5 dicas para fazer ótimas pesquisas de mercado usando questionários

Questionários podem ser úteis para fazer pesquisas de mercado. Você pode usar questionários para saber mais sobre o comportamento do consumidor, hábitos de compras ou para fazer pesquisas de satisfação, por exemplo.

Acontece que muita gente acaba criando questionários de forma errada e as respostas que obtêm não servem para nada. Pior ainda, às vezes são respostas erradas e, utilizá-las para tomar decisões pode fazer que o negócio tenha sérios prejuízos.

Por exemplo, um questionário que mostra várias qualidades de um produto e, em seguida, pergunta: “Você compraria esse produto?”. A chance de a pessoa responder que “Sim” é muito grande, já que acabou de ler vários benefícios do produto. Mas, na “vida real”, pode ser que ela não queira comprar.

Aqui estão cinco dicas para você fazer pesquisas de mercado usando questionários que vão te dar boas respostas:

1. Utilize uma boa ferramenta

Muitas vezes, antes de criar um questionário, a pergunta que vem à cabeça é: “onde posso criar um questionário?”. É claro que isso vai depender do tipo de pergunta, e até do tipo de análise que você pretende fazer com seu questionário.

Uma das ferramentas mais populares para a criação de questionários é o Google Forms. Ele é de graça e ele permite vários tipos de perguntas (por exemplo, questões abertas, de múltipla escolha ou de escala).

Outra ferramenta que gosto muito é o TypeForm. Assim como o Google Forms, ele também permite vários tipos de perguntas e tem um visual bem mais bonito que a solução do Google. O problema é que a versão gratuita permite apenas 10 perguntas. Para mais questões, é preciso pagar.

Se você quer uma solução mais profissional, que permite funções como adicionar arquivos, mostrar imagens ao respondente, fazer vários formulários e apresentá-los de forma aleatória, recomendo o SurveyMonkey. Sem dúvida, ele é bem mais completo que as ferramentas anteriores sendo, inclusive, bastante utilizado em pesquisas científicas. Apesar de ser pago, ele tem uma versão gratuita de teste (com algumas limitações).

2. Coloque as perguntas mais importantes primeiro

No início do questionário, as pessoas estão com mais energia e mais animadas a respondê-lo. Por isso, é importante aproveitar esse momento para fazer as perguntas mais importantes e que requerem que o respondente “pense mais”. Ou seja, coloque o que você realmente quer saber logo no início do questionário, que é a hora que o respondente mais dará atenção a ele.

Deixe para o final do questionário aquelas perguntas que o respondente não precisa pensar muito, como idade, gênero e local onde mora.

3. Seu respondente não precisa se identificar

Pedir para o respondente se identificar (especialmente no início do questionário) pode ser um erro. Muitas pessoas mentem nos questionários simplesmente pelo fato de ele não ser anônimo. Um exemplo simples: quando perguntados sobre a renda, muitas pessoas de baixa renda falam que ganham mais (porque têm vergonha de falar que ganham pouco) e muitas pessoas de alta renda falam que ganham menos (porque têm vergonha de admitir que ganham tanto). Quando se identificam, esse efeito pode ser ainda maior.

Em caso de perguntas íntimas (por exemplo: “você toma algum remédio controlado?” ou “quantas vezes você faz sexo por semana?”), pode ser que a pessoa simplesmente não responda porque não quer que o dono da pesquisa saiba que ela tem aquele comportamento, e isso pode acabar invalidando o questionário. Então, reflita se realmente é necessário que seu respondente forneça nome, email ou telefone no seu questionário. Se for realmente necessário, recomendo que coloque essas perguntas no final de tudo.

