Como fazer anúncios no Instagram de forma simples

Existem diversas formas de se fazer anúncio no Instagram, ou seja, de promover o seus posts no Instagram para que mais pessoas vejam o conteúdo que você está produzindo. Talvez a forma mais fácil de promover posts no Instagram seja utilizando o próprio aplicativo.

Aqui está um passo-a-passo de como fazer isso, lembrando que, para poder anunciar no Instagram, sua conta deve estar configurada como comercial ou como criadora de conteúdo:

Seguindo esses passos, seu anúncio no Instagram estará pronto! Caso tenha alguma dúvida, é só escrever nos comentários!

6 coisas que você pode fazer nas redes sociais pelo seu negócio durante a quarentena

O comércio físico está parado. Isso não é novidade para ninguém. Mesmo que alguém resolva abrir as portas nesses dias de quarentena, talvez não consiga vender nada, porque não há clientes pelas ruas. Assim, uma saída acessível a todos para entrar em contato com seu público (e, talvez, até continuar as vendas) é por meio das redes sociais.

            Apesar de estarmos enfrentando uma crise em que não sabemos a data que irá acabar, é importante lembrarmos de que ela vai passar. Sabemos também que, se escolhemos ser empreendedores, sabíamos dos riscos e que imprevistos sempre acontecem. E é possível achar soluções para problemas: basta não nos paralisarmos e utilizarmos a nossa criatividade.

            Uma das formas de manter o contato com o cliente nesse período de quarentena é utilizar as redes sociais. Afinal, o contato físico está limitado, mas o contato virtual não. Então aqui estão seis dicas sobre o que você pode fazer pelo seu negócio utilizando as redes sociais nessa época de quarentena:

  1. Continue postando. Antes de mais nada, seus clientes precisam se lembrar que sua marca existe. Sua loja estar fechada temporariamente não significa que sua empresa acabou. Então faça posts mostrando sua marca, seus produtos, seus serviços e o que você tem feito nessa época de quarentena. Caso o cliente precise, nesse momento, de algo que você vende, ele poderá comprar de você se vir sua marca. Se o cliente for comprar no futuro, você tem mais chances de vender se ele não esquecer que você está no mercado.
  2. Crie relacionamentos. Nenhum negócio sobrevive sozinho, muito menos em épocas de crise. Então você pode aproveitar as redes sociais nessa época para conversar com outras pessoas que estejam passando pelas mesmas dificuldades e tentar encontrar saídas. Outra alternativa é mostrar seu lado pessoal: muitas pessoas compram não de quem vende o produto de melhor qualidade ou com preço mais baixo, mas compram de negócios cujos donos são conhecidos e amigos. Esse relacionamento pode ser iniciado com comentários em posts de possíveis clientes ou parceiros ou envio de mensagens diretas a essas pessoas. Veja que o foco aqui não é a venda, mas construir amizades para vendas ou parcerias futuras.
  3. Busque novos clientes. Além de postar e conversar com os clientes atuais, você pode utilizar as redes sociais para procurar novos clientes. Para isso, você pode entrar em perfis de pessoas parecidas com o seu público-alvo e mostrar que você existe. Por exemplo, se você vende roupas infantis, pode entrar em perfis de mães e enviar mensagens dando dicas sobre looks para as crianças.
  4. Faça parcerias. Como disse no primeiro parágrafo, é possível usar a criatividade para continuar vendendo. Assim, você pode fazer parcerias com outras empresas para vender produtos em conjunto. Por exemplo, uma loja de doces pode fazer parceria com uma pizzaria e enviar sobremesas junto com a pizza que um cliente pedir. Uma loja de roupas pode fazer parcerias com lojas de semijóias, mostrar looks completos nas redes sociais e vender por ali mesmo todas as peças.
  5. Faça posts diferentes. Agora é a hora de se arriscar. Sabe quando uma corrida de automóveis está com bandeira amarela, e se um piloto comete um erro as consequências são pequenas? Estamos passando pelo mesmo momento com os negócios. Postar o mesmo que todo mundo está postando não vai te destacar. Seu negócio vai ser mais um no meio da multidão. Então você pode tentar fazer posts diferentes (há muitos aplicativos que te ajudam nisso) e ver o que dá. Se tiver resultado (mais comentários ou mais curtidas, por exemplo), você pode continuar nesse caminho. Se a novidade não agradar e as pessoas não gostarem, você pode apagar e arriscar fazer alguma outra coisa diferente. Lembre-se também de sempre aprender tanto com o que deu certo quanto com o que não deu.
  6. Veja o que os concorrentes estão fazendo. Ideias geniais e salvadoras não precisam vir, necessariamente, da sua cabeça. Não é problema nenhum você entrar no perfil de seus concorrentes (ou mesmo de empresas que não sejam do seu ramo) e ver o que estão fazendo nesse período. Aproveite as redes sociais para observar como outros negócios estão se virando, pegue as melhores ideias e utilize no seu negócio.

