

Veja que, seguindo esses passos, seu email vai ter uma lógica vai levar o cliente a fazer a ação. Essa estrutura parece um funil: você começa chamando a atenção, depois mostra os benefícios do seu produto, desperta a emoção do cliente, prova esses benefícios, oferece o produto e pede a ação. É importante prestar atenção em cada frase colocada em cada um desses blocos. Não perca de vista o objetivo de cada etapa: no bloco de despertar a emoção, foque nisso (e não em apresentar o produto, por exemplo). No bloco de pedir um clique, foque nisso (e não volte a falar dos problemas que seu cliente pode estar passando).

Quer saber mais sobre como escrever textos que vendem, inclusive conhecer novos modelos? No Comunica, que é o curso de Copywriting da Sempreende, eu falo sobre modelos de textos de vendas, como escrever títulos que chamam a atenção e dou detalhes sobre como escrever da melhor forma possível cada um desses blocos. Para se inscrever, basta clicar aqui!

Quer vender mais com seus posts? Siga esse modelo de texto!

Escrever um post que convence seu público a comprar de você nem sempre é tarefa simples. Muitas vezes você quebra a cabeça, passa horas tentando escrever alguma coisa, acha que está bom e, quando posta, o resultado é triste: poucos cliques, pouco engajamento, pouca venda. Acontece que ninguém nos ensinou a escrever para vender. Você sabe escrever, é claro, mas parece que o que você escreve não toca o cliente.

O primeiro resultado disso é a frustração. Você escreve um texto esperando que as pessoas leiam e gostem. E, quando ninguém parece se importar com o que escrevemos, parece que o resultado foi em vão. Outro resultado é o prejuízo. Quando a gente tem um negócio e usa os posts do Instagram para vender, e ninguém compra por causa do post, temos um dia de vendas baixas, e o impacto disso é, obviamente, horrível.

Para escrever textos que vendem, ninguém precisa ter nascido com um dom especial. Tenho alunos de várias profissões – dentistas, advogados, psicólogos – e a maioria deles, quando vão fazer posts para alguém que não é da mesma área, têm uma dificuldade enorme na comunicação. Geralmente eles usam palavras técnicas, que para eles são básicas e fáceis, mas que o cliente não entende. Sem falar na estrutura do texto em si: muitos fazem posts mostrando o produto e não necessariamente as vantagens que o cliente vai ter ao utilizá-lo. Por exemplo: se estão vendendo um relógio, falam do material que ele é feito, e não da durabilidade que aquele material é responsável por fazer.

Acontece que existem técnicas para escrever textos. Assim como existem técnicas para vender, técnicas para prescrever um remédio, ou técnicas para construir uma casa. No caso de textos que vendem, chamamos de copywriting. Não é necessário ser formado em publicidade ou em marketing para ser capaz de escrever bons textos que vendem. Quem conhece e treina essas técnicas (por exemplo, para chamar a atenção, para mostrar um problema ou para contar uma história) consegue escrever textos que são verdadeiros vendedores – e aí, literalmente, vendem com seus posts no Instagram ou em qualquer outro lugar. Perceba que textos que vendem são aqueles que prendem a leitura, que te atraem, convenecem e fazem você ver que aquela ideia (ou produto) realmente é boa.

Por exemplo, esse texto aqui foi escrito usando o modelo PASTOR, que é um modelo de texto que vende. PASTOR é o acrônimo de: Problema, Amplificação, Story (história), Transformação, Oferta e Resposta. No primeiro parágrafo, eu falei sobre um problema que você deve ter. No segundo, falei que esse problema realmente é sério. No terceiro parágrafo, contei uma história dos meus alunos. No quarto, falei sobre a transformação de conhecer copywriting. Nesse parágrafo aqui estou mostrando uma oferta (que, nesse caso, é simplesmente mostrar o modelo PASTOR). No parágrafo seguinte, caso eu continue usando esse modelo, eu pediria para você fazer alguma coisa.

Veja que é um modelo que faz muito sentido e que, se você chegou até aqui, ele realmente te chamou a atenção e, pelo menos para você, funcionou. Seguir uma estrutura assim é muito mais interessante do que simplesmente começar um texto sem pensar no que vai em cada parágrafo. É mais interessante fazer um texto usando um modelo que já funcionou, e que tem grandes chances de funcionar novamente.

Há várias outras técnicas para escrever textos que vendem, ou seja, de copywriting. Esse foi um exemplo simples de estrutura para você fazer um post, ou um anúncio, ou um e-mail, que leva seu leitor a fazer o que você pede.

