Como fazer anúncios no Instagram de forma simples

Existem diversas formas de se fazer anúncio no Instagram, ou seja, de promover o seus posts no Instagram para que mais pessoas vejam o conteúdo que você está produzindo. Talvez a forma mais fácil de promover posts no Instagram seja utilizando o próprio aplicativo.

Aqui está um passo-a-passo de como fazer isso, lembrando que, para poder anunciar no Instagram, sua conta deve estar configurada como comercial ou como criadora de conteúdo:

Seguindo esses passos, seu anúncio no Instagram estará pronto! Caso tenha alguma dúvida, é só escrever nos comentários!

4 modelos de negócio que você pode usar no seu (parte II)

Modelo de negócio é a forma que sua empresa entrega seu produto ou serviço e recebe por isso. Nesse post (clique aqui para ler o post) falamos sobre 4 modelos de negócios que você pode se inspirar para inovar no seu negócio. Aqui eu separei mais 4 modelos que seu negócio pode utilizar e se destacar no mercado:

Afiliados. No modelo de afiliados, a empresa dá comissões para quem vende seus produtos ou serviços. Assim, ela não precisa ter grandes esforços de venda, que ficam por conta dos afiliados. É mais ou menos assim: uma pessoa recomenda a empresa para um amigo. Se esse amigo faz a compra, quem indicou ganha uma porcentagem da venda. Em diversos casos, a empresa dá mais de 50% do valor da venda como comissão, para que tenha vendedores engajados e realmente interessados em vender o produto. Esse modelo tem ficado mais comum com a venda de produtos digitais, como cursos online, mas pode ser utilizado em qualquer outro negócio.

Aikido. Esse modelo tem o nome de uma arte marcial em que a força de quem ataca é usada contra ele. No mundo dos negócios, esse modelo acontece quando uma empresa oferece o oposto do que outras empresas no mercado estão oferecendo, com o objetivo de atrair pessoas que não estão gostando do que é o padrão. Por exemplo, nos anos 1990, enquanto todas as marcas de computadores vendiam computadores com configurações pré-determinadas por meio de revendedores, a Dell passou a vender seus computadores diretamente ao consumidor e, ainda, permitia a configuração de acordo com o que o cliente desejava. Outro exemplo: enquanto a maioria das academias de ginástica se equipavam com os melhores equipamentos e professores para cobrar mais caro dos alunos, a SmartFit surgiu com um modelo em que também tinha ótimos equipamentos e professores, mas com mensalidades bem abaixo da média. Para aplicar esse modelo de negócio, é necessário conhecer muito bem o mercado e saber se realmente os clientes estão preparados para um negócio com uma lógica diferente do que estão acostumados.

Propriedade fracionária. Imagine que você queira ter um carro de luxo, que custe R$400 mil reais. Que tal você poder tê-lo por uma semana ao mês, pagando apenas R$100 mil? É basicamente assim que funciona o modelo de propriedade fracionária. Ao invés de o produto ser vendido para apenas uma pessoa, ele é vendido para um conjunto de pessoas, e cada uma o utiliza pelo tempo permitido por sua “fração” da compra. Esse tipo de modelo de negócio é relativamente comum em mercados com altos custos, como o de aviação. Além disso, há empresas, como a Autofraction que atuam com esse modelo para carros de luxo. Em uma época que a economia compartilhada está cada vez mais aceita e comum, esse modelo pode ser uma saída para empresas que enfrentam dificuldades para vender seus produtos.

Puxado pelo mercado. Nesse tipo de negócio, a produção começa apenas depois da venda. Por exemplo, uma confeitaria que fabrica seus doces apenas depois que o cliente faz a encomenda (e paga por uma parte do serviço) está atuando nesse modelo de negócio. Esse modelo pode se subdividir. Há empresas que compram a matéria-prima somente após a encomenda do cliente (e assim, evita custos com estoque e armazenagem) e há empresas que somente produzem após a encomenda (como é o caso da maioria dos restaurantes: a comida só é produzida após o pedido, mas, de forma geral, há os ingredientes no estoque). Esse modelo é excelente para empresas que não querem ter surpresas de ter matéria-prima mas não conseguirem clientes, porém ele não permite que produtos sejam entregues imediatamente após o pedido.