4. Cuidado com as opções das perguntas fechadas

Imagine que você queira saber o tipo de trabalho do seu respondente. Então, ao invés de deixar uma pergunta aberta (que, convenhamos, dá mais trabalho na hora de analisar), você coloca uma questão de múltipla escolha e escreve as opções: “Funcionário”; “Proprietário de um negócio”; e “Estudante”. E aí, vamos imaginar que o trabalho do seu respondente não se enquadra em nenhuma dessas opções (digamos que ele esteja “desempregado” e você esqueceu de colocar essa opção lá). Acaba que o próprio questionário induz a uma resposta errada, já que não vai ter a opção correta para a pessoa marcar.

Assim, quando a pergunta for fechada desse jeito, recomendo sempre que se coloque todas as opções possíveis de resposta. Isso é mais fácil de fazer quando a pergunta envolve números (por exemplo, “abaixo de 18 anos”; “entre 18 e 30 anos”; “acima de 30 anos”). No caso de texto, aconselho que, pelo menos, adicione uma opção “outros”.

5. Faça sempre só uma pergunta de cada vez

Às vezes fazemos, sem querer, duas perguntas, e deixamos espaço no questionário para que a pessoa responda só uma, o que gera dúvidas e, de novo, respostas erradas. Por exemplo, a questão: “Quantas vezes você escova os dentes e usa fio dental por dia?” é uma pergunta que pode levar o respondente a achar que são duas perguntas diferentes. A pergunta quer saber quantas vezes eu escovo os dentes? Ou quantas vezes eu uso fio dental? Ou quantas vezes eu uso os dois, um logo após o outro?

Veja que uma simples questão mal formulada leva a várias dúvidas. E, quando o respondente tem dúvidas demais, ou seja, precisa se esforçar muito para responder um questionário, ele o acaba deixando de lado. Assim, seja sempre o mais simples possível com suas perguntas.

Questionários são uma boa forma de conhecer o cliente mas é preciso tomar muito cuidado para que não haja erros, caso contrário, o questionário pode não servir para nada. Ao contrário de entrevistas presenciais, você não tem a oportunidade de tirar dúvidas das pessoas que estejam respondendo um questionário. Por isso, as perguntas devem ser extremamente claras, de modo que o respondente consiga ler e saber o que está sendo perguntado sozinho. Por isso, mais duas dicas extras: tome cuidado com palavras que seu público não entenda. Às vezes a palavra pode ser super conhecida para você, mas ter um significado que o respondente não conheça. E, a segunda dica: se achar necessário, antes de enviar o questionário para muita gente, faça um teste com poucas pessoas para verificar se está tudo claro e sem erros.

Como fazer repost no Instagram

Nesse texto, vou te ensinar como fazer repost no Instagram. Se você não sabe o que é repost, eu explico. Repost é quando você copia a imagem (e, se quiser, a legenda) do post que alguém fez e coloca na sua conta. Fazer reposts no Instagram é uma boa forma de você movimentar seu perfil sem precisar criar conteúdo próprio. É claro que ter um perfil só de reposts pode não ser tão interessante para seus seguidores, afinal, as pessoas gostam de ver conteúdos próprios. Por isso, recomendo que você tenha não um perfil somente com reposts.

Outro cuidado a ter na hora de fazer um repost é sempre colocar a fonte, ou seja, indicar de onde você tirou o conteúdo. Provavelmente outra pessoa teve o trabalho de criar uma imagem ou um texto e o mínimo que devemos fazer é dar créditos a essa pessoa.

Agora que você já sabe o que é um repost, vou te mostrar como fazer um repost no Instagram em 14 passos.

Passo 1: Baixe um app que faça repost.

Há vários aplicativos de repost e todos eles funcionam de forma muito semelhante. Nesse passo-a-passo, usei o Repost for Instagram Instasave (clique aqui para baixar).

Atenção! Agora você só precisa baixar o app. Não precisa entrar nele por enquanto!

Passo 2: Entre PELO INSTAGRAM no post que você quer repostar

Abra seu Instagram e vá até a imagem do post que você quer repostar no seu perfil.