No Comunica, que é o curso de Copywriting da Sempreende, eu falo sobre várias outras técnicas. É o tipo de curso que você precisa fazer caso queira aumentar o interesse do seu público pelos seus textos, aumentar seu engajamento e, mais importante, aumentar suas vendas. Se inscreva clicando aqui!

6 passos para fazer uma análise SWOT que realmente vai te ajudar a tomar boas decisões (com exemplos!)

A análise SWOT (ou matriz SWOT) é uma ferramenta que serve para avaliar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de um negócio. Com essa análise em mãos, fica mais fácil para o gestor tomar decisões como onde investir, onde economizar, quais produtos vender, como anunciar e coisas do tipo.

A análise SWOT é relativamente simples de entender (mas não tão fácil de fazer, já que depende de muito conhecimento do negócio e do mercado), e que ajuda muito nas decisões futuras do negócio.

Primeiro passo: Liste as oportunidades e ameaças.

Quando se fala em “oportunidades” e “ameaças” na matriz SWOT, estamos falando do ambiente externo, ou seja, são coisas que estão fora da empresa e que ela não tem controle. Para identifica-las, é preciso estar atento a notícias, tendências, mudanças nas leis. Um conselho que eu sempre dou é ativar os alertas do Google (alerts.google.com) para que você fique sempre atualizado sobre notícias da sua área.

É claro que cada empresa vai identificar oportunidades e ameaças diferentes. Mas aqui estão alguns exemplos de oportunidades ou ameaças que poderiam estar em uma matriz SWOT:

– Pessoas comendo mais fora de casa;

– Casais tendo menos filhos;

– Viagens internacionais ficando mais caras;

– Construção de uma nova indústria na cidade;

– Aumento no número de empresas de economia compartilhada;

– Empresas utilizando cada vez mais o home office;

– Punição mais pesada a quem maltrata animais;

– Aumento no número de casamentos entre homossexuais;

– Tecnologia de reconhecimento facial ficando mais acessível;

– Leis mais rígidas para quem trabalha com a construção civil.

Observe que as oportunidades listadas são relativas ao ambiente externo. Assim, o que é “oportunidade” para uma empresa pode ser “ameaça” para outra. Por exemplo, “viagens internacionais ficando mais caras” pode ser uma oportunidade para quem vende pacotes de viagens nacionais, mas pode ser uma ameaça para quem trabalha com viagens internacionais. Da mesma forma, “leis mais rígidas para quem trabalha com a construção civil” pode ser ótimo para quem vende equipamentos de proteção individual, por exemplo, mas péssimo para construtoras, que precisam se adaptar às novas regras.

Assim, nesse primeiro passo, liste, em lugares separados, todas as ameaças e todas as oportunidades que seu negócio pode enfrentar.

Segundo passo: Liste as forças e fraquezas

Quando se fala em forças e fraquezas na análise SWOT, estamos falando da empresa em si, e não do que vem de fora. Para determinar o que são forças e fraquezas, é preciso conhecer bem o negócio, o mercado, os clientes e os concorrentes. Alguns exemplos de forças e fraquezas podem ser:

– Reputação da empresa;

– Participação no mercado;

– Capacidade de retenção do cliente;

– Número de seguidores no Instagram;

– Estabilidade financeira;

– Capacidade técnica dos funcionários;

– Capacidade de inovação;

– Capacidade de entrar em novos mercados;

– Organização financeira;

– Força (ou fraqueza) da marca;

Agora, nesse segundo passo, assim como você fez com as oportunidades e ameaças, liste (em lugares distintos) todas as forças e todas as fraquezas do seu negócio.

Terceiro passo: Analise suas oportunidades

Você vai ver, na sua lista de oportunidades, que há oportunidades mais fáceis de serem exploradas, outras mais difíceis. Algumas mais atrativas para você, outras menos atrativas. Agora você vai fazer a análise de cada oportunidade, dando uma nota (de 1 a 5) para cada uma delas em termos de: “facilidade de ser explorada” e “atratividade”.

Por exemplo, se for fácil para você criar um produto relacionado a “casais tendo menos filhos”, mas esse produto não vai dar muito lucro, você vai dar nota 5 para “facilidade de ser explorada” e nota 2 para “atratividade”. Assim, a nota final de “casais tendo menos filhos” será 7 (a soma de “facilidade de ser explorada” e “atratividade”).

Faça isso para todas as oportunidades listadas e você terá aquelas oportunidades com mais chances de sucesso de serem exploradas.

Quarto passo: Analise suas ameaças

Da mesma forma que você deu notas para as oportunidades, é a hora de analisar as ameaças. Para as ameaças, você vai dar nota de 1 a 5 para “probabilidade de ocorrência” (1 para “poucas chances de acontecer” e 5 para “grandes chances de acontecer”) e para “gravidade” (1 para “se acontecer, não tem muito problema” e 5 para “se acontecer, é um grande problema”).