Lembre-se de que vários negócios de sucesso não dependeram de produtos revolucionários, mas da forma diferente de vender. Veja sempre se vale a pena se arriscar e tentar ser diferente do que todo mundo faz no seu mercado. Pode ser a receita do seu sucesso!

6 coisas que você pode fazer nas redes sociais pelo seu negócio durante a quarentena

O comércio físico está parado. Isso não é novidade para ninguém. Mesmo que alguém resolva abrir as portas nesses dias de quarentena, talvez não consiga vender nada, porque não há clientes pelas ruas. Assim, uma saída acessível a todos para entrar em contato com seu público (e, talvez, até continuar as vendas) é por meio das redes sociais.

            Apesar de estarmos enfrentando uma crise em que não sabemos a data que irá acabar, é importante lembrarmos de que ela vai passar. Sabemos também que, se escolhemos ser empreendedores, sabíamos dos riscos e que imprevistos sempre acontecem. E é possível achar soluções para problemas: basta não nos paralisarmos e utilizarmos a nossa criatividade.

            Uma das formas de manter o contato com o cliente nesse período de quarentena é utilizar as redes sociais. Afinal, o contato físico está limitado, mas o contato virtual não. Então aqui estão seis dicas sobre o que você pode fazer pelo seu negócio utilizando as redes sociais nessa época de quarentena:

  1. Continue postando. Antes de mais nada, seus clientes precisam se lembrar que sua marca existe. Sua loja estar fechada temporariamente não significa que sua empresa acabou. Então faça posts mostrando sua marca, seus produtos, seus serviços e o que você tem feito nessa época de quarentena. Caso o cliente precise, nesse momento, de algo que você vende, ele poderá comprar de você se vir sua marca. Se o cliente for comprar no futuro, você tem mais chances de vender se ele não esquecer que você está no mercado.
  2. Crie relacionamentos. Nenhum negócio sobrevive sozinho, muito menos em épocas de crise. Então você pode aproveitar as redes sociais nessa época para conversar com outras pessoas que estejam passando pelas mesmas dificuldades e tentar encontrar saídas. Outra alternativa é mostrar seu lado pessoal: muitas pessoas compram não de quem vende o produto de melhor qualidade ou com preço mais baixo, mas compram de negócios cujos donos são conhecidos e amigos. Esse relacionamento pode ser iniciado com comentários em posts de possíveis clientes ou parceiros ou envio de mensagens diretas a essas pessoas. Veja que o foco aqui não é a venda, mas construir amizades para vendas ou parcerias futuras.
  3. Busque novos clientes. Além de postar e conversar com os clientes atuais, você pode utilizar as redes sociais para procurar novos clientes. Para isso, você pode entrar em perfis de pessoas parecidas com o seu público-alvo e mostrar que você existe. Por exemplo, se você vende roupas infantis, pode entrar em perfis de mães e enviar mensagens dando dicas sobre looks para as crianças.
  4. Faça parcerias. Como disse no primeiro parágrafo, é possível usar a criatividade para continuar vendendo. Assim, você pode fazer parcerias com outras empresas para vender produtos em conjunto. Por exemplo, uma loja de doces pode fazer parceria com uma pizzaria e enviar sobremesas junto com a pizza que um cliente pedir. Uma loja de roupas pode fazer parcerias com lojas de semijóias, mostrar looks completos nas redes sociais e vender por ali mesmo todas as peças.
  5. Faça posts diferentes. Agora é a hora de se arriscar. Sabe quando uma corrida de automóveis está com bandeira amarela, e se um piloto comete um erro as consequências são pequenas? Estamos passando pelo mesmo momento com os negócios. Postar o mesmo que todo mundo está postando não vai te destacar. Seu negócio vai ser mais um no meio da multidão. Então você pode tentar fazer posts diferentes (há muitos aplicativos que te ajudam nisso) e ver o que dá. Se tiver resultado (mais comentários ou mais curtidas, por exemplo), você pode continuar nesse caminho. Se a novidade não agradar e as pessoas não gostarem, você pode apagar e arriscar fazer alguma outra coisa diferente. Lembre-se também de sempre aprender tanto com o que deu certo quanto com o que não deu.
  6. Veja o que os concorrentes estão fazendo. Ideias geniais e salvadoras não precisam vir, necessariamente, da sua cabeça. Não é problema nenhum você entrar no perfil de seus concorrentes (ou mesmo de empresas que não sejam do seu ramo) e ver o que estão fazendo nesse período. Aproveite as redes sociais para observar como outros negócios estão se virando, pegue as melhores ideias e utilize no seu negócio.

