Como encontrar oportunidades de negócio para empreender na crise (e fora dela)

Na Itália, após segunda guerra mundial, ficou muito difícil encontrar cacau. Foi aí que um confeiteiro resolveu criar um creme mais barato, feito de avelã, açúcar e somente um pouquinho de cacau. A receita se tornou a Nutella que conhecemos hoje e rendeu ao Grupo Ferrero um faturamento de mais de 10 bilhões de euros em 2018.

Ainda durante a guerra, proibiram o xarope que faz a Coca-Cola de entrar na Alemanha. Para não fechar a fábrica alemã, a empresa resolveu usar leite e sobras de maçã para criar um novo produto: a Fanta. Hoje, a Fanta Laranja é a terceira marca mais vendida pela Coca-Cola no mundo.

Na crise de 1929, Charles B. Darrow, que estava desempregado, viu que as pessoas estavam entediadas e sem dinheiro para fazer investimentos na vida real. Por isso, elas poderiam gostar de algo que as fizesse imaginar que estavam investindo. Foi aí que ele criou o Monopoly (que, no Brasil, é o Banco Imobiliário). Esse jogo fez tanto sucesso que, em 2010, ele foi apontado como o brinquedo mais bem-sucedido em vendas na história do Brasil.

Mais recentemente, em 2008, a Uber surgiu quando seus fundadores perceberam a dificuldade que era conseguir um taxi e que havia pessoas que precisavam complementar a renda.

O que todas essas histórias têm em comum? Todas essas empresas foram criadas em momentos de crise, em que, geralmente, a maioria das pessoas tem medo de empreender ou começar algo novo. Todos esses negócios surgiram a partir da identificação de uma oportunidade disfarçada, da adaptação de recursos ou de insatisfações com os negócios existentes. As crises mudam, mas as fontes de oportunidade continuam as mesmas. Se você quer começar um negócio na crise, você precisa observar comportamentos humanos.

A primeira fonte de oportunidade de negócio para empreender na crise são as mudanças sociais. Sempre que existem mudanças de comportamento, as oportunidades aparecem. Algumas são mais evidentes. Outras, menos. A pandemia do covid-19, por exemplo, despertou a necessidade de comprar máscara e álcool em gel. Além disso, o consumo via delivery aumentou, o número de refeições feitas em casa quase dobrou e o consumo de cursos online cresceu 28% (Kantar, 2020). A adaptação para a vida em quarentena, com várias atividades online, incluindo as lives e grandes eventos, o home office e as medidas sanitárias geraram mudanças relativamente permanentes, que escondem oportunidades de negócios.

Ao pensar em mudanças, você não precisa se prender aos novos comportamentos gerados pela pandemia. Basta analisar a evolução da pirâmide etária brasileira para perceber isso. O número de pessoas com mais de 60 anos está aumentando e o número de nascimentos está caindo. Isso quer dizer que existem oportunidades de negócios para atender a terceira idade, que ainda é muito mal atendida, e gostaria de ter mais opções de lazer e vestuário, segundo pesquisa do Serasa.

Além disso, muitas das pessoas que não têm filhos, acabam dando tratamento especial aos animais de estimação, o que tem feito o mercado pet crescer a cada ano, com inovações que vão desde comedouros controlados por aplicativos até a dog beer, a “cerveja” que o cachorrinho pode beber enquanto o dono bebe a dele.

Todo problema pode se transformar numa oportunidade de negócio! Por isso, se você quer empreender na crise, além de identificar as mudanças sociais, passe a observar as pessoas com um olhar curioso! Para isso, identifique:

– Quais insatisfações as pessoas têm com as empresas que já existem;

– Quais necessidades estão sendo mal atendidas;

– O que impede que as pessoas tenham boas experiências no seu dia a dia.

Identificar alguns desses três pontos pode te ajudar a criar um novo negócio. A Quinto Andar, por exemplo, foi criada a partir da identificação de que a burocracia para alugar um imóvel gera muitos problemas para proprietários e locatários. A empresa administra o pagamento de aluguel ao proprietário, dispensando o inquilino de apresentar fiador, seguro-fiança ou depósito caução, além de possibilitar visitas online ao imóvel e de ter assinatura de contrato virtual.

Seus próprios problemas e irritações também podem ser o problema que outras pessoas enfrentam e se tornar uma oportunidade de negócio. Isso aconteceu com Paulo Fabra, que descobriu, ao fazer uma viagem para a Espanha que sua mala havia sido violada, com vários itens extraviados. Ao perceber que esse problema não era só dele, criou a Protec Bag, empresa de embalagem de malas, presente no mundo todo.

Para identificar oportunidades de negócio e empreender em tempos de crise, é fundamental que você esteja atento aos comportamentos das pessoas. Todo negócio existe para resolver o problema de alguém. Afinal, se você não resolve nenhum problema, a pessoa não tem motivos para consumir de sua empresa e ela não tem razão de existir. Por isso, ao invés de procurar receitas de sucesso ou listas dos negócios ideais para abrir, invista seu tempo pesquisando potenciais clientes e entendendo o que eles precisam. É aí que se escondem as oportunidades de negócio!