Veja que há várias formas de não ficar parado nessa quarentena. Pode não ser fácil, mas é preciso se manter motivado, com o pensamento de que esse período vai passar e as pessoas voltarão a comprar. Talvez se você ficar fazendo o que sempre fez, você não terá resultados. Então é o momento de fazer diferente, e as redes sociais são um bom caminho para sair do comum sem gastar praticamente nada.

Como fazer uma ótima bio do Instagram

Temos 150 caracteres para escrever na bio do Instagram. Geralmente é ali que as pessoas fazem o primeiro julgamento sobre o nosso negócio e podemos conquistar ou perder clientes em uma rápida olhada. Ou seja, são 150 caracteres para falar o que é mais importante do nosso negócio. Assim, recomendo que uma excelente bio sempre tenha essas 4 informações:

1.     O que o negócio faz. Descreva, de forma clara e objetiva, sobre o que é aquele perfil. Por exemplo, é de uma padaria? Escreva: “Padaria em São Paulo”. É de um corretor de imóveis, escreva algo como: “Te ajudo a comprar ou vender seu imóvel no Rio de Janeiro”. Evite ser muito abstrato, como colocar o slogan de um negócio que não seja conhecido. Por exemplo, para uma padaria, evite: “Transformando trigo em gostosura”;

2.     Como vende/entrega. É importante deixar claro para seu cliente como você vende seu produto. Por exemplo, escreva se você vende por atacado ou varejo. Se for um profissional liberal, pode ser interessante escrever se é necessário marcar o serviço com antecedência ou não. Em alguns casos, escreva se é necessário fazer encomenda ou a região de entrega. 

3.     Formas de contato. Coloque como o cliente vai entrar em contato com você. Coloque as formas mais fáceis para o cliente conversar com você – geralmente as pessoas preferem o número de Whatsapp. Mesmo que você tenha diversas formas de contato, coloque aquela que o cliente tem mais chance de utilizar. Por exemplo, dificilmente um cliente marcará um corte de cabelo via e-mail. Por isso, se você tiver ums salão, não precisa adicionar o e-mail na bio do Instagram.

4.     Outras informações relevantes. Finalmente, não se esqueça de colocar na bio aquelas coisas que o cliente sempre pergunta ou tem dúvida, como o horário de funcionamento, se abre aos fins de semana ou se tem estacionamento próprio. Lembre-se que você pode mudar sua bio em datas importantes (por exemplo, talvez seja interessante para uma confeitaria, na época da Páscoa, colocar até que dia aceitará encomendas de ovos de chocolate).

Além disso, caso seus clientes vão até você em um endereço físico, não deixe de colocá-lo. Para fazer isso, basta ir em “Editar perfil” dentro do Instagram e depois em “Opções de contato” e, em seguida, “Endereço comercial”.

Lembre-se de que seus concorrentes também estão no Instagram. Assim, se um possível cliente entra no seu perfil e já vê imediatamente as informações que quer, as chances de procurar um concorrente são menores. Ou seja, você terá maiores chances de conquistar esse cliente sem nem mesmo conversar com ele! 

Não deixe de ler:

Veja 5 tipos de influenciadores e descubra qual é o ideal para seu negócio

Utilizar influenciadores – pessoas que associam suas imagens pessoais às marcas – é prática comum das empresas desde a época que o principal meio de comunicação era o rádio. Nos últimos tempos, a utilização dos influenciadores tem sido cada vez mais comum, principalmente porque as pessoas podem produzir e divulgar conteúdos por conta própria (nas redes sociais) e, assim, há influenciadores com preços mais acessíveis que dão retorno para empresas com qualquer orçamento de Marketing.

Podemos classificar os influenciadores por número de pessoas alcançadas. Cada um pode ter sua função dentro da estratégia de Marketing de uma empresa. Para te ajudar a escolher qual é mais adequado para sua marca, aqui estão cinco tipos de influenciadores e quando utilizá-los.

1. Celebridades

São aquelas pessoas que “todo mundo” conhece. Embora possam ter feito a fama por meio das redes sociais, geralmente são pessoas conhecidas em mídias de massa, como a televisão. Na categoria de “celebridades” estão, por exemplo, cantores, jogadores de futebol ou atrizes de cinema.

Nas redes sociais, essas pessoas têm altíssimo alcance, mas costumam ter baixo engajamento.

Essas pessoas são contratadas por marcas que querem rapidamente associar sua imagem a uma outra imagem já estabelecida, e ter acesso a um grande número de pessoas. Por exemplo, consideremos que o Neymar passa a imagem de atleta, jovem e rebelde. Uma marca que também quer passar essa imagem a seus clientes faz uma parceria com ele e aproveita esse reconhecimento.