Veja que há várias formas de não ficar parado nessa quarentena. Pode não ser fácil, mas é preciso se manter motivado, com o pensamento de que esse período vai passar e as pessoas voltarão a comprar. Talvez se você ficar fazendo o que sempre fez, você não terá resultados. Então é o momento de fazer diferente, e as redes sociais são um bom caminho para sair do comum sem gastar praticamente nada.

Como fazer uma ótima bio do Instagram

Temos 150 caracteres para escrever na bio do Instagram. Geralmente é ali que as pessoas fazem o primeiro julgamento sobre o nosso negócio e podemos conquistar ou perder clientes em uma rápida olhada. Ou seja, são 150 caracteres para falar o que é mais importante do nosso negócio. Assim, recomendo que uma excelente bio sempre tenha essas 4 informações:

1.     O que o negócio faz. Descreva, de forma clara e objetiva, sobre o que é aquele perfil. Por exemplo, é de uma padaria? Escreva: “Padaria em São Paulo”. É de um corretor de imóveis, escreva algo como: “Te ajudo a comprar ou vender seu imóvel no Rio de Janeiro”. Evite ser muito abstrato, como colocar o slogan de um negócio que não seja conhecido. Por exemplo, para uma padaria, evite: “Transformando trigo em gostosura”;

2.     Como vende/entrega. É importante deixar claro para seu cliente como você vende seu produto. Por exemplo, escreva se você vende por atacado ou varejo. Se for um profissional liberal, pode ser interessante escrever se é necessário marcar o serviço com antecedência ou não. Em alguns casos, escreva se é necessário fazer encomenda ou a região de entrega. 

3.     Formas de contato. Coloque como o cliente vai entrar em contato com você. Coloque as formas mais fáceis para o cliente conversar com você – geralmente as pessoas preferem o número de Whatsapp. Mesmo que você tenha diversas formas de contato, coloque aquela que o cliente tem mais chance de utilizar. Por exemplo, dificilmente um cliente marcará um corte de cabelo via e-mail. Por isso, se você tiver ums salão, não precisa adicionar o e-mail na bio do Instagram.

4.     Outras informações relevantes. Finalmente, não se esqueça de colocar na bio aquelas coisas que o cliente sempre pergunta ou tem dúvida, como o horário de funcionamento, se abre aos fins de semana ou se tem estacionamento próprio. Lembre-se que você pode mudar sua bio em datas importantes (por exemplo, talvez seja interessante para uma confeitaria, na época da Páscoa, colocar até que dia aceitará encomendas de ovos de chocolate).

Além disso, caso seus clientes vão até você em um endereço físico, não deixe de colocá-lo. Para fazer isso, basta ir em “Editar perfil” dentro do Instagram e depois em “Opções de contato” e, em seguida, “Endereço comercial”.

Lembre-se de que seus concorrentes também estão no Instagram. Assim, se um possível cliente entra no seu perfil e já vê imediatamente as informações que quer, as chances de procurar um concorrente são menores. Ou seja, você terá maiores chances de conquistar esse cliente sem nem mesmo conversar com ele! 

Não deixe de ler:

5 pontos para analisar antes de escolher o segmento de mercado para seu negócio

Escolher um público com características semelhantes para atender (o que chamamos de “segmento”) é extremamente importante para sua empresa para que você saiba, entre outras coisas, quais produtos oferecer e como comunicar. Por exemplo, se você tem um restaurante, o estilo do cardápio, os pratos oferecidos e a forma de atender é bem diferente se você atende público idoso ou se você atende adolescentes qua acabaram de sair do colégio.

Você pode segmentar seu público de acordo com várias características, como idade, profissão, momento da vida, valores ou atividades que realiza. Além disso, não tem problema nenhum em você atender mais de um público distinto – embora tentar atender muitos segmentos pode fazer seu negócio perder o foco.

Pensando nisso, aqui vão 5 pontos para você analisar antes de decidir qual público atender com seu negócio:

·       Crescimento do mercado: É melhor escolher um segmento que esteja crescendo. Por exemplo, sabemos que a população está envelhecendo. Assim, um segmento que inclui “pessoas com mais de 60 anos” tem sua vantagem por estar em expansão.