Por exemplo, se “leis mais rígidas para a construção civil” tiver grandes chances de acontecer e, se acontecer, pode ser extremamente grave para seu negócio, você dá nota 5 para os dois quesitos, e a nota final dessa ameaça passa a ser 10. Veja que essa seria uma ameaça que você deve se preocupar muito.

Ao fazer essas análises, tanto de oportunidades quanto de ameaças, você consegue determinar o que é mais importante para você prestar atenção, ao invés de ficar com uma lista enorme de oportunidades e ameaças, sem saber o que fazer com elas.

Quinto passo: Analise suas forças e fraquezas

Agora é hora de analisar quão forte são suas forças e quão fracas são suas fraquezas, ou seja, analisar suas intensidades! Dê uma nota, de 1 a 5, para cada força e fraqueza. Se a força for muito grande, a nota é 5. Se for uma pequena força, a nota é 1. Com a fraqueza é a mesma coisa: se ela for muito grande, a nota é 5. Se não, a nota vai ser mais perto de 1.

Depois de dar a nota relativa à intensidade das forças e fraquezas, dê notas também para suas importâncias. Se for uma força muito importante para o negócio, a nota será 5. Se for uma força não muito importante, a nota será 1.

Por exemplo, imagine que um restaurante tenha como força um método de pagamento via celular, que é muito rápido, moderno e seguro. Porém as pessoas que vão nesse restaurante pagam quase sempre com dinheiro, ou seja, são poucos os clientes que utilizam esse outro método de pagamento. Assim, a “intensidade” dessa força teria nota 5, enquanto a “importância” para o negócio teria nota 1.

Quando você terminar de dar essas notas, você vai saber o que seu negócio tem de melhor – e é mais importante para ele – e o que ele tem de não tão bom, e vai entender o que pode causar problemas para sua empresa.

Ao terminar de dar as notas para suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, você vai ter um ótimo panorama do seu negócio e já vai conseguir tomar boas decisões. Com essa análise, você passa a ver o que realmente interessa de forma racional, e vê que, às vezes, uma ameaça que vive te preocupando pode não ser tão grave assim. Dessa forma, você concentra a energia no que realmente importa.

Sexto passo: faça a matriz cruzada

Para levar sua matriz SWOT ao maior potencial que ela pode atingir, você deve fazer o cruzamento dos campos, ou seja, fazer a matriz swot cruzada! Com ela você consegue enxergar muito bem caminhos para traçar uma estratégia do seu negócio, que podem ser relacionadas a atacar, confrontar, defender ou reforçar. Funciona assim:

Relacione seus pontos fortes com as oportunidades. Esse será o caminho para sua estratégia ofensiva. Identifique o que você tem de melhor, veja quais oportunidades você pode aproveitar com essas suas forças e faça a oportunidade acontecer!

Quando você relaciona seus pontos fortes com suas ameaças, você tem a estratégia de confronto. Ou seja, você vai identificar e traçar planos para como seus pontos fortes poderão impedir que as ameaças atrapalhem o seu negócio.

Ao relacionar os pontos fracos com as oportunidades, você cria as estratégias de reforço. De forma geral, você vê quais são as oportunidades que você está perdendo por não ter capacidade de explorá-las e, se verificar que vale a pena investir nelas, você faz planos para neutralizar esses pontos fracos ou mesmo fazer que eles se tornem forças.

Finalmente, quando você relacionar os pontos fracos com as ameaças, você tem as estratégias de defesa. São aqueles pontos críticos do seu negócio, aqueles que você precisa analisar com cuidado se vale a pena investir para enfrentar as ameaças ou se é mais interessante tomar outras ações, como até mesmo sair de determinado mercado.

Perceba que uma matriz SWOT vai muito além de listar pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças. Muita gente nem faz essa análise porque pensa que “já sabe tudo que estaria escrito nela”. Acontece que a análise SWOT, feita de forma correta (e isso pouca gente faz) é extremamente útil para te ajudar nas decisões do seu negócio. Ela te ajuda a definir até mesmo se vale a pena você continuar no seu negócio ou não!

Por isso, aconselho que você faça cada um desses passos com calma. O importante não é a matriz pronta, mas os resultados e estratégias que surgem a partir dela. Se você nunca fez uma matriz assim, você vai ver que, quando colocar tudo no papel, a forma de ver seu negócio vai mudar completamente!