Passo 3: Clique no … que tem acima da imagem do post

Passo 4: Clique em “Copiar link”

Passo 5: Abra o Repost. Você vai ver que o post já vai aparecer lá!

Passo 6: Clique em cima do post que foi copiado para o Repost

Passo 7: Clique em Repost

Passo 8: Clique em “Copy Caption & Open Instagram”

Passo 9: Seu Instagram será aberto. Escolha se você quer repostar a imagem no seu story ou no feed

Nesse exemplo, vamos repostar no feed. Então, clique em “feed”

Passo 10: A partir de agora, é só você postar normalmente! Clique em “avançar”

Passo 11: Nessa próxima tela, se quiser escolha um filtro e clique, novamente, em “avançar”

Passo 12: Clique em “Escreva uma legenda” e marque “Colar”

Quando você “colar”, a legenda do post original será colada no local da sua legenda. Você pode fazer isso e deixar a legenda original, editar essa legenda ou, ainda, escrever a legenda que você escolher.

Passo 13: Depois de ter colocado ou editado a legenda, clique em “OK”

Passo 14: Clique em “Compartilhar” e a imagem estará repostada!

Apesar de serem muitos passos, é um processo simples! A maioria das pessoas trava na hora de copiar o link do post no Instagram e abrir novamente o Repost. Agora que você já sabe repostar, que tal treinar com um post da Sempreende no seu feed? 😉

Como encontrar oportunidades de negócio para empreender na crise (e fora dela)

Na Itália, após segunda guerra mundial, ficou muito difícil encontrar cacau. Foi aí que um confeiteiro resolveu criar um creme mais barato, feito de avelã, açúcar e somente um pouquinho de cacau. A receita se tornou a Nutella que conhecemos hoje e rendeu ao Grupo Ferrero um faturamento de mais de 10 bilhões de euros em 2018.

Ainda durante a guerra, proibiram o xarope que faz a Coca-Cola de entrar na Alemanha. Para não fechar a fábrica alemã, a empresa resolveu usar leite e sobras de maçã para criar um novo produto: a Fanta. Hoje, a Fanta Laranja é a terceira marca mais vendida pela Coca-Cola no mundo.

Na crise de 1929, Charles B. Darrow, que estava desempregado, viu que as pessoas estavam entediadas e sem dinheiro para fazer investimentos na vida real. Por isso, elas poderiam gostar de algo que as fizesse imaginar que estavam investindo. Foi aí que ele criou o Monopoly (que, no Brasil, é o Banco Imobiliário). Esse jogo fez tanto sucesso que, em 2010, ele foi apontado como o brinquedo mais bem-sucedido em vendas na história do Brasil.

Mais recentemente, em 2008, a Uber surgiu quando seus fundadores perceberam a dificuldade que era conseguir um taxi e que havia pessoas que precisavam complementar a renda.

O que todas essas histórias têm em comum? Todas essas empresas foram criadas em momentos de crise, em que, geralmente, a maioria das pessoas tem medo de empreender ou começar algo novo. Todos esses negócios surgiram a partir da identificação de uma oportunidade disfarçada, da adaptação de recursos ou de insatisfações com os negócios existentes. As crises mudam, mas as fontes de oportunidade continuam as mesmas. Se você quer começar um negócio na crise, você precisa observar comportamentos humanos.

A primeira fonte de oportunidade de negócio para empreender na crise são as mudanças sociais. Sempre que existem mudanças de comportamento, as oportunidades aparecem. Algumas são mais evidentes. Outras, menos. A pandemia do covid-19, por exemplo, despertou a necessidade de comprar máscara e álcool em gel. Além disso, o consumo via delivery aumentou, o número de refeições feitas em casa quase dobrou e o consumo de cursos online cresceu 28% (Kantar, 2020). A adaptação para a vida em quarentena, com várias atividades online, incluindo as lives e grandes eventos, o home office e as medidas sanitárias geraram mudanças relativamente permanentes, que escondem oportunidades de negócios.