·       Número de concorrentes: Mesmo que haja muitas pessoas com um determinado problema, seu negócio pode ter menos chances de sucesso se há várias outras empresas resolvendo os problemas dessas pessoas. Por exemplo, quem tem um automóvel precisa comprar combustível com frequência, ou seja, podemos pensar que “há mercado para um posto de combustíveis”. Mas se abrirmos um posto em um local que tenha várias outras opções, podemos ter menos resultados do que abrir em um local com menor concorrência.

·       Facilidade de entrada de concorrentes: Poucos empreendedores levam esse item em consideração. Negócios com maiores chances de sucesso são aqueles em que a entrada de concorrentes no mercado é mais difícil. Por exemplo, recentemente houve um boom de food trucks. Um amplo segmento de mercado estava comprando refeições nesse tipo de negócio. Os primeiros food trucks abertos conseguiram faturar bem mas, como é relativamente fácil abrir um food truck, o mercado rapidamente saturou — e praticamente acabou.

·       Possibilidade de expansão com novos produtos: Um bom segmento é aquele que permite que seu negócio consiga expandir, vendendo para o mesmo segmento. Por exemplo, uma confeitaria que tem como segmento pessoas que “só comem produtos low carb” tem a possibilidade de se expandir no futuro, por exemplo, vendendo almoço executivo low carb para o segmento que ela já atende (seus atuais clientes) ou suplementos alimentares com o mesmo fim.

·       Quem você gosta de atender: Sempre é difícil trabalhar com pessoas que você não tenha afinidade. Ou seja, se você não tem paciência para lidar com crianças, terá dificuldades em ter uma escola de educação infantil. Por isso, não pense apenas no lucro, mas também naquilo que te satisfaça pessoal e profissionalmente.

Aconselho que, antes de abrir um negócio ou de mudar o público a ser atendido, você analise cada um desses pontos de acordo com os segmentos de mercado que você pode atuar. Não se esqueça que seu negócio, sempre, vai precisar de clientes para sobreviver e, fazendo uma boa escolha do público, as chances de não faltarem pessoas comprando de você serão maiores.

Veja 5 tipos de influenciadores e descubra qual é o ideal para seu negócio

Utilizar influenciadores – pessoas que associam suas imagens pessoais às marcas – é prática comum das empresas desde a época que o principal meio de comunicação era o rádio. Nos últimos tempos, a utilização dos influenciadores tem sido cada vez mais comum, principalmente porque as pessoas podem produzir e divulgar conteúdos por conta própria (nas redes sociais) e, assim, há influenciadores com preços mais acessíveis que dão retorno para empresas com qualquer orçamento de Marketing.

Podemos classificar os influenciadores por número de pessoas alcançadas. Cada um pode ter sua função dentro da estratégia de Marketing de uma empresa. Para te ajudar a escolher qual é mais adequado para sua marca, aqui estão cinco tipos de influenciadores e quando utilizá-los.

1. Celebridades

São aquelas pessoas que “todo mundo” conhece. Embora possam ter feito a fama por meio das redes sociais, geralmente são pessoas conhecidas em mídias de massa, como a televisão. Na categoria de “celebridades” estão, por exemplo, cantores, jogadores de futebol ou atrizes de cinema.

Nas redes sociais, essas pessoas têm altíssimo alcance, mas costumam ter baixo engajamento.

Essas pessoas são contratadas por marcas que querem rapidamente associar sua imagem a uma outra imagem já estabelecida, e ter acesso a um grande número de pessoas. Por exemplo, consideremos que o Neymar passa a imagem de atleta, jovem e rebelde. Uma marca que também quer passar essa imagem a seus clientes faz uma parceria com ele e aproveita esse reconhecimento.

2. Macroinfluenciadores

São aquelas pessoas que têm mais de 200 mil seguidores. Geralmente se tornaram famosas criando conteúdo e se relacionando nas redes sociais, não sendo conhecidos por pessoas que estejam fora das redes. São muito conhecidos e influentes em seus segmentos, alguns regionalmente e outros até nacionalmente. Embora o alcance dos macroinfluenciadores seja menor do que o das celebridades, seu engajamento é um pouco maior.