2. Macroinfluenciadores

São aquelas pessoas que têm mais de 200 mil seguidores. Geralmente se tornaram famosas criando conteúdo e se relacionando nas redes sociais, não sendo conhecidos por pessoas que estejam fora das redes. São muito conhecidos e influentes em seus segmentos, alguns regionalmente e outros até nacionalmente. Embora o alcance dos macroinfluenciadores seja menor do que o das celebridades, seu engajamento é um pouco maior.

Os macroinfluenciadores oferecem bons resultados para marcas que querem dar um impulso rápido em seu reconhecimento e reputação, especialmente dentro de um nicho de mercado. Por exemplo, uma agência de intercâmbio pode fazer parceria com um influenciador que tenha um canal no YouTube que dá dicas de inglês. Rapidamente a agência terá contato com os seguidores do canal que, provavelmente, se interessam por viagens e fazem parte do mesmo público-alvo que a empresa espera atingir.

3. Influenciadores (profissionais)

São pessoas que têm entre 20 mil e 200 mil seguidores e que são especialistas em suas áreas, ou seja, têm grande autoridade sobre seus temas. Quem segue essas pessoas confia muito no que elas falam. Assim, seu engajamento é ainda maior do que o dos macroinfluenciadores, embora seu alcance seja mais restrito e bem específico a um nicho.

Marcas que querem ser associadas a especialistas no assunto, sem gastar muito, procuram esse tipo de influenciador.

4. Microinfluenciadores

São aquelas pessoas que têm entre mil e 20 mil seguidores. Muitas vezes essas pessoas não produzem conteúdo sobre um conteúdo específico e, muitas vezes, nem se consideram “produtoras de conteúdo”. Possuem muitos amigos e conhecidos “do mundo offline” entre os seus seguidores. Como não são muito procuradas por marcas para fazer parcerias, a recomendação de empresas feita por essas pessoas pode parecer mais espontânea e autêntica do que a recomendação feita por quem tem muitos seguidores, e isso é um ponto positivo.

Os microinfluenciadores costumam ter alto engajamento. São utilizados por marcas que querem se associar a pessoas do “dia a dia”, mas que, de alguma forma, se destacam entre a multidão, seja por amar fazer exercícios, seja por dar dicas práticas sobre moda ou qualquer outro assunto.

5. Nanoinfluenciadores

Todas as pessoas são influenciadoras. Faz parte dessa categoria quem nem trata sua rede social de forma profissional, ou que atua mais consumindo do que produzindo conteúdo. Os nanoinfluenciadores têm menos de mil seguidores. Embora seu alcance seja pequeno, eles podem ser os clientes mais apaixonados, e que mais utilizam as marcas.

Os nanoinfluenciadores são indicados para marcas que querem ter uma ou mais vozes de seus clientes reais. Muitos influenciadores não cobram nada, a não ser o reconhecimento, por divulgar uma marca que amam. Essa pessoa, provavelmente, já falou espontaneamente sobre a marca que gosta para amigos ou familiares. Assim, quando comentar sobre ela na rede social, vai parecer autêntico (e não que está sendo pago para fazer isso), o que promove uma aceitação maior do público.

Ao associar sua marca com influenciadores, faça uma análise dos que mais se adequam ao perfil de sua empresa, de acordo com sua personalidade e interesses. Defina quais resultados deseja obter e quanto está disposto a investir. Nem sempre investir mais é sinal de resultados melhores.

“Mas isso é só Marketing”: pensam isso de você?

Acorde! Já estamos quase em 2020! Marketing não é mais sinônimo de “enganar as pessoas”. Os consumidores não aceitam mais negócios que fazem mil promessas “só como marketing”. Para se destacar no mercado, é preciso fazer diferente, e fazer bem feito.

Foi-se o tempo do Marketing focar em fazer promessas (embora muitas empresas ainda vivam nessa época). Mais importante que prometer, é cumprir o que foi prometido e, indo além, fazer mais do que o que se promete.

Por exemplo, na década de 1910 a Leite Moça lançou essa propaganda. Sem muitos meios de se conseguir informação, as pessoas tendiam a acreditar, inicialmente, nessas promessas. Até verem que o produto não era bem assim.

Mais recentemente, usando a estratégia de contar histórias para tentar aproximar a empresa com a marca, a Sucos Do Bem lançou algumas propagandas que logo foram alvo de críticas e denúncias no Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) por se tratar de uma história não tão verdadeira assim.