Dia dos namorados na pandemia – o que fazer para vender mais?

O dia dos namorados, comemorado tradicionalmente no dia 12 de junho no Brasil, será um pouco diferente em 2020, devido à pandemia. Isso não quer dizer que você não conseguirá vender. Quer dizer que será necessário se adaptar. Com criatividade e otimismo, é possível obter ótimos resultados. Por isso, preparei 6 dicas para que você consiga vender mais nessa data:

1. Pense em presentes que fujam do óbvio

A quarentena imposta pela pandemia mudou a rotina de várias pessoas. Como estão em casa, muitas têm se aventurado em outras atividades, seja para resgatar um antigo hobby ou para se livrar do tédio. Por isso, você pode vender presentes que vão ao encontro dessa tendência. Que tal criar opções de presente do tipo DIY (Do it Yourself) para aqueles que gostam de artesanato e de fazer as coisas sozinho? Ou um kit de culinária, com os ingredientes e receita para preparação de um prato especial? Você pode até mesmo combinar seu presente com as transmissões ao vivo (lives) que irão acontecer no dia. O Nando Reis já anunciou que vai fazer uma live dia 12 de junho. Que tal acrescentar a letra dele ao presente e aproveitar a mesma divulgação? Vale até oferecer cursos online para casais que queiram se desenvolver juntos.

2. Criar presentes para vários perfis de casais

Uma boa forma de aumentar seu ticket médio é ter várias opções de presentes para perfis de casais diferentes. Você pode, por exemplo, criar opções para os casais que estão sem se ver durante a quarentena, remetendo à saudade. Pode criar opções para o “crush” que ainda não se tornou realmente namorado(a), por falta de encontros. Pode criar opções para um(a) amigo(a) presentear o(a) outro(a), por estar “encalhado(a)” na data. Quanto mais você se especializar em um nicho, mais vantagens poderá obter.

3. Faça parcerias estratégicas

As parcerias são sempre uma boa forma de se destacar em datas especiais e, em 2020, elas serão especialmente importantes. Procure empresas com produtos que agreguem valor ao seu, como restaurantes, floriculturas, docerias, ou algo mais inusitado, como lettering para enviar mensagens personalizadas. Ainda, caso você não tenha uma ótima estrutura logística, pense em parcerias para a entrega, garantindo que você não atrase nos prazos e decepcione seus clientes.

4. Invista em cartões e embalagens

A embalagem e o cartão são partes fundamentais de qualquer presente. Como muitas pessoas estão comprando pela internet, elas não conseguirão fazer um embrulho ou escrever um cartão como gostariam. Você pode se diferenciar exatamente nisso. Ao invés de entregar o produto em uma caixa de papelão comum, com a nota fiscal anexada, pense em embalagens bonitas e criativas, que realmente agreguem valor. Pense na possibilidade de escrever mensagens personalizadas à mão, caso seu cliente não possa fazer isso antes de entregar o presente. Tenha ideias “instagramáveis”, que façam que as pessoas tenham vontade de postar o presente nas suas redes sociais. Assim, sua marca será ainda mais lembrada e reconhecida.

5. Combine dia dos namorados com festa junina

As festas juninas, tradicionais no Brasil no mês de junho também serão prejudicadas pela pandemia, já que não é possível festejar em aglomerações. Que tal combinar as duas datas? Crie kits com produtos típicos de festa junina para presentear. Faça novas versões do tradicional correio elegante para que as pessoas possam enviar recados de amor. Vale até pensar em levar as brincadeiras para as crianças, no caso de casais que têm filhos.

6. Não se esqueça do atendimento

Não adianta culpar a crise pela queda nas vendas se seu atendimento for ruim. Prepare-se e prepare sua equipe para saber tirar todas as dúvidas sobre o produto/serviço. Tenha estoque suficiente ou garanta que consiga produzir rapidamente caso a demanda aumente. Atenda de forma ágil. Seja gentil. Lembre-se que essa é uma data afetiva e que as pessoas estão mais sensíveis que o comum, então atenção personalizada e empatia farão toda a diferença.            

A pandemia do Covid-19 está afetando os negócios em todo o país. Por isso, usar sua criatividade em ideias simples, aproveitando as datas comemorativas, pode ser uma ótima forma de aumentar suas vendas e garantir a sobrevivência do negócio.  Não perca essa oportunidade!