Os macroinfluenciadores oferecem bons resultados para marcas que querem dar um impulso rápido em seu reconhecimento e reputação, especialmente dentro de um nicho de mercado. Por exemplo, uma agência de intercâmbio pode fazer parceria com um influenciador que tenha um canal no YouTube que dá dicas de inglês. Rapidamente a agência terá contato com os seguidores do canal que, provavelmente, se interessam por viagens e fazem parte do mesmo público-alvo que a empresa espera atingir.

3. Influenciadores (profissionais)

São pessoas que têm entre 20 mil e 200 mil seguidores e que são especialistas em suas áreas, ou seja, têm grande autoridade sobre seus temas. Quem segue essas pessoas confia muito no que elas falam. Assim, seu engajamento é ainda maior do que o dos macroinfluenciadores, embora seu alcance seja mais restrito e bem específico a um nicho.

Marcas que querem ser associadas a especialistas no assunto, sem gastar muito, procuram esse tipo de influenciador.

4. Microinfluenciadores

São aquelas pessoas que têm entre mil e 20 mil seguidores. Muitas vezes essas pessoas não produzem conteúdo sobre um conteúdo específico e, muitas vezes, nem se consideram “produtoras de conteúdo”. Possuem muitos amigos e conhecidos “do mundo offline” entre os seus seguidores. Como não são muito procuradas por marcas para fazer parcerias, a recomendação de empresas feita por essas pessoas pode parecer mais espontânea e autêntica do que a recomendação feita por quem tem muitos seguidores, e isso é um ponto positivo.

Os microinfluenciadores costumam ter alto engajamento. São utilizados por marcas que querem se associar a pessoas do “dia a dia”, mas que, de alguma forma, se destacam entre a multidão, seja por amar fazer exercícios, seja por dar dicas práticas sobre moda ou qualquer outro assunto.

5. Nanoinfluenciadores

Todas as pessoas são influenciadoras. Faz parte dessa categoria quem nem trata sua rede social de forma profissional, ou que atua mais consumindo do que produzindo conteúdo. Os nanoinfluenciadores têm menos de mil seguidores. Embora seu alcance seja pequeno, eles podem ser os clientes mais apaixonados, e que mais utilizam as marcas.

Os nanoinfluenciadores são indicados para marcas que querem ter uma ou mais vozes de seus clientes reais. Muitos influenciadores não cobram nada, a não ser o reconhecimento, por divulgar uma marca que amam. Essa pessoa, provavelmente, já falou espontaneamente sobre a marca que gosta para amigos ou familiares. Assim, quando comentar sobre ela na rede social, vai parecer autêntico (e não que está sendo pago para fazer isso), o que promove uma aceitação maior do público.

Ao associar sua marca com influenciadores, faça uma análise dos que mais se adequam ao perfil de sua empresa, de acordo com sua personalidade e interesses. Defina quais resultados deseja obter e quanto está disposto a investir. Nem sempre investir mais é sinal de resultados melhores.

5 apps indispensáveis para seu negócio

Aplicativos são úteis para qualquer negócio, mas às vezes ficamos perdidos entre tantos apps que existem. Qual realmente vale a pena instalar? Aqui vai a lista de cinco dos meus apps favoritos para serem usados nos negócios:

1. Contacts Journal CRM

            Esse aplicativo serve para você gerenciar tudo que acontece com seus clientes. Funciona assim: você adiciona o nome de um cliente e pode colocar as informações que quiser sobre ele (por exemplo, produto preferido, frequência de visita à sua loja ou tamanho da roupa). Só isso já seria ótimo para você fazer um ótimo relacionamento com seu cliente (você não precisaria perguntar coisas básicas toda vez que o cliente foi até você), mas o app vai além. Você pode, também, colocar a data e informações sobre cada contato com o cliente (ex.: na visita do dia 23/11, ele comprou uma pizza de calabresa) e adicionar tarefas futuras (por exemplo, “quando chegar uma blusa vermelha M, ligar para avisar”). Tudo isso de forma super simples e intuitiva.

            A versão de teste do app é grátis (é possível adicionar até 20 informações). A versão ilimitada custa R$ 94,90 para um usuário. Para equipes, o preço é a partir de R$ 32,90 por mês.