No tempo em que os meios de comunicação em massa eram restritos e precisava de muitos investimentos (ou seja, quando os poucos lugares para se fazer anúncios eram os rádios e as televisões), o controle da propaganda ficava, relativamente, nas mãos das empresas. Elas controlavam o que o cliente via e ouvia sobre elas.

Com as redes sociais, isso mudou. A imagem de uma empresa não é mais criada pelo que ela fala de si mesma, mas pelo que as pessoas falam. Embora seja possível ainda anunciar no rádio e na TV, muitas pessoas (muitas mesmo) estão nas redes sociais falando sobre marcas – assim como as marcas também estão falando sobre elas mesmas. E há uma tendência maior de os novos clientes acreditarem no que outros usuários falam de uma empresa do que acreditarem no que a própria empresa fala dela mesma.

Um exemplo: a empresa X fala no seu site que sua entrega é rápida. Seu perfil na rede social é cheia de posts dizendo o mesmo. Ela faz anúncios em outdoors e afins sobre sua rapidez nas entregas. Ela quer que seus clientes comprem por sua entrega ser ágil. Quando um novo cliente busca seu nome no Google, aparecem as avaliações de outros clientes, com nota razoavelmente baixa e comentários do tipo: “empresa lenta para entregar. Não cumpre o que promete”.

O novo cliente faz o quê? Acredita na propaganda ou nos comentários de ex clientes? Provavelmente, nas avaliações. E pensa duas vezes antes de fazer a compra.

Esse é um exemplo clássico que mostra que o Marketing está nas mãos do cliente, e não da empresa. Você, como dono de um negócio, só tem uma coisa a fazer: aceitar. Se você não entrega o que promete, as pessoas vão reclamar. Se você tenta esconder as reclamações (por exemplo, apagando comentários indesejados), as pessoas vão reclamar mais alto – e provavelmente em locais que você não tem controle sobre o que é publicado e o que é apagado.

Portanto, caso você não esteja vendo resultados em suas campanhas publicitárias, lembre-se de que você controla muito pouco o que falam da sua empresa. Sua reputação será vista como boa ou ruim de acordo com o que você faz, não o que você promete fazer. Os resultados – e clientes – podem vir mais a partir do que acontece no dia-a-dia da empresa (atendimento, entrega dos produtos, processos, etc) e menos do que parece óbvio, ou seja, do investimento em propaganda.

5 passos para fazer o Planejamento Estratégico da sua empresa

Menos de 60 dias para o fim do ano. Tenho certeza que você fez muita coisa e superou diversos desafios nos outros trezentos dias que se passaram. É chegado então o momento de fazer uma pausa – mas não uma qualquer – uma pausa estratégica. Analisar documentos, fazer um paralelo entre o que foi estabelecido como alvo no início do ano e o que se alcançou até o momento, revisar o planejamento. E, para aqueles que navegaram até o momento sem uma bússola, é hora de mudar essa situação.

Grande parte das empresas não tem ideia de como faz para tomar as decisões mais corretas, mesmo já se sabendo que o planejamento pode fazer a diferença para o sucesso do empreendimento.

Planejar significa organizar um plano, um roteiro, que levará ao alcance de resultados. Sua empresa está lucrando? Maravilha! Mas será que o resultado atual é o melhor que ela pode alcançar? O planejamento estratégico poderá responder essa e outras questões.

Para aqueles que não costumam se planejar aqui estão 5 passos para se preparar para o futuro:

1º passo: Obtenha informações. Faça o levantamento do maior número de informações possível sobre a empresa e mercado (ex.: resultados, tendências, concorrentes). Veja também como o governo pode influenciar no negócio (ex.: alguma nova lei, benefício para vender seu produto ou coisas do tipo);

2º passo: Tenha indicadores. Indicadores funcionam como termômetros, que indicam a saúde financeira do seu negócio. Então reúna a maior quantidade de números possíveis, como: faturamento, número de vendas, ticket médio, taxa de rotatividade de funcionários ou número de pedidos de orçamento.

3º passo: Pense no futuro. Responda as perguntas: “onde eu queria estar?”; “Os objetivos que tenho para o meu negócio estão sendo alcançados?”; “O que pode ser melhorado?”.

4º passo: Trace objetivos. Tenha suas metas definidas para saber onde você quer chegar. Seus objetivos precisam ser:

– Específicos: tenha clareza do que se deseja alcançar e foque no resultado. Ex.: Aumentar o número de vendas.

– Mensuráveis: especifique como o resultado será medido, um indicador tangível. Ex.: Aumentar em 20% o número de vendas.

– Atingíveis: seja ousado, mas mantenha os pés no chão. Estabeleça objetivos e metas que impactem positivamente no desempenho do empreendimento, que tirem a equipe da “zona de conforto”, mas que sejam possíveis de serem atingidos. Caso contrário, os efeitos poderão ser negativos, gerando desmotivação.