Como vender no Dia das Mães mesmo em quarentena

O Dia das Mães é uma data importante para o comércio e só perde em número de vendas para o Natal. Nesse ano de 2020, a quarentena pode ameaçar as vendas nessa data, já que muitas pessoas estão em isolamento social ou economizando. Por isso, preparei 7 dicas para te ajudar a vender mesmo em tempos de crise:

1. Aprimore seu atendimento online

Para fazer um bom atendimento online não basta entregar o celular nas mãos de alguém que saiba utilizar o Whatsapp. É preciso se preparar para atender da forma que as pessoas querem. Afinal, diferente do atendimento na loja física, um cliente manda mensagem para várias empresas ao mesmo tempo e espera a resposta de todas elas. E, geralmente, ganha a venda quem tem o melhor atendimento. Assim, é preciso que a pessoa responsável por atender pela internet seja rápida, conheça as informações sobre preço e estoque e tenha fotos para enviar, caso sejam solicitadas. Além disso, é valioso que se tenha um atendimento humanizado, que faça o cliente se sentir próximo da empresa.

2. Demonstre seus cuidados com higiene e prevenção contra o Covid-19

Para que seu cliente se sinta mais seguro ao comprar, deixe muito claro que está tomando os devidos cuidados de higiene e prevenção contra o covid-19 (e realmente tome esses cuidados). Por exemplo, você pode colocar uma embalagem extra ou colocar um recado dizendo que as precauções foram tomadas. Não deixe de comunicar isso ao cliente, especialmente por meio das redes sociais. Pode ser interessante também contratar empresas de entrega que também estejam tomando medidas preventivas, já que esse é o ponto de contato mais crítico com o cliente.

3. Faça kits combinando produtos

Com ou sem quarentena, uma boa forma de aumentar seu ticket médio é elaborar kits com diversos produtos, para agilizar a decisão de compra do cliente. Junte produtos que combinem, como bolsa e carteira e ofereça uma embalagem bonita. Ainda, crie kits para vários perfis diferentes de mães (ex: mães modernas, mães jovens), facilitando a decisão do consumidor.

4. Crie opções para sogra, avó, madrinha

Além de presentear as mães, é comum que as pessoas presenteiem outras pessoas, pelas quais elas também têm carinho. É o caso das avós, sogras, madrinhas. Tenha opções para esse público. Mesmo que não sejam personalizados, você pode fazer sugestões de presentes para essas mulheres, tanto em suas redes sociais quanto no momento do atendimento online.

5. Crie presentes virtuais

Imagine a possibilidade de ninguém poder receber um presente em casa. O que você poderia oferecer para seu cliente? Elabore cartões digitais ou produtos digitais. Se você trabalha com lettering, pode vender o lettering em uma foto da pessoa. Se trabalha com música, pode vender um vídeo com uma canção personalizada. Se trabalha com cursos, pode oferecer um vale presente para a versão online. Use sua criatividade para adaptar seu produto da melhor forma possível. Se você não vê alternativa para elaborar um produto digital, você pode pensar em criar parcerias com outros negócios que fazem isso para você não perder o cliente.

6. Faça parcerias

Por falar em parcerias, caso você não tenha serviço de entrega ou mesmo um canal de vendas online, faça parcerias com empresas que já têm. Você pode se associar a um restaurante e criar um combo que contemple o almoço e o presente, por exemplo, para que o combo seja anunciado nos aplicativos de delivery e entregue por eles.

7. Não se esqueça da emoção dessa data

É compreensível que muitos empreendedores estejam nervosos ou desanimados e sem intenção de fazer nada especial no dia das mães. Porém, tente manter o bom ânimo. É hora de mostrar para seu cliente o quanto ele é importante, ainda que as vendas não estejam boas. Prepare postagens ou vídeos especiais, com homenagens para as mães. Gere uma conexão emocional com as pessoas, para que elas continuem se lembrando de sua marca.

Tempos difíceis exigem nossa capacidade de adaptação. Com uma boa dose de otimismo e boa vontade, nossa criatividade é estimulada. Use essas dicas para abastecer seu potencial de inovação e siga em frente!

4 modelos de negócio que você pode usar no seu (parte II)

Modelo de negócio é a forma que sua empresa entrega seu produto ou serviço e recebe por isso. Nesse post (clique aqui para ler o post) falamos sobre 4 modelos de negócios que você pode se inspirar para inovar no seu negócio. Aqui eu separei mais 4 modelos que seu negócio pode utilizar e se destacar no mercado:

Afiliados. No modelo de afiliados, a empresa dá comissões para quem vende seus produtos ou serviços. Assim, ela não precisa ter grandes esforços de venda, que ficam por conta dos afiliados. É mais ou menos assim: uma pessoa recomenda a empresa para um amigo. Se esse amigo faz a compra, quem indicou ganha uma porcentagem da venda. Em diversos casos, a empresa dá mais de 50% do valor da venda como comissão, para que tenha vendedores engajados e realmente interessados em vender o produto. Esse modelo tem ficado mais comum com a venda de produtos digitais, como cursos online, mas pode ser utilizado em qualquer outro negócio.