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Como agendar posts no Instagram usando o Estúdio de Criação

Agendar posts no Instagram é algo extremamente simples de ser feito e que ajuda muito qualquer pessoa que tenha um perfil a economizar tempo para fazer outras atividades. Atualmente existem várias ferramentas para agendar posts, sendo algumas pagas e outras grátis. Nesse texto eu vou ensinar como agendar posts no Instagram usando o Estúdio de Criação do Facebook, que é uma plataforma gratuita, ou seja, você não vai precisar gastar nada para fazer o agendamento das suas postagens.

Antes de começar, lembro a você que o Estúdio de Criação funciona para agendar posts no feed (fotos, vídeos ou carrossel) e IGTV. Ou seja, não é possível agendar Stories com ele. Além disso, ele funciona apenas para contas comerciais do Instagram que tenham uma página do Facebook vinculada.

Aqui estão os 8 passos para agendar os posts:

Passo 1: A primeira coisa que você deve fazer é entrar no Estúdio de Criação e fazer o login. O link é: http://facebook.com/creatorstudio/. É possível fazer o processo pelo celular, mas recomendo muito que você use o computador para isso, já que é mais fácil de fazer tudo em uma tela maior.Passo 2: Dentro do Estúdio de Criação, clique no ícone do Instagram que fica na parte superior da tela.

Passo 3: Na barra lateral do lado esquerdo, clique em “Criar publicação” e, em seguida, escolha se você quer agendar um post para o Feed (pode ser arte simples, vídeo ou carrossel) ou para o IGTV. Nesse caso, vou escolher Feed do Instagram, mas o processo para agendar IGTV é basicamente o mesmo.

Passo 4: Caso você administre mais de uma conta, escolha para qual conta você quer fazer o agendamento.

Passo 5: Escreva a legenda do seu post. Se você quiser adicionar uma localização, você pode fazer isso nessa tela.

Passo 6: Clique em “+ Adicionar conteúdo” e, em seguida, clique e “Do carregamento de arquivos” para adicionar as imagens ou vídeos que você quer fazer o agendamento. Essas imagens ou vídeos devem estar no seu computador.

Passo 7: Depois de ter escrito a legenda e adicionado as imagens, clique na setinha que fica ao lado do botão “Publicar” e, em seguida, clique em “Programar”.

Passo 8: Escolha a data que você quer que seu post seja publicado e clique em “Programar”.

Pronto! Assim que você fizer isso, seu post estará agendado e você não precisará fazer mais nada! Na data e na hora que você programou o seu post irá ser publicado no seu Instagram. Recomendo sempre que você tenha um “estoque de posts” e já deixe eles agendados. Assim, você tem consistência nas redes sociais – ou seja, não deixa de postar por vários dias seguidos – sem ter o trabalho de, todos os dias, ter que criar um post, entrar no Instagram e fazer a postagem.

Não fique para trás: Descubra o momento certo de inovar no seu produto!

Todo produto ou serviço tem um ciclo de vida, ou seja, eles surgem e, com o passar do tempo, desaparecem. Preste atenção nas marcas que você consome: mesmo os produtos fabricados há décadas passam por mudanças, seja na embalagem, seja na fórmula, para se adaptar aos novos desejos dos consumidores.

O Leite Moça, por exemplo, começou a ser fabricado em 1921 e passou por várias mudanças de embalagem para se adaptar aos tempos mais moderno. Além disso, houve extensões do produto, como a produção de picolés, sorvetes e iogurtes com a marca.

De forma geral, todo produto passa por quatro fases: introdução, crescimento, maturidade e declínio. A introdução é quando o produto está sendo apresentado ao mercado. Poucas pessoas o conhecem, o crescimento é lento e pode ser necessária muita propaganda para que ele atinga um número razoável de pessoas. Geralmente, na “introdução”, a empresa não tem lucro, já que está investindo em ser conhecida. Aqui você precisa avaliar se vale a pena continuar investindo no produto ou se já é o momento de fazer as primeiras mudanças para atingir a próxima fase.

A fase de crescimento é quando o produto passa a ser aceito pelo mercado. Se você criou um produto que as pessoas estejam dispostas a comprar e fez a correta comunicação dele, você passa pela fase de “introdução” e vem para a fase de “crescimento”. É claro que nem todo produto chega aqui. Porém, se chegou, ele vai ver que o as pessoas que já usam o produto vão indicar para seus amigos, o número de concorrentes também vai aumentar (atraídos pela oportunidade) e o preço tende a cair. Se você não foi a pessoa ou marca que criou o produto, essa fase pode ser um bom momento para você entrar, já que pode aprender com os pioneiros e ainda se aproveitar do crescimento do mercado.