– Temporais: estabeleça um período claro para que os objetivos e metas sejam atingidos. Dizer simplesmente que deseja “Aumentar as vendas no próximo ano”, não é desafiador o suficiente. Ex.: Aumentar em 20% o número de vendas no primeiro trimestre de 2020.

5º passo: Faça planos de ação. Não adianta fazer um ótimo planejamento se você não colocar em prática. Para ajudar nisso, pense em como você vai executar cada etapa do plano. É importante que você defina quem vai fazer cada atividade planejada.

Importante!!

Quanto mais detalhado o plano de ação, melhor. Além disso, lembre-se que bons planos englobam um período temporal não muito longo, isto é, busque quebrar o seu objetivo anual em metas a serem atingidas em um período de três a quatro meses, por exemplo. Isso auxiliará em uma mudança mais suave de direção, caso o caminho escolhido até o momento não se revele o mais promissor.

Por fim, revise os indicadores novamente e, se necessário, levante outros para mensurar os novos desafios. Destes, escolha 5 indicadores que serão chave para o seu negócio. Eles terão relação direta com os objetivos, planos e metas traçados anteriormente. Lembre-se que o planejamento não deve ser feito agora e relegado a uma gaveta, perdido no esquecimento. Revise-o periodicamente!

Para aqueles que já possuem o hábito de fazer o planejamento estratégico, a dica é ser ousado. Continuem firmes, utilizando essa que é uma das mais poderosas ferramentas para o alcance do sucesso empresarial. Contudo, se desafiem também, afinal os clientes estão ávidos por novidades e a concorrência certamente não está de braços cruzados.

Como criar sua lojinha no Instagram

Você já deve ter ouvido falar sobre a possibilidade de criar o seu catálogo online e vender pelo próprio Instagram. Se sim, saiba que isso é sim possível! E hoje vou te mostrar o passo a passo para começar a vender pelo insta.

Se você não sabe do que eu estou falando, é sobre essa “sacolinha” que aparece, por exemplo, no perfil da Dobra nas duas imagens acima. Esse foi um recurso que surgiu em meados de 2018, e foi evoluindo bastante até chegar ao que temos como possibilidades hoje. 

Primeiro é importante saber que para ter uma loja no Instagram, você precisa de uma conta comercial e também de uma página do seu negócio no Facebook (ou uma conta no Gerenciador de Negócios). Isso porque vai ser pelo facebook que você vai conseguir gerenciar e organizar tudo! É lá que você cria seu catálogo e adiciona os produtos nas fotos que você postar no Instagram. Por isso, é essencial que o seu perfil no Instagram e o seu negócio no Facebook estejam vinculados.

Outro requisito é que a sua empresa venda bens materiais, ou seja, principalmente mercadorias físicas (por exemplo, no nosso caso, que vendemos cursos, a loja não é uma possibilidade) e que esteja nos países aceitos pela plataforma (o Brasil é um deles!). Os requisitos completos você pode ver aqui: https://web.facebook.com/help/instagram/1627591223954487?helpref=faq_content&_rdc=1&_rdr

Depois de conferir se você preenche todos esses requisitos, é a hora de começar a configurar a sua loja! Nesse momento, você vai fazer tudo pelo facebook. Existem 3 formas de fazer isso, e eu vou te mostrar o passo a passo de cada uma delas:

  1. Criar direto pela Página da sua empresa

Nesse caso, você vai abrir a sua página normalmente e acessar as configurações:Lá, você vai acessar a parte de “Modelos e Guias”:

Caso a opção “Loja” não apareça para você, é só ir no botão “Adicionar Guia” e selecionar essa opção!

Você verá que a opção “Loja” vai começar a aparecer na coluna esquerda na sua Página. Ao clicar nela, é só ir seguindo o passo a passo para configurar a sua loja.

Lembre de conferir que a opção “Finalizar compra em outro site” está marcada, pois só assim ele vai deixar você fazer o link com o Instagram depois.  E então é só começar a adicionar os seus produtos!

  1. Criar pelo Gerenciador de Negócios

Você irá acessar o seu Gerenciador de Negócios no Facebook. Para isso, é só clicar aqui e fazer o seu login: https://business.facebook.com/adsmanager/manage/

É só ir em “Criar catálogo” e começar o processo. Se você já tiver um catálogo e quiser editar, ele vai aparecer nessa lista, como no meu caso, e é só acessar para mudar ou acrescentar algo.

Aqui você deve escolher a opção que melhor se enquadra à sua empresa.

E, em seguida, você vai começar a configurar o seu catálogo! Ele pode ser todo feito pelo facebook, ou você pode integrar com alguma plataforma de ecommerce que você já use (essa parte eu explico na terceira opção, então, se for o seu caso, já pode pular para lá!).