Aikido. Esse modelo tem o nome de uma arte marcial em que a força de quem ataca é usada contra ele. No mundo dos negócios, esse modelo acontece quando uma empresa oferece o oposto do que outras empresas no mercado estão oferecendo, com o objetivo de atrair pessoas que não estão gostando do que é o padrão. Por exemplo, nos anos 1990, enquanto todas as marcas de computadores vendiam computadores com configurações pré-determinadas por meio de revendedores, a Dell passou a vender seus computadores diretamente ao consumidor e, ainda, permitia a configuração de acordo com o que o cliente desejava. Outro exemplo: enquanto a maioria das academias de ginástica se equipavam com os melhores equipamentos e professores para cobrar mais caro dos alunos, a SmartFit surgiu com um modelo em que também tinha ótimos equipamentos e professores, mas com mensalidades bem abaixo da média. Para aplicar esse modelo de negócio, é necessário conhecer muito bem o mercado e saber se realmente os clientes estão preparados para um negócio com uma lógica diferente do que estão acostumados.

Propriedade fracionária. Imagine que você queira ter um carro de luxo, que custe R$400 mil reais. Que tal você poder tê-lo por uma semana ao mês, pagando apenas R$100 mil? É basicamente assim que funciona o modelo de propriedade fracionária. Ao invés de o produto ser vendido para apenas uma pessoa, ele é vendido para um conjunto de pessoas, e cada uma o utiliza pelo tempo permitido por sua “fração” da compra. Esse tipo de modelo de negócio é relativamente comum em mercados com altos custos, como o de aviação. Além disso, há empresas, como a Autofraction que atuam com esse modelo para carros de luxo. Em uma época que a economia compartilhada está cada vez mais aceita e comum, esse modelo pode ser uma saída para empresas que enfrentam dificuldades para vender seus produtos.

Puxado pelo mercado. Nesse tipo de negócio, a produção começa apenas depois da venda. Por exemplo, uma confeitaria que fabrica seus doces apenas depois que o cliente faz a encomenda (e paga por uma parte do serviço) está atuando nesse modelo de negócio. Esse modelo pode se subdividir. Há empresas que compram a matéria-prima somente após a encomenda do cliente (e assim, evita custos com estoque e armazenagem) e há empresas que somente produzem após a encomenda (como é o caso da maioria dos restaurantes: a comida só é produzida após o pedido, mas, de forma geral, há os ingredientes no estoque). Esse modelo é excelente para empresas que não querem ter surpresas de ter matéria-prima mas não conseguirem clientes, porém ele não permite que produtos sejam entregues imediatamente após o pedido.

Lembre-se de que vários negócios de sucesso não dependeram de produtos revolucionários, mas da forma diferente de vender. Veja sempre se vale a pena se arriscar e tentar ser diferente do que todo mundo faz no seu mercado. Pode ser a receita do seu sucesso!

13 ações que você pode fazer para seu negócio sobreviver à crise do COVID-19

As notícias e incertezas causadas pela pandemia do COVID-19 tem deixado todos preocupados, não apenas pela saúde pública, mas também pela crise econômica que já começa a pairar. Apesar disso, o desespero e o pessimismo não irão contribuir com a saúde do negócio. Por isso, aqui estão 13 ações práticas que você pode fazer para mitigar os efeitos da crise na sua empresa:

  1. Foque na comunicação: seus funcionários e clientes precisam de informações transparentes e confiáveis. Não tome decisões sem compartilhar com a equipe, não fique vários dias sem conversar com seu cliente. Informação transmite segurança e seriedade. Dependendo do tamanho de sua empresa, é ideal escolher uma única pessoa que será responsável por toda a comunicação interna e externa. Escolha alguém calmo, equilibrado e que transmita credibilidade.
  2. Reduza ao máximo os seus custos: você precisa preservar seu caixa. Por isso, renegocie aluguel, prorrogue prazos com fornecedores, cancele mensalidades de serviços dispensáveis e fique de olho nas medidas adotadas pelo governo (é possível prorrogar o pagamento do Simples e FTGS, por exemplo).
  3. Pense em formas diferentes de entregar seu produto ou serviço: sua empresa surgiu para atender as necessidades do cliente. Se as necessidades do cliente mudaram, sua forma de vender e entregar precisa mudar também. Pense em criar infoprodutos (aqueles que podem ser vendidos pela internet), em fazer entregas na casa do cliente ou por meio de drive-through.
  4. Mantenha o relacionamento com o cliente: ainda que você não tenha um negócio que pode continuar funcionando durante a quarentena, mantenha-se conectado com o cliente. Ele não vai se lembrar de você caso você suma. Gere conteúdo com dicas que o ajudem. Por exemplo: se você vende vestidos de noiva e suas vendas caíram, pense em dar dicas para as noivas sobre como adiar o evento. Assim, elas sabem que podem contar com você e irão te procurar quando decidirem comprar.
  5. Faça parcerias: pense em pelo menos 3 empresas que podem ser suas parceiras, seja para te ajudar a reduzir custos, a fazer entrega, a te divulgar ou garantir que você seja lembrado pelo cliente. É momento de colaboração, não de competição.
  6. Reescreva e relembre seu propósito: em momentos de desespero, é muito fácil perder de vista o que nos levou a querer empreender e a tomar decisões desesperadas para vender de qualquer jeito. Por isso, relembre o seu propósito! Para não desanimar, você precisa ter clareza do que te motivou, até para não sair vendendo coisas que não têm nada a ver com você.
  7. Tire o “não vai dar” do seu vocabulário: o pessimismo mata as boas ideias. O momento é difícil, novo e inesperado. As soluções existentes não são suficientes, pois o problema não é o mesmo. Por isso, pare de bloquear suas ideias. As ideias mais malucas podem ser exatamente a solução que você precisa. Converse com pessoas, busque inspirações, ative sua mente criativa.
  8. Procure saber o que empresas de outros países fizeram: o Brasil está alguns dias ou meses atrás de outros países que enfrentam a pandemia. Além disso, países que sofrem com desastres naturais já passaram por momentos de dificuldades semelhantes a esse. Pesquise o que as empresas fizeram para dar a volta por cima. Você pode ter ótimas inspirações.
  9. Melhore seu atendimento online: não adianta colocar a equipe em home office e passar a vender pela internet se seu atendimento não é bom. Foque na agilidade, preste atenção no seu tom de voz e garanta que está facilitando a vida do cliente.
  10. Arrume a casa: esse é um bom momento para fazer todas aquelas coisas que você nunca tem tempo de fazer. Revise seu perfil no LinkedIn. Melhore seu site. Crie novas apresentações para seu portfólio. Limpe os armários. Deixe tudo em ordem e preparado para quando a crise passar.
  11. Elabore uma ação de reabertura como uma segunda inauguração: quando o período da quarentena acabar, muita gente vai querer comprar. Prepare ações interessantes e baratas para chamar a atenção do cliente. Garanta que você seja visto primeiro e que seja mais atraente que seus concorrentes.
  12. Faça um planejamento estratégico considerando um cenário otimista, um pessimista e um pior ainda: é hora de gerar ideias e se preparar. Pense em como seu negócio pode sobreviver se as coisas complicarem ainda mais. Não espere o problema para gerar ideias de soluções.
  13. Cuide de sua saúde mental: não adianta olhar para o negócio e para sua equipe e se esquecer de você. O momento pede agilidade, mas não pressa. Garanta que você está emocionalmente bem. Faça terapia, meditação, exercícios físicos. Peça ajuda se for necessário. Desacelere quando sentir que precisa.

Todo mundo já cansou de ouvir que empreendedores arriscam, perseveram, são resilientes e sabem passar por dificuldades. Essa é a hora de colocar esses conceitos em prática. Com sabedoria, planejamento e agilidade, tenho certeza de que você conseguirá conduzir seu negócio durante a crise e colher os frutos depois que ela passar. O importante é se manter em movimento.

Potencialize suas vendas no Dia das Mães

O Dia das Mães é a segunda data mais importante para o comércio e só perde em volume de vendas para o Natal. Segundo pesquisa realizada pela OLX em janeiro deste ano, 44% dos filhos querem gastar mais no Dia das Mães em 2019 do que gastaram em 2018.

Para aumentar o faturamento e o número de clientes nessa data, é importante estar bem preparado e usar a criatividade para se diferenciar. Confira 7 dicas para potencializar seus resultados durante o período:

Prepare sua equipe

Sua equipe deve estar preparada não apenas para o aumento do fluxo de vendas, mas também para saber indicar o presente ideal para cada tipo de mãe e para cada tipo de cliente.

Treine seu time para que os membros saibam todos os produtos disponíveis na loja, memorizem preços, consigam indicar boas opções de acordo com o bolso do cliente e agilizar a compra.

Também é importante estar preparado para atender bem os casos de trocas ou devolução. O bom atendimento nessa data pode garantir um cliente que volta sempre.

Faça combinações de produtos

Uma boa forma de aumentar o ticket médio é oferecer kits ou pacotes, com combinações de produtos que funcionam bem juntos, tal como a carteira combinando com a bolsa, por exemplo.

Você pode deixar várias opções de kits montadas, com embalagens próprias e diferentes faixas de preço para atender seu público. A intenção é facilitar e agilizar a decisão de compra.

Ofereça soluções completas

Facilite a vida de seu cliente ao oferecer uma solução que resolve todo o problema. Se for vender uma flor, por exemplo, já venda no vaso em que ela deve ficar, com um laço bonito adequado para presentear. Se seu produto demanda uso de pilhas, venda a pilha junto para que o cliente não precise ir até outra loja comprar.

Utilize as redes sociais de forma criativa

Em vez de somente informar seu cliente de que você tem opções para o Dia das Mães, gere conteúdo interessante para ele. Você pode fazer sugestões de presentes ideais para o perfil de cada mãe, pode fazer vídeos que demonstrem todos os benefícios do produto/serviço.