A fase seguinte é o estágio da maturidade. Esse, geralmente, é o estágio que vai durar mais tempo. As vendas estão desaceleradas e as empresas começam a se posicionar em nichos para manter seus lucros e conseguir atender bem seus clientes. Aqui é um momento crucial para fazer modificações no produto, com o objetivo de atrair novos clientes (que talvez ainda não haviam comprado) ou fazer que os clientes antigos comprem novamente. Produtos que estão no estágio de maturidade e não fazem nada diferente tendem a sumir do mercado. Observe que a mudança não precisa ser no produto em si mas, por exemplo, na embalagem (novos tamanhos ou formas de distribuição (imagine algo que só era servido em restaurantes e passou a ser servido na casa das pessoas, como o chopp).

Caso o produto não inove a ponto de satisfazer os novos desejos dos consumidores, ele fatalmente entrará na fase de declínio, que é quando as vendas caem e, se nada é feito, o produto desaparece. Aqui é preciso ter calma para analisar a melhor solução a se tomar. Uma solução óbvia pode ser a rápida saída do mercado, para ter o menor prejuízo possível. Por outro lado, imagine uma empresa que seja forte no mercado e que seus produtos entrem na fase de declínio, como, por exemplo, a Lego.

Nos anos 90, a Lego era extremamente forte na área de brinquedos, mas começou a ver suas vendas despencarem devido, principalmente, a outras opções de diversão para crianças, como jogos digitais. Ela poderia ficar parada e ver sua marca ruir, mas fez parcerias com outras marcas como Star Wars e lançou produtos diferentes dos habituais, além de investir fortemente na área de educação. Depois de uma certa dificuldade, a Lego, hoje, mantém sua marca extremamente forte e seus brinquedos são desejados por crianças, adultos e professores.

Exemplos de empresas que entraram na fase de declínio e não fizeram nada (ou fizeram tardiamente) são vários, como a Kodak (que já foi líder na área de fotografia) e a Blockbuster (que já foi líder em locação de filmes). Por isso, é importante que a empresa identifique que está na fase de declínio e não se apegue a produtos ou serviços que já deram lucro um dia.

O ideal é fazer diferente antes de entrar na fase de declínio, porque pode-se tomar decisões precipitadas ou cometer erros, como se apegar ao passado. Várias empresas de sucesso têm como característica “matar” seus produtos antigos, mesmo que ainda estejam dando lucro, para colocar novos produtos no mercado e manter seus lucros. Veja, por exemplo, a Apple, que colocou fim nos iPods (que fizeram enorme sucesso) para promover o iPhone.

Analise sempre o mercado. Veja em qual fase seu produto está. Veja o que pode ser feito para que, depois da maturidade, venha uma nova fase de crescimento, e não uma fase de declínio.

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Como acelerar um vídeo de forma fácil usando somente o celular

A dica de hoje é rápida, fácil e dá um efeito super legal nos seus vídeos! Às vezes gravamos alguma coisa com o celular (a montagem de alguma coisa, o preparo de uma comida ou algo assim) e o vídeo acaba ficando muito longo para ser postado. E aí ele não cabe nos poucos segundos que os stories ou feed nos permitem postar. O que fazer nessa situação?

Uma opção é acelerar o vídeo! E você pode se perguntar: qual app usar para acelerar vídeos? Eu recomendo o InShot. Ele tem uma versão gratuita, é super simples de mexer e dá para fazer ótimos vídeos com as imagens passando rapidamente.

Aqui estão 8 passos para que você consiga acelerar seus vídeos usando o InShot:

Passo 1: Baixe o app

Clique aqui para baixar pelo Google Play, e aqui para baixar pela Apple Store
Baixe e abra o app para começarmos.

Passo 2: Clique em Vídeo

Passo 3: Clique em “Novo”

Passo 4: Selecione o vídeo que você quer acelerar

Passo 5: Role a barra de ferramentas para a esquerda e clique em “Velocidade”

Passo 6: Selecione a velocidade que você quiser.

Por exemplo, se você colocar “2”, o vídeo ficará 2 vezes mais rápido (se tinha 30 segundos, vai passar a ter 15).

Se você quiser diminuir a velocidade do vídeo, o processo é o mesmo! Basta você selecionar uma velocidade menor do que 1.

Passo 7: Clique no v

Passo 8: Salve o vídeo e pronto!

O vídeo estará no rolo da sua câmera!

Como acelerar somente parte de um vídeo?

Em algumas situações, não queremos acelerar o vídeo todo, mas apenas uma parte dele. Para acelerar só uma parte do vídeo usando o InShot também é muito fácil. Basta seguir os passos abaixo:

Para começar: Abra o Inshot e o vídeo que você queira acelerar uma parte Para fazer isso, é só seguir os passos de 1 a 4 que mostrei ali em cima.

E-book: Dicas

para vender mais!

Você quer aprender dicas rápidas e práticas de como vender mais?

É só baixar o nosso e-book! É de graça!