Você deve conferir se a página selecionada é mesmo a sua, dar um nome para o seu Catálogo, e então é só selecionar o “Criar”.

E então você será direcionado para essa página: 

São muitos recursos para você explorar e ir descobrindo o que melhor encaixa para o seu caso. Minha dica é que você tire algum tempo para ler sobre cada um deles e testar – se não der certo, é só desfazer depois.

Para começar a montar o seu Catálogo, é só clicar em Produtos, e começar a adicionar o que você vende!

Você pode adicionar cada um deles manualmente, inserir uma planilha, ou importar do site da sua loja.

Para adicionar manualmente, você precisará inserir essas informações:

E ele passará a aparecer na sua lista de produtos nesse Catálogo:

Para fazer o upload dos produtos, a ficha é essa aqui:

Você deve inserir uma planilha contendo todos os produtos e eu sugiro que você leia o passo a passo antes de criar o documento, para garantir que não precisará fazer o trabalho duas vezes (ele fica nesse link aqui: https://web.facebook.com/business/help/1898524300466211?id=725943027795860)

E, para importar do seu site, você precisará adicionar um pixel linkado ao Facebook:

Nesse caso, a melhor pessoa para te ajudar é o Desenvolvedor que criou ou te ajudou a criar o seu site! Converse com ele que ele saberá te ajudar.

  1. Criar por meio de parceiros externos (outras plataformas de ecommerce)

Isso pode ser feito direto pela plataforma que a sua empresa utiliza, seguindo o passo a passo que eles disponibilizam, ou pelo Gerenciador de Catálogos do Facebook, como mostrado acima.

Depois de selecionar a plataforma que você utiliza é só seguir o passo a passo que vai surgir. Ele varia conforme a plataforma utilizada.

Após preenchido o(s) seu(s) catálogos, é a hora de fazer a ativação pelo Instagram. Para isso, basta acessar as suas configurações de conta e se cadastrar para a opção de compras:

A permissão pode demorar alguns dias para ser concedida, mas, depois disso, é só começar a marcar os seus produtos! Quando acessar a parte da loja, você terá a opção de escolher qual catálogo você quer vincular à conta.

Depois, é só criar um novo post (pode ser no feed ou stories) e escolher a opção Marcar produtos. No feed é como se você estivesse marcando uma pessoa, vai aparecer lá, embaixo de “Localização” e “Marcar pessoas”. Já nos Stories, vai ficar na aba de adesivos, lá onde você coloca gifs, enquetes, música, etc.

Quando você marcar pelo menos 9 produtos, você pode habilitar a aba Loja no seu perfil.

Agora você já sabe como começar a usar o recurso de compras do Instagram! Depois me conte se deu certo 🙂

*A sua versão do Instagram e do Facebook podem variar conforme o seu modelo de celular e versão dos aplicativos. Mas não se preocupe, o passo a passo será basicamente o mesmo 🙂

5 campanhas de Marketing fantásticas com participação dos clientes

Marketing de Experiência é quando a marca se envolve ativamente com o cliente, indo muito além de simplesmente comprar ou usar o produto que ela fabrica. Há várias campanhas de Marketing de Experiência que sequer usam o produto em si. O que existe em comum em boas campanhas assim é o envolvimento e a maior simpatia do consumidor pela marca.

Campanhas assim podem ser muito caras ou custar muito pouco ou podem custar extremamente pouco. Isso depende da criatividade dos criadores das campanhas. Outra coisa legal é que, quando filmadas e divulgadas na internet, esse tipo de campanha faz a marca se aproximar não só de quem participou ativamente da campanha, mas também de quem assiste como ela aconteceu.

Aqui estão cinco campanhas espetaculares de Marketing de Experiência:

1. Coca-Cola Zero

Para promover o lançamento do filme Skyfall (um dos vários 007), a Coca-Cola fez um desafio em uma estação de trem na Bélgica. Ao tentar comprar uma Coca em uma máquina automática, o cliente recebia uma mensagem tinha poucos minutos para chegar até o outro lado da estação. Ele deveria correr e, ao longo do caminho, encontraria vários desafios, mais ou menos como o 007.

2. WestJet

A companhia aérea canadense tem como missão melhorar a vida das pessoas. Assim, em 2013, após fazer o checkin para um voo de cerca de 4 horas, os passageiros interagiram com um Papai Noel dentro de uma máquina. O Papai Noel conversava com eles e, entre outras coisas, perguntavam o que gostariam de ganhar de Natal. A surpresa acontece quando os passageiros chegam em seu destino.