2. CellPrompter

            Esse aplicativo te ajuda a não esquecer o que você precisa falar na hora de gravar vídeos. Assim como o teleprompter que apresentadores da televisão usam, você pode colocar o texto que você quer falar no seu vídeo na tela do celular, e ele vai rolando enquanto você fala. Ou seja, chega de dar brancos e ter que repetir a gravação de vídeos várias vezes!

            O app custa R$10,90 na App Store e R$ 4,99 na Google Play.

3. Mojo

            Vídeos com aparência profissional em poucos cliques. Muitos templates para serem usados. Ampla possibilidade de personalização. Novidades frequentes. Isso é o que o Mojo faz. Ele praticamente leva seus vídeos a um outro patamar – o difícil é escolher entre tantas ótimas opções de edição.

Você pode testar o Mojo com alguns templates gratuitos. A versão completa custa R$119,90 por ano.

4. ClickUp

            Esse é um aplicativo, que também possui a versão web, que vai ajudar você e sua equipe a organizarem suas tarefas. Ele parece o Trello, mas é muito melhor. O funcionamento é simples: você cadastra uma tarefa a ser feita, indica quem são os responsáveis por executá-la e o prazo. A partir daí, você (ou quem você quiser) consegue acompanhar o andamento de tudo que deve ser feito na empresa. Além disso, uma tarefa pode ser subdividida em várias: ótimo para controlar processos e saber exatamente como anda a produtividade de toda a equipe.

            O app tem muitas funcionalidades grátis. A versão paga (a partir de R$20/mês/usuário) aumenta a capacidade de armazenamento, permite personalizar campos entre outras coisas.

5. Slack

            A conversa no WhatsApp se perde? O Slack pode resolver seus problemas! Esse aplicativo, que também possui a versão web, serve para melhorar a comunicação entre sua equipe. Você cadastra todas as pessoas que são parte do seu time e, ao contrário do WhatsApp que todas as conversas ficam no mesmo lugar (a não ser que você crie vários grupos), no Slack você pode abrir vários canais, um para cada assunto. Além disso, ele permite que se converse de forma individual ou que se abram sub-chats dentro de qualquer canal.

            Assim como o ClickUp, grande parte das funções é gratuita. A versão paga, a partir de 4 dólares/usuário/mês, tem funcionalidades como permitir chamadas de vídeo e realizar buscas ilimitadas.

“Mas isso é só Marketing”: pensam isso de você?

Acorde! Já estamos quase em 2020! Marketing não é mais sinônimo de “enganar as pessoas”. Os consumidores não aceitam mais negócios que fazem mil promessas “só como marketing”. Para se destacar no mercado, é preciso fazer diferente, e fazer bem feito.

Foi-se o tempo do Marketing focar em fazer promessas (embora muitas empresas ainda vivam nessa época). Mais importante que prometer, é cumprir o que foi prometido e, indo além, fazer mais do que o que se promete.

Por exemplo, na década de 1910 a Leite Moça lançou essa propaganda. Sem muitos meios de se conseguir informação, as pessoas tendiam a acreditar, inicialmente, nessas promessas. Até verem que o produto não era bem assim.

Mais recentemente, usando a estratégia de contar histórias para tentar aproximar a empresa com a marca, a Sucos Do Bem lançou algumas propagandas que logo foram alvo de críticas e denúncias no Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) por se tratar de uma história não tão verdadeira assim.

No tempo em que os meios de comunicação em massa eram restritos e precisava de muitos investimentos (ou seja, quando os poucos lugares para se fazer anúncios eram os rádios e as televisões), o controle da propaganda ficava, relativamente, nas mãos das empresas. Elas controlavam o que o cliente via e ouvia sobre elas.

Com as redes sociais, isso mudou. A imagem de uma empresa não é mais criada pelo que ela fala de si mesma, mas pelo que as pessoas falam. Embora seja possível ainda anunciar no rádio e na TV, muitas pessoas (muitas mesmo) estão nas redes sociais falando sobre marcas – assim como as marcas também estão falando sobre elas mesmas. E há uma tendência maior de os novos clientes acreditarem no que outros usuários falam de uma empresa do que acreditarem no que a própria empresa fala dela mesma.