Passo 2 (para acelerar somente parte de um vídeo): Coloque o vídeo no momento que você quer COMEÇAR a acelerar

Passo 3: Clique em “Dividir”

Passo 4: Role a barra do vídeo até o final da parte que você quer acelerar

Passo 5: Clique, novamente, em “dividir”

Quando você fizer isso, você vai ver, nessa barra do vídeo, que seu vídeo estará dividido em três partes.

Passo 6: Clique em cima da parte do vídeo que você quer acelerar (no meu caso, é a parte do meio do vídeo)

Passo 7: Com somente uma parte do vídeo selecionada, basta clicar em “Velocidade” e acelerar esse trecho na velocidade que você quiser. É só seguir os passos de 5 a 8 que falei lá em cima!

Gostou da dica? Seus vídeos ficaram muito mais atraentes com a velocidade diferente? Conta pra mim nos comentários!

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5 dicas para fazer ótimas pesquisas de mercado usando questionários

Questionários podem ser úteis para fazer pesquisas de mercado. Você pode usar questionários para saber mais sobre o comportamento do consumidor, hábitos de compras ou para fazer pesquisas de satisfação, por exemplo.

Acontece que muita gente acaba criando questionários de forma errada e as respostas que obtêm não servem para nada. Pior ainda, às vezes são respostas erradas e, utilizá-las para tomar decisões pode fazer que o negócio tenha sérios prejuízos.

Por exemplo, um questionário que mostra várias qualidades de um produto e, em seguida, pergunta: “Você compraria esse produto?”. A chance de a pessoa responder que “Sim” é muito grande, já que acabou de ler vários benefícios do produto. Mas, na “vida real”, pode ser que ela não queira comprar.

Aqui estão cinco dicas para você fazer pesquisas de mercado usando questionários que vão te dar boas respostas:

1. Utilize uma boa ferramenta

Muitas vezes, antes de criar um questionário, a pergunta que vem à cabeça é: “onde posso criar um questionário?”. É claro que isso vai depender do tipo de pergunta, e até do tipo de análise que você pretende fazer com seu questionário.

Uma das ferramentas mais populares para a criação de questionários é o Google Forms. Ele é de graça e ele permite vários tipos de perguntas (por exemplo, questões abertas, de múltipla escolha ou de escala).

Outra ferramenta que gosto muito é o TypeForm. Assim como o Google Forms, ele também permite vários tipos de perguntas e tem um visual bem mais bonito que a solução do Google. O problema é que a versão gratuita permite apenas 10 perguntas. Para mais questões, é preciso pagar.

Se você quer uma solução mais profissional, que permite funções como adicionar arquivos, mostrar imagens ao respondente, fazer vários formulários e apresentá-los de forma aleatória, recomendo o SurveyMonkey. Sem dúvida, ele é bem mais completo que as ferramentas anteriores sendo, inclusive, bastante utilizado em pesquisas científicas. Apesar de ser pago, ele tem uma versão gratuita de teste (com algumas limitações).

2. Coloque as perguntas mais importantes primeiro

No início do questionário, as pessoas estão com mais energia e mais animadas a respondê-lo. Por isso, é importante aproveitar esse momento para fazer as perguntas mais importantes e que requerem que o respondente “pense mais”. Ou seja, coloque o que você realmente quer saber logo no início do questionário, que é a hora que o respondente mais dará atenção a ele.

Deixe para o final do questionário aquelas perguntas que o respondente não precisa pensar muito, como idade, gênero e local onde mora.

3. Seu respondente não precisa se identificar

Pedir para o respondente se identificar (especialmente no início do questionário) pode ser um erro. Muitas pessoas mentem nos questionários simplesmente pelo fato de ele não ser anônimo. Um exemplo simples: quando perguntados sobre a renda, muitas pessoas de baixa renda falam que ganham mais (porque têm vergonha de falar que ganham pouco) e muitas pessoas de alta renda falam que ganham menos (porque têm vergonha de admitir que ganham tanto). Quando se identificam, esse efeito pode ser ainda maior.

Em caso de perguntas íntimas (por exemplo: “você toma algum remédio controlado?” ou “quantas vezes você faz sexo por semana?”), pode ser que a pessoa simplesmente não responda porque não quer que o dono da pesquisa saiba que ela tem aquele comportamento, e isso pode acabar invalidando o questionário. Então, reflita se realmente é necessário que seu respondente forneça nome, email ou telefone no seu questionário. Se for realmente necessário, recomendo que coloque essas perguntas no final de tudo.