3. Heineken

Essa campanha da Heineken aconteceu com casais que visitavam um restaurante. No cardápio entregue para os homens havia um cartão e um bilhete: “dê esse cartão para sua mulher passar o dia em um SPA para você poder assistir a final da Champions League sem ela”. Os homens entregaram o presente às mulheres e, no dia da final, foram assistir juntos o jogo. Acontece que as mulheres também estavam assistindo à partida, mas em um lugar muito melhor.

4. Dove

Essa campanha da Dove foi feita para melhorar a autoestima das mulheres. Foi contratado um especialista do FBI em fazer retratos falados e ele deveria fazer o retrato de mulheres a partir de duas fontes: a primeira, com a própria mulher se descrevendo. A segunda, com uma conhecida descrevendo a mulher. Os resultados foram chocantes.

5. Volkswagen

Para promover mudanças de comportamento a partir da diversão, a Volkswagen montou teclas de piano na escada de estações de metrôs de algumas cidades do mundo (a do vídeo é em Estocolmo). Percebemos que as pessoas gostam de se divertir. E preferem isso à comodidade de uma escada rolante!

E você? Se inspirou para criar alguma campanha assim para seu negócio? Conte para a gente!

O seu preconceito pode atrapalhar sua segmentação!

Pense por um minuto e me responda uma pergunta: Qual é o perfil do público que compra de você?

Agora, vou te falar as características de duas pessoas. Peço que você vá formando a imagem delas em sua cabeça.

A primeira delas é um médico. Ele é casado há 42 anos. Mora com a esposa em um bairro nobre de uma grande cidade – seus dois filhos, que têm pós-graduação, não moram mais com ele. Embora ele já tenha 74 anos, ainda atende pacientes em seu consultório particular.

Você fez a imagem desse médico em sua mente? Pense em como ele se veste, onde faz as compras, quais marcas usa. Pense também em como anunciar para atingir essa pessoa: televisão? Jornais? Redes sociais?

Agora, vou descrever outra pessoa e quero que você também forme a imagem dela em sua mente:

A segunda pessoa é um homem que não tem celular e nem cartão de crédito. Ele compra as coisas baseadas em sua utilidade, ou seja, não vê valor em marcas. Esse homem anda muito a pé e de bicicleta pelo bairro onde mora: na região, muitas pessoas o conhecem. Ele preserva seus amigos de infância e, embora more em outra região da cidade, ainda tem laços com o bairro onde cresceu.

Novamente, peço que pense como essa pessoa se veste, onde faz as compras e quais marcas usa. Ainda, pense em quais meios de comunicação você usaria para vender algo a essa pessoa.

Vamos continuar nosso exercício de imaginação: você vê alguma semelhança entre o médico e a segunda pessoa? Eles se vestem de forma igual? Vão aos mesmos lugares? Compram as mesmas coisas?

Se sua resposta for “não” para essas questões, preciso te informar que você precisa se atualizar sobre segmentação.

A descrição do médico e a do “homem que não tem celular” se referem à mesma pessoa. O meu pai.

Meu pai é o médico casado há 42 anos que não usa celular nem cartão de crédito. Ele tem os dois filhos com pós-graduação e não vê valor em marcas. Meu pai atende seus pacientes em seu consultório particular e anda de bicicleta pelas ruas do bairro que mora, embora também visite com frequência os amigos do bairro onde cresceu.

Quando pedi para você imaginar as duas pessoas, é provável que você tenha imaginado duas pessoas bem distintas. Mas era uma pessoa só. E qual delas você acha que realmente se parece com meu pai?

A pessoa que você imaginou com a segunda descrição. Meu pai se veste com roupas de lojas de rua, com marcas desconhecidas. Faz compras no mercado do bairro. Vai a shoppings centers somente quando eu o convido. Não está em nenhuma rede social, mas ouve rádio e lê jornais impressos diariamente.

E por que isso aconteceu?

Veja que, na primeira descrição, usei apenas variáveis demográficas. Ou seja, idade, profissão, bairro que mora, número de filhos e informações desse tipo.

Na segunda descrição, avancei com maior profundidade na personalidade da pessoa. Falei de comportamento e sobre alguns de seus valores. E qualquer pessoa seria mais assertiva na hora de saber, de fato, como é o perfil de compra da pessoa descrita.

Agora, uma verdade: se você descreve o perfil do público que compra de você baseado somente em variáveis demográficas (idade, gênero, renda, profissão etc.), você pode estar perdendo oportunidades ou, ainda, direcionando seus esforços de Marketing para o público errado.

Idade, renda ou número de filhos não são determinantes para definir o que uma pessoa vai ou não comprar. O comportamento e os valores das pessoas determinam muito mais uma compra do que essas variáveis. Por exemplo, uma loja de roupas masculinas caras pode focar seu público em “pessoas vaidosas, que valorizam o status que a marca traz e que sentem prazer em andar sempre bem vestidos e receber elogios” ao invés de focar em “médicos, casados, de meia idade”. Veja que, ao descrever os valores e comportamentos, essa loja consegue atingir em cheio quem compra dela – e isso independe da profissão ou idade do cliente. Se focar na profissão ou estado civil, ela pode dar muito tiro em falso.