Pode ensinar como fazer um cartão bonito à mão para complementar o presente, ou até mesmo fazer campanhas nas quais o filho envia um depoimento para a mãe e concorre a prêmios. Use o aspecto emocional da data para fugir de postagens triviais.

Invista em embalagens

O presente de dia das mães é uma espécie de homenagem e tem alto valor sentimental. Por isso, embalagens bonitas e criativas podem ser um ótimo incremento e fator decisivo na hora da compra.

Ainda, é uma forma de divulgar sua marca, pois a pessoa que recebeu o presente pode fotografar ou até mesmo guardar a embalagem para utilizar novamente.

Faça parcerias

Você pode agregar valor ao seu produto ao fazer parcerias com outras lojas, profissionais ou influenciadores digitais. Uma opção é oferecer descontos para clientes de uma loja parceira, ou promover sorteios nas redes sociais de empresas que se complementam (ensaio fotográfico e maquiagem, por exemplo), ou ainda enviar produtos para influenciadoras digitais como presente nessa data.

Invista em opções para sogra, avó e madrinha

Além de presentear as mães, muitas pessoas costumam presentear outras pessoas pelas quais elas têm um carinho maternal. É o caso das avós, sogras e madrinhas. Tenha opções de presente para esse público, ainda que mais baratas.

Garanta que elas estejam expostas perto dos presentes direcionados para as mães e que sua equipe se lembre de oferecer essas opções antes de finalizar a venda. Pode ser uma ótima forma de estimular a compra por impulso.

O movimento do comércio aumenta durante o Dia das Mães, mas são sua criatividade e preparação que garantem os bons resultados nessa data! Organize-se para faturar mais e ganhar novos clientes.

Ganhar dinheiro ou fazer o bem?

Entre ganhar dinheiro e fazer o bem, eu sempre fico com os dois! Nós viemos de uma era que considerava o lucro e o dinheiro como coisas ruins, que enxergava o capitalismo como vilão e as empresas como entidades que só querem ganhar em cima de você. Felizmente, estamos entrando em um novo mindset que consegue aliar essas duas coisas, e entende que o empreendedorismo é uma ótima forma de alcançar um mundo melhor!

É o que chamamos hoje de Empreendedorismo Social e de Capitalismo Consciente. É sobre olhar o mundo com outros olhos, enxergar um problema na sociedade e buscar uma solução para ele – mas uma solução mais abrangente, que olhe o todo e traga um impacto positivo para a sociedade. E são muitos os casos de empresas que já tem feito isso, e há quem diga que esse é o futuro e que logo serão somente essas empresas que irão ter sucesso.

É o caso, por exemplo, da TOMS, que surgiu de uma viagem em que o Blake Mycoskie, fundador da marca, enxergou o número de crianças descalças na rua e todos os problemas que isso poderia gerar. Dali surgiu a ideia da loja de sapatos One by One – a cada sapato que você compra, eles doam um sapato para quem não tem.

E também da Reserva, marca de roupas masculinas, que queria fazer algo para mudar a educação no Brasil, e viu que crianças com fome não conseguem se concentrar na escola. Por isso, a cada roupa que você compra são doados 5 pratos de comida para comunidades carentes.

E, ainda, empresas como o Projeto Vivenda que acredita que todos tem direito a uma moradia digna. Visando democratizar esse acesso, eles apresentam uma solução completa para reformas em casas, a um baixo custo, sem burocracia e em pouco tempo, para ajudar as famílias carentes a terem uma casa mais bonita e funcional.

É possível transformar o seu propósito em um negócio e viver disso! E, a melhor parte, é que as pessoas estão se identificando com isso e preferindo comprar de uma marca consciente que faz o bem, do que de outra que as vezes faz a mesma coisa há mais tempo, mas não tem a mesma paixão e o mesmo objetivo.

Ao empreender, que tal pensar no que você sabe fazer, no que você ama, e, também, em como você pode usar isso para melhorar o mundo? Dessa forma você aumenta as suas chances de ser mais feliz, melhora a vida de muitas pessoas e ainda atraí quem pensa como você – e, com isso tudo, vende mais. É um win-win environment, um ambiente incrível em que todo mundo ganha!

Esse é um assunto amplo com muitos conceitos, modelos e ideias legais! Que tal nos encontrarmos de novo por aqui para falar mais sobre o Empreendedorismo Social e o Capitalismo Consciente?

Pesquisa de mercado: 4 dicas para fazer ótimos questionários

Abrir ou tentar melhorar um negócio sem fazer pesquisa de mercado para conhecer o cliente é como jogar na loteria: você pode acertar em cheio ou pode fracassar simplesmente por não conhecer nada do mercado.

Usar questionários online como o Google Forms ou o Typeform é uma forma fácil e barata de ter uma noção de como os clientes se comportam. Mas, mesmo com essa facilidade da ferramenta, não é suficiente fazer um questionário de qualquer jeito. É preciso saber fazer as perguntas certas e do jeito certo.