4. Cuidado com as opções das perguntas fechadas

Imagine que você queira saber o tipo de trabalho do seu respondente. Então, ao invés de deixar uma pergunta aberta (que, convenhamos, dá mais trabalho na hora de analisar), você coloca uma questão de múltipla escolha e escreve as opções: “Funcionário”; “Proprietário de um negócio”; e “Estudante”. E aí, vamos imaginar que o trabalho do seu respondente não se enquadra em nenhuma dessas opções (digamos que ele esteja “desempregado” e você esqueceu de colocar essa opção lá). Acaba que o próprio questionário induz a uma resposta errada, já que não vai ter a opção correta para a pessoa marcar.

Assim, quando a pergunta for fechada desse jeito, recomendo sempre que se coloque todas as opções possíveis de resposta. Isso é mais fácil de fazer quando a pergunta envolve números (por exemplo, “abaixo de 18 anos”; “entre 18 e 30 anos”; “acima de 30 anos”). No caso de texto, aconselho que, pelo menos, adicione uma opção “outros”.

5. Faça sempre só uma pergunta de cada vez

Às vezes fazemos, sem querer, duas perguntas, e deixamos espaço no questionário para que a pessoa responda só uma, o que gera dúvidas e, de novo, respostas erradas. Por exemplo, a questão: “Quantas vezes você escova os dentes e usa fio dental por dia?” é uma pergunta que pode levar o respondente a achar que são duas perguntas diferentes. A pergunta quer saber quantas vezes eu escovo os dentes? Ou quantas vezes eu uso fio dental? Ou quantas vezes eu uso os dois, um logo após o outro?

Veja que uma simples questão mal formulada leva a várias dúvidas. E, quando o respondente tem dúvidas demais, ou seja, precisa se esforçar muito para responder um questionário, ele o acaba deixando de lado. Assim, seja sempre o mais simples possível com suas perguntas.

Questionários são uma boa forma de conhecer o cliente mas é preciso tomar muito cuidado para que não haja erros, caso contrário, o questionário pode não servir para nada. Ao contrário de entrevistas presenciais, você não tem a oportunidade de tirar dúvidas das pessoas que estejam respondendo um questionário. Por isso, as perguntas devem ser extremamente claras, de modo que o respondente consiga ler e saber o que está sendo perguntado sozinho. Por isso, mais duas dicas extras: tome cuidado com palavras que seu público não entenda. Às vezes a palavra pode ser super conhecida para você, mas ter um significado que o respondente não conheça. E, a segunda dica: se achar necessário, antes de enviar o questionário para muita gente, faça um teste com poucas pessoas para verificar se está tudo claro e sem erros.

Como fazer repost no Instagram

Nesse texto, vou te ensinar como fazer repost no Instagram. Se você não sabe o que é repost, eu explico. Repost é quando você copia a imagem (e, se quiser, a legenda) do post que alguém fez e coloca na sua conta. Fazer reposts no Instagram é uma boa forma de você movimentar seu perfil sem precisar criar conteúdo próprio. É claro que ter um perfil só de reposts pode não ser tão interessante para seus seguidores, afinal, as pessoas gostam de ver conteúdos próprios. Por isso, recomendo que você tenha não um perfil somente com reposts.

Outro cuidado a ter na hora de fazer um repost é sempre colocar a fonte, ou seja, indicar de onde você tirou o conteúdo. Provavelmente outra pessoa teve o trabalho de criar uma imagem ou um texto e o mínimo que devemos fazer é dar créditos a essa pessoa.

Agora que você já sabe o que é um repost, vou te mostrar como fazer um repost no Instagram em 14 passos.

Passo 1: Baixe um app que faça repost.

Há vários aplicativos de repost e todos eles funcionam de forma muito semelhante. Nesse passo-a-passo, usei o Repost for Instagram Instasave (clique aqui para baixar).

Atenção! Agora você só precisa baixar o app. Não precisa entrar nele por enquanto!

Passo 2: Entre PELO INSTAGRAM no post que você quer repostar

Abra seu Instagram e vá até a imagem do post que você quer repostar no seu perfil.

Passo 3: Clique no … que tem acima da imagem do post

Passo 4: Clique em “Copiar link”

Passo 5: Abra o Repost. Você vai ver que o post já vai aparecer lá!

Passo 6: Clique em cima do post que foi copiado para o Repost

Passo 7: Clique em Repost

Passo 8: Clique em “Copy Caption & Open Instagram”

Passo 9: Seu Instagram será aberto. Escolha se você quer repostar a imagem no seu story ou no feed

Nesse exemplo, vamos repostar no feed. Então, clique em “feed”

Passo 10: A partir de agora, é só você postar normalmente! Clique em “avançar”

Passo 11: Nessa próxima tela, se quiser escolha um filtro e clique, novamente, em “avançar”

Passo 12: Clique em “Escreva uma legenda” e marque “Colar”

Quando você “colar”, a legenda do post original será colada no local da sua legenda. Você pode fazer isso e deixar a legenda original, editar essa legenda ou, ainda, escrever a legenda que você escolher.