Portanto, observe o seu cliente. Veja seu comportamento, suas angústias, seus medos, e defina seu perfil a partir disso. Fazendo isso, suas campanhas de Marketing terão chances muito maiores de ter bons resultados do que se o seu foco ficar apenas na superfície das características dos clientes.

45 ideias de posts para você sair do comum no Instagram

Apresentar conteúdo relevante para o público já é uma atividade-chave de vários negócios nas redes sociais. Os benefícios são vários, como melhorar o relacionamento com o cliente, mostrar autoridade ou atingir novos públicos.

Acontece que nem sempre estamos com ideias de posts que nossa audiência acharia interessante: parece que tudo se torna comum e que nada vai chamar a atenção.

Para ajudar a ter ideias do que as pessoas estão procurando sobre nosso negócio, pode-podemos usar ferramentas como o Google Alerts, Google Trends ou Answer the Public.

Porém, em diversas situações de falta de criatividade, mesmo colocando palavras-chave nesses sites, ainda continuamos sem saber o que colocar nas nossas redes. Pensando nisso, listei aqui 9 negócios e ideias não tão óbvias assim para seus posts.

Designer

  • 5 marcas que mudaram e ficaram mais feias
  • Como criar uma identidade visual no feed
  • Quais cores usar para transmitir confiança
  • Dicas de apps fáceis de usar
  • Dicas de livros de design para quem não é designer

Marca de roupas infantis

  • Receiras caseiras para tirar manchas específicas das roupas
  • 5 destinos possíveis para a roupa que não serve mais
  • Como ensinar o filho a se vestir sozinho
  • Quais marcas de sabão em pó e de amaciante são seguras para lavar roupas de crianças
  • Como transportar a roupa suja dos filhos

Personal trainer

  • Pode ou não usar amaciante em roupa de academia?
  • Quais exercícios fazer quando se tem apenas 20 minutos para treinar?
  • 5 músicas perfeitas para fazer um HIIT
  • Comparativo entre Blue Fit e Smart Fit
  • Qual top é melhor para correr?

Cafeteria

  • Melhores produtos (que não sejam café) com sabor de café
  • Comidas que combinam com cada tipo de café
  • O que não pode faltar na casa de quem adora café
  • História de decisões importantes tomadas dentro de cafeterias
  • Teste cego entre café barato e café caro

Estúdio de Yoga

  • Como montar em casa o cantinho da Yoga
  • O que as pessoas pensam enquanto praticam Yoga
  • Desafio: poste uma posição de Yoga e ganhe X
  • Melhores marcas de produtos relacionados a Yoga
  • O que levar e como se preparar para a primeira aula de Yoga

Escritório de arquitetura

  • Tipos de alinhamentos para pendurar quadros na parede
  • Comparativo entre diferentes tipos de lâmpadas
  • Como saber se o trabalho do gesseiro (ou do marceneiro) foi bom
  • Como saber se pode ou não furar uma parede
  • Como medir espaços quando não se tem uma trena

Buffet infantil

  • 5 surpresas para fazer com a criança no dia do aniversário
  • Apps para fazer convites de festa
  • Comparativo entre diferentes marcas de bexiga
  • Pesquisa: quantos % das festas têm brigadeiro?
  • Qual presente dar para uma criança que está completando x anos de idade

Artesanato

  • O que se pode comprar em lojas de materiais de construção para fazer artesanato que é mais barato que comprar na loja de artesanato
  • Comparativo entre diferentes marcas de linha
  • Como fazer origami para decorar caixas de presente
  • Como precificar o produto criado
  • Tipos de embalagens que valorizam ainda mais o produto artesanal

Farmácia

  • Qual a diferença entre um teste de gravidez de R$ 5 e um de R$ 50
  • Por que alguns remédios com marca são mais baratos do que medicamentos genéricos
  • Como funciona os descontos de laboratórios para remédios de uso contínuo
  • Por que a maioria das farmácias pede nosso CPF quando compramos
  • Perigos (não óbvios) da automedicação

Lembre-se que não basta ter as ideias, mas é muito indicado postar com frequência nas redes sociais para atingir os objetivos desejados. Além disso, um mesmo assunto pode ser conteúdo em forma de texto, áudio ou vídeo.

Para terminar, a última dica: não se prenda à rede social e à mídia que você mais gosta – pode ser, por exemplo, que você prefira vídeos e o seu cliente prefira texto. Poste na forma que o cliente prefira consumir!