Um exemplo: a empresa X fala no seu site que sua entrega é rápida. Seu perfil na rede social é cheia de posts dizendo o mesmo. Ela faz anúncios em outdoors e afins sobre sua rapidez nas entregas. Ela quer que seus clientes comprem por sua entrega ser ágil. Quando um novo cliente busca seu nome no Google, aparecem as avaliações de outros clientes, com nota razoavelmente baixa e comentários do tipo: “empresa lenta para entregar. Não cumpre o que promete”.

O novo cliente faz o quê? Acredita na propaganda ou nos comentários de ex clientes? Provavelmente, nas avaliações. E pensa duas vezes antes de fazer a compra.

Esse é um exemplo clássico que mostra que o Marketing está nas mãos do cliente, e não da empresa. Você, como dono de um negócio, só tem uma coisa a fazer: aceitar. Se você não entrega o que promete, as pessoas vão reclamar. Se você tenta esconder as reclamações (por exemplo, apagando comentários indesejados), as pessoas vão reclamar mais alto – e provavelmente em locais que você não tem controle sobre o que é publicado e o que é apagado.

Portanto, caso você não esteja vendo resultados em suas campanhas publicitárias, lembre-se de que você controla muito pouco o que falam da sua empresa. Sua reputação será vista como boa ou ruim de acordo com o que você faz, não o que você promete fazer. Os resultados – e clientes – podem vir mais a partir do que acontece no dia-a-dia da empresa (atendimento, entrega dos produtos, processos, etc) e menos do que parece óbvio, ou seja, do investimento em propaganda.

5 campanhas de Marketing fantásticas com participação dos clientes

Marketing de Experiência é quando a marca se envolve ativamente com o cliente, indo muito além de simplesmente comprar ou usar o produto que ela fabrica. Há várias campanhas de Marketing de Experiência que sequer usam o produto em si. O que existe em comum em boas campanhas assim é o envolvimento e a maior simpatia do consumidor pela marca.

Campanhas assim podem ser muito caras ou custar muito pouco ou podem custar extremamente pouco. Isso depende da criatividade dos criadores das campanhas. Outra coisa legal é que, quando filmadas e divulgadas na internet, esse tipo de campanha faz a marca se aproximar não só de quem participou ativamente da campanha, mas também de quem assiste como ela aconteceu.

Aqui estão cinco campanhas espetaculares de Marketing de Experiência:

1. Coca-Cola Zero

Para promover o lançamento do filme Skyfall (um dos vários 007), a Coca-Cola fez um desafio em uma estação de trem na Bélgica. Ao tentar comprar uma Coca em uma máquina automática, o cliente recebia uma mensagem tinha poucos minutos para chegar até o outro lado da estação. Ele deveria correr e, ao longo do caminho, encontraria vários desafios, mais ou menos como o 007.

2. WestJet

A companhia aérea canadense tem como missão melhorar a vida das pessoas. Assim, em 2013, após fazer o checkin para um voo de cerca de 4 horas, os passageiros interagiram com um Papai Noel dentro de uma máquina. O Papai Noel conversava com eles e, entre outras coisas, perguntavam o que gostariam de ganhar de Natal. A surpresa acontece quando os passageiros chegam em seu destino.

3. Heineken

Essa campanha da Heineken aconteceu com casais que visitavam um restaurante. No cardápio entregue para os homens havia um cartão e um bilhete: “dê esse cartão para sua mulher passar o dia em um SPA para você poder assistir a final da Champions League sem ela”. Os homens entregaram o presente às mulheres e, no dia da final, foram assistir juntos o jogo. Acontece que as mulheres também estavam assistindo à partida, mas em um lugar muito melhor.

4. Dove

Essa campanha da Dove foi feita para melhorar a autoestima das mulheres. Foi contratado um especialista do FBI em fazer retratos falados e ele deveria fazer o retrato de mulheres a partir de duas fontes: a primeira, com a própria mulher se descrevendo. A segunda, com uma conhecida descrevendo a mulher. Os resultados foram chocantes.

5. Volkswagen

Para promover mudanças de comportamento a partir da diversão, a Volkswagen montou teclas de piano na escada de estações de metrôs de algumas cidades do mundo (a do vídeo é em Estocolmo). Percebemos que as pessoas gostam de se divertir. E preferem isso à comodidade de uma escada rolante!

E você? Se inspirou para criar alguma campanha assim para seu negócio? Conte para a gente!