Passo 13: Depois de ter colocado ou editado a legenda, clique em “OK”

Passo 14: Clique em “Compartilhar” e a imagem estará repostada!

Apesar de serem muitos passos, é um processo simples! A maioria das pessoas trava na hora de copiar o link do post no Instagram e abrir novamente o Repost. Agora que você já sabe repostar, que tal treinar com um post da Sempreende no seu feed? 😉

Delivery: Muitos restaurantes fazem errado

O delivery é, sem dúvida, uma boa alternativa para restaurantes nesse momento de pandemia. Mesmo nas cidades em que já é permitido o funcionamento do comércio, muita gente ainda não quer sair de casa e acaba pedindo comidas e bebidas para serem entregues em suas casas.

Acontece que a operação do delivery é complexa. Para o dono do restaurante, não basta simplesmente se cadastrar em um aplicativo tipo iFood, colocar a comida em uma embalagem qualquer e despachar. Entre outras coisas, é preciso ter atenção com a embalagem (por exemplo, se ela não se desmanchar ou misturar a comida enquanto estiver sendo transportada), apresentação e o próprio cardápio (há pratos que, definitivamente, não foram feitos para suportar a mochila de um motoboy).

Apesar disso, muitos donos de restaurantes não se preparam o mínimo para fazer as entregas e acabam errando feio com vários pedidos por delivery. Os erros mais comuns são demora na entrega do pedido, troca de pacotes entre clientes e a comida chegar bagunçada na embalagem. Isso, por si só, já faz que o restaurante “perca uns pontos” na mente do cliente, mas aí vem o segundo erro: os negócios não sabem lidar com reclamações de clientes do delivery.

Quando ouvem uma reclamação, geralmente a primeira reação é a negação: “isso não aconteceu”, e pede para o cliente mandar uma foto para provar o erro. Constatada a falha, a próxima reação é a terceirização da culpa: “saiu daqui em perfeito estado, o motoqueiro é que não teve cuidado. Esse motoqueiro não é meu”. 

Caro dono de restaurante: se a comida não chegou da forma que deveria, a culpa é sua por não fazer uma embalagem adequada, e não do motoqueiro. O mundo todo sabe que comidas balançam em qualquer moto. O mínimo que você deve fazer é ter uma embalagem resistente. Claro, estamos falando de refeições que chegam desorganizadas na embalagem, mas essa lógica serve para qualquer falha. O cliente não quer saber de quem foi a culpa. Muitas vezes,  ele não quer ouvir explicações (que também são comuns, como: “hoje demorou porque faltou um funcionário” ou “hoje tive pedidos demais, por isso atrasou”). O cliente quer que o problema seja resolvido. Se possível, rapidamente e, sempre, de forma gentil.

Cada caso é um caso e não há uma “fórmula única” que resolva todos os tipos de problemas que possam acontecer em uma operação de delivery. Porém, uma regra que se adequa a praticamente todas as situações é: entrar em contato com o cliente assim que perceber a falha e perguntá-lo como ele quer que ela seja resolvida. Sim, dê ao cliente essa opção. Imagine que um cliente tenha pedido um milk shake e ele chegou vazendo na embalagem. Ao invés de simplesmente mandar outro, fale para o cliente algo como: “Isso não poderia ter acontecido. Obrigado por avisar, vou corrigir essa embalagem para que não vaze mais. Mas eu preciso resolver isso de alguma forma. Como eu posso corrigir esse erro?”.

Quando você deixa o cliente escolher como ele quer que o problema seja resolvido, você vai ter certeza de que ele está escolhendo a melhor opção para ele e, provavelmente, isso não vai custar mais para você do que a solução que você daria. Por exemplo, ao invés de você simplesmente mandar outro milk shake, deixe o cliente escolher se ele quer outro naquele momento, se quer outro depois ou se quer o dinheiro de volta. Fazendo isso, você pode até mesmo transformar a insatisfação que o cliente teve em um primeiro momento em um encantamento (afinal, ele passou a ter exatamente o que esperava).

O delivery pode ser uma excelente forma de continuar garantindo receita em tempos de pandemia e, até mesmo, ser uma maneira de atrair clientes para o espaço físico. Por outro lado, os concorrentes estão, literalmente, a um clique do cliente. Caso ele não confie na sua empresa, ele não precisa sequer andar até outra loja. Basta dar um clique em outro lugar. Por isso, é extremamente importante para os negócios que façam a operação de delivery de forma correta e que saibam agir corretamente diante de reclamações de clientes.