Aqui vão cinco dicas para se criar questionários que te ajudarão a entender melhor as pessoas:

Dica nº 1 – Estruture corretamente seu questionário

Coloque perguntas demográficas (idade, renda, gênero, etc) no fim do questionário. Use o início do questionário (quando seu respondente está mais animado) com as perguntas que você esteja mais interessado em saber e que precisa de mais “esforço” da pessoa para que seja respondida. No final do questionário, quando o respondente está mais cansado, é o lugar mais recomendado para colocar perguntas que ele não precisa pensar muito para responder.

Dica nº 2 – Faça perguntas discursivas

Não pergunte “você compraria esse produto?”. Muitas vezes as pessoas respondem que sim mas, na prática, não compram (seja por falta de tempo, dinheiro ou mesmo porque não veem a necessidade daquilo). Melhor do que essa pergunta, é mais adequado mostrar um anúncio do produto ou serviço e questionar seus pontos positivos e negativos.

Dica nº 3 – Faça perguntas objetivas

Coloque o máximo de perguntas objetivas possível. É claro que isso vai depender da informação que se quer obter com a pesquisa de mercado mas, sempre que possível, apresente perguntas objetivas, ou seja, aquelas que o respondente precisa marcar apenas uma opção ao invés de ter que escrever uma resposta. As pessoas tendem a ter mais paciência para responder esse tipo de pergunta do que aquelas abertas.

Dica nº 4 – Permita privacidade na coleta das respostas

Não obrigue o respondente a se identificar. Muitas pessoas não respondem os questionários – ou respondem de forma não verdadeira – porque são obrigadas a se identificar (colocar nome, telefone ou email). Se essas informações não são relevantes para sua pesquisa, você não precisa colocar esses campos como obrigatórios. Lembre-se: uma pesquisa de mercado não é o momento para captar leads, mas é uma forma de conhecer pessoas.

Existem várias outras formas de se fazer pesquisa de mercado além dos questionários, como entrevistas, experimentos ou observações. Isso vai depender do seu objetivo com a pesquisa.

No curso Encante!, falamos sobre cada uma das formas de pesquisa e, ainda, apresentamos ferramentas para gerar ideias a partir das informações coletadas, fazer protótipos e testar se realmente as ideias vão dar certo no mercado.

4 exemplos de modelos de negócios que você pode usar no seu

Modelos de negócios dizem respeito a como uma empresa entrega e captura valor. Um modelo de negócios inovador gera benefícios que outras empresas não oferecem a seus clientes e, ao mesmo tempo, garante que a empresa vai ganhar dinheiro. Empresas como Airbnb e Netflix inovaram em seus modelos de negócios ao entregar novas formas de hospedagem e entretenimento e se tornarem lucrativas por isso. Já o Youtube, por exemplo, gerou novos benefícios aos consumidores, mas teve dificuldades com seu caixa, ao demorar para cobrar pelos seus serviços.

Como criar um novo produto ou serviço não é tarefa simples. Assim, uma alternativa para as empresas se tornarem diferentes das que já exitem é a criação de novos modelos de negócios. Copiar um modelo de negócio não é tarefa fácil, pois geralmente ele gera novos comportamentos do consumidor, que tendem a se tornar leais àquela marca. Não é por acaso que empresas como Apple, Starbucks, Netflix, Skype, Pixar são tão bem-sucedidas e ganharam não só nosso dinheiro, mas também nossos corações.

É possível que empresas de qualquer porte tenham modelo de negócios inovadores. O que parece absurdo inicialmente pode ser um caminho para o sucesso.

Então, como podemos criar modelos de negócios inovadores? A primeira dica é: pense fora da lógica de sua área de atuação. Ao invés de pensar: o que toda padaria deve ter, pense exatamente no que ela pode ter que nenhuma outra tem. Inspire-se em modelos de negócios usados por empresas de áreas diferentes das suas. E o mais importante, é saber responder as seguintes perguntas: quem são meus principais clientes? Quais são suas necessidades e desejos? Pelo que eles estão dispostos a pagar? Só um profundo conhecimento de mercado te ajuda a inovar.

Aqui vão alguns exemplos de modelos negócios inovadores (especialmente quando foram utilizados pela primeira vez) para te inspirar:

Add-on: o preço inicial cobrado pelo serviço é baixo e competitivo no mercado, mas são cobrados valores por serviços adicionais. Por exemplo, a Ryanair oferece passagens aéreas de até 1 euro, mas cobra para despachar a bagagem e pelos serviços a bordo, como refeição, wi-fi e escolha de assentos. Isso permite que os consumidores escolham os serviços que desejam de acordo com suas necessidades e renda. Já a empresa consegue atrair muitos clientes com o preço baixo e eleva suas receitas cobrando pelos serviços adicionais.