O seu preconceito pode atrapalhar sua segmentação!

Pense por um minuto e me responda uma pergunta: Qual é o perfil do público que compra de você?

Agora, vou te falar as características de duas pessoas. Peço que você vá formando a imagem delas em sua cabeça.

A primeira delas é um médico. Ele é casado há 42 anos. Mora com a esposa em um bairro nobre de uma grande cidade – seus dois filhos, que têm pós-graduação, não moram mais com ele. Embora ele já tenha 74 anos, ainda atende pacientes em seu consultório particular.

Você fez a imagem desse médico em sua mente? Pense em como ele se veste, onde faz as compras, quais marcas usa. Pense também em como anunciar para atingir essa pessoa: televisão? Jornais? Redes sociais?

Agora, vou descrever outra pessoa e quero que você também forme a imagem dela em sua mente:

A segunda pessoa é um homem que não tem celular e nem cartão de crédito. Ele compra as coisas baseadas em sua utilidade, ou seja, não vê valor em marcas. Esse homem anda muito a pé e de bicicleta pelo bairro onde mora: na região, muitas pessoas o conhecem. Ele preserva seus amigos de infância e, embora more em outra região da cidade, ainda tem laços com o bairro onde cresceu.

Novamente, peço que pense como essa pessoa se veste, onde faz as compras e quais marcas usa. Ainda, pense em quais meios de comunicação você usaria para vender algo a essa pessoa.

Vamos continuar nosso exercício de imaginação: você vê alguma semelhança entre o médico e a segunda pessoa? Eles se vestem de forma igual? Vão aos mesmos lugares? Compram as mesmas coisas?

Se sua resposta for “não” para essas questões, preciso te informar que você precisa se atualizar sobre segmentação.

A descrição do médico e a do “homem que não tem celular” se referem à mesma pessoa. O meu pai.

Meu pai é o médico casado há 42 anos que não usa celular nem cartão de crédito. Ele tem os dois filhos com pós-graduação e não vê valor em marcas. Meu pai atende seus pacientes em seu consultório particular e anda de bicicleta pelas ruas do bairro que mora, embora também visite com frequência os amigos do bairro onde cresceu.

Quando pedi para você imaginar as duas pessoas, é provável que você tenha imaginado duas pessoas bem distintas. Mas era uma pessoa só. E qual delas você acha que realmente se parece com meu pai?

A pessoa que você imaginou com a segunda descrição. Meu pai se veste com roupas de lojas de rua, com marcas desconhecidas. Faz compras no mercado do bairro. Vai a shoppings centers somente quando eu o convido. Não está em nenhuma rede social, mas ouve rádio e lê jornais impressos diariamente.

E por que isso aconteceu?

Veja que, na primeira descrição, usei apenas variáveis demográficas. Ou seja, idade, profissão, bairro que mora, número de filhos e informações desse tipo.

Na segunda descrição, avancei com maior profundidade na personalidade da pessoa. Falei de comportamento e sobre alguns de seus valores. E qualquer pessoa seria mais assertiva na hora de saber, de fato, como é o perfil de compra da pessoa descrita.

Agora, uma verdade: se você descreve o perfil do público que compra de você baseado somente em variáveis demográficas (idade, gênero, renda, profissão etc.), você pode estar perdendo oportunidades ou, ainda, direcionando seus esforços de Marketing para o público errado.

Idade, renda ou número de filhos não são determinantes para definir o que uma pessoa vai ou não comprar. O comportamento e os valores das pessoas determinam muito mais uma compra do que essas variáveis. Por exemplo, uma loja de roupas masculinas caras pode focar seu público em “pessoas vaidosas, que valorizam o status que a marca traz e que sentem prazer em andar sempre bem vestidos e receber elogios” ao invés de focar em “médicos, casados, de meia idade”. Veja que, ao descrever os valores e comportamentos, essa loja consegue atingir em cheio quem compra dela – e isso independe da profissão ou idade do cliente. Se focar na profissão ou estado civil, ela pode dar muito tiro em falso.

Portanto, observe o seu cliente. Veja seu comportamento, suas angústias, seus medos, e defina seu perfil a partir disso. Fazendo isso, suas campanhas de Marketing terão chances muito maiores de ter bons resultados do que se o seu foco ficar apenas na superfície das características dos clientes.