Flat rate ou taxa única: os clientes pagam uma taxa pelo produto e consomem a quantidade que desejar. É o caso de empresas como a Netflix ou de restaurantes que cobram um valor pela refeição e permitem que o cliente coma à vontade. Nesse caso, os clientes sabem exatamente quanto irão gastar e a empresa tem maior previsibilidade de suas receitas, trabalhando intensamente para aumentar a base de usuários.

Freemium: nesse modelo a empresa oferece serviços básicos gratuitos e opções de serviços premium pagos. É o caso de empresas como Spotify, LinkedIn, Dropbox e vários aplicativos de jogos. Para o cliente, a vantagem é poder experimentar antes de pagar ou seguir usando o serviço gratuito que lhe satisfaça. Já a empresa ganha dinheiro ao oferecer um serviço gratuito atrativo, que demonstra sua qualidade como forma de vender serviços premium que realmente gerem valor para o cliente.

Robin Hood: nesse modelo os produtos e serviços são vendidos pelo preço “cheio” para clientes de alta renda e a preços baixos ou de graça para a população de baixa renda. É o caso da empresa TOMS Shoes, que usa o modelo um para um. A cada par de sapatos vendidos uma pessoa de baixa renda ganha um par de sapatos gratuitamente. Esse é um modelo que ajuda a empresa a realizar sua missão social, garantindo receita dos produtos vendidos, ao mesmo tempo em que ajuda a população de baixa renda.

Todos os modelos de negócios citados podem ser adaptados para outros negócios. Ainda, você pode criar novos modelos de negócios. Basta estar disposto a olhar para o mercado com outros olhos, a buscar inspirações em áreas e lugares diferentes dos seus e a testar suas ideias com o mercado. Esse será seu grande diferencial competitivo!

Para ver mais vários exemplos de modelos de negócios, sugiro que leia o livro O Navegador do Modelo de Negócios.

Oportunidades de negócios por estarmos usando menos carros

Hoje, dia 22 de setembro, é o Dia Mundial Sem Carro. A ideia desse dia é fazer uma reflexão sobre o transporte individual com automóveis que tem, entre diversos problemas, congestionamentos e perda de tempo como consequência. Aos poucos, em várias regiões, em especial nas grandes cidades, as pessoas têm percebido que utilizar carros não é a melhor opção para o transporte. Antes sinônimo de status e liberdade, o carro está passando a ser visto como um problema e muita gente tem o abandonado.

Mudanças culturais, como essa, é uma fonte de oportunidades de novos negócios. A seguir apresento cinco empresas que têm negócios devido à menor utilização do carro pelas pessoas:

1. Cocolis. Esta startup francesa une motoristas que ea39634ffbf5901a7fb1ca4815f5e.jpegestão viajando com seus porta-malas vazios com pessoas que querem transportarcargas de uma cidade a outra. Além de diminuir o número de carros na estrada, esta startup busca resolver o problema de pessoas que acham caro, burocrático e demorado o transporte de encomendas entre cidades.

yellow-capa.jpg2. Yellow Bike. Esta empresa iniciou recentemente suas operações em São Paulo. É um sistema de aluguel de bicicletas para uso por pouco tempo. A diferença entre modelos tradicionais de aluguel de bikes é que não há estações fixas para deixar e pegar as bicicletas: o usuário pode deixa-las em qualquer lugar, já que a trava é na própria bicicleta.

3. Liight. Esse aplicativo é da Espanha. Ele dá pontos aosSmartphone-Mapa.png usuários que fazem ações sustentáveis, como andar de bicicleta ou pegar um ônibus. Depois é possível trocar esses pontos por prêmios como descontos em lanchonetes ou outros aplicativos.

4. Mvmant é uma plataforma que permite ofiware-global-summit-mvmant-mobility-on-demand-1-638.jpg compartilhamento de vagas em carros por pessoas que estejam fazendo o mesmo trajeto. É como se organizasse e otimizasse as caronas entre pontos das cidades, fazendo que menos carros trafeguem com vagas ociosas.

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5. O Gridwise é direcionado a motoristas de aplicativos, como Uber e Cabify. A partir de análise de dados, ela orienta os motoristas a se dirigirem para onde há maior demanda e possibilidade maiores de ganhos, prometendo que seus usuários faturem até 20% mais do que aqueles que não usam o Gridwise.

6. A XBoard é uma empresa de esportes radicais. Ela Screen Shot 2018-09-22 at 13.23.29.png ajuda na mobilidade urbana ao criar, de acordo com a empresa, o primeiro skate elétrico que permite manobras. Assim, os skatistas podem se deslocar pelas cidades sobre suas pranchas sem perder uma das maiores diversões do skate, a possibilidade de fazer manobras.

Perceba que uma nova tendência, como a diminuição do uso dos carros, é algo que está mudando a cultura das pessoas. Negócios relacionados a esses novos hábitos têm mais chances de sucesso e de sobreviver ao longo do tempo do que negócios abertos porque estão na moda, como já aconteceu com as paleterias, iogurterias e lojas de açaí.