Ao pensar em mudanças, você não precisa se prender aos novos comportamentos gerados pela pandemia. Basta analisar a evolução da pirâmide etária brasileira para perceber isso. O número de pessoas com mais de 60 anos está aumentando e o número de nascimentos está caindo. Isso quer dizer que existem oportunidades de negócios para atender a terceira idade, que ainda é muito mal atendida, e gostaria de ter mais opções de lazer e vestuário, segundo pesquisa do Serasa.

Além disso, muitas das pessoas que não têm filhos, acabam dando tratamento especial aos animais de estimação, o que tem feito o mercado pet crescer a cada ano, com inovações que vão desde comedouros controlados por aplicativos até a dog beer, a “cerveja” que o cachorrinho pode beber enquanto o dono bebe a dele.

Todo problema pode se transformar numa oportunidade de negócio! Por isso, se você quer empreender na crise, além de identificar as mudanças sociais, passe a observar as pessoas com um olhar curioso! Para isso, identifique:

– Quais insatisfações as pessoas têm com as empresas que já existem;

– Quais necessidades estão sendo mal atendidas;

– O que impede que as pessoas tenham boas experiências no seu dia a dia.

Identificar alguns desses três pontos pode te ajudar a criar um novo negócio. A Quinto Andar, por exemplo, foi criada a partir da identificação de que a burocracia para alugar um imóvel gera muitos problemas para proprietários e locatários. A empresa administra o pagamento de aluguel ao proprietário, dispensando o inquilino de apresentar fiador, seguro-fiança ou depósito caução, além de possibilitar visitas online ao imóvel e de ter assinatura de contrato virtual.

Seus próprios problemas e irritações também podem ser o problema que outras pessoas enfrentam e se tornar uma oportunidade de negócio. Isso aconteceu com Paulo Fabra, que descobriu, ao fazer uma viagem para a Espanha que sua mala havia sido violada, com vários itens extraviados. Ao perceber que esse problema não era só dele, criou a Protec Bag, empresa de embalagem de malas, presente no mundo todo.

Para identificar oportunidades de negócio e empreender em tempos de crise, é fundamental que você esteja atento aos comportamentos das pessoas. Todo negócio existe para resolver o problema de alguém. Afinal, se você não resolve nenhum problema, a pessoa não tem motivos para consumir de sua empresa e ela não tem razão de existir. Por isso, ao invés de procurar receitas de sucesso ou listas dos negócios ideais para abrir, invista seu tempo pesquisando potenciais clientes e entendendo o que eles precisam. É aí que se escondem as oportunidades de negócio!

Delivery: Muitos restaurantes fazem errado

O delivery é, sem dúvida, uma boa alternativa para restaurantes nesse momento de pandemia. Mesmo nas cidades em que já é permitido o funcionamento do comércio, muita gente ainda não quer sair de casa e acaba pedindo comidas e bebidas para serem entregues em suas casas.

Acontece que a operação do delivery é complexa. Para o dono do restaurante, não basta simplesmente se cadastrar em um aplicativo tipo iFood, colocar a comida em uma embalagem qualquer e despachar. Entre outras coisas, é preciso ter atenção com a embalagem (por exemplo, se ela não se desmanchar ou misturar a comida enquanto estiver sendo transportada), apresentação e o próprio cardápio (há pratos que, definitivamente, não foram feitos para suportar a mochila de um motoboy).

Apesar disso, muitos donos de restaurantes não se preparam o mínimo para fazer as entregas e acabam errando feio com vários pedidos por delivery. Os erros mais comuns são demora na entrega do pedido, troca de pacotes entre clientes e a comida chegar bagunçada na embalagem. Isso, por si só, já faz que o restaurante “perca uns pontos” na mente do cliente, mas aí vem o segundo erro: os negócios não sabem lidar com reclamações de clientes do delivery.

Quando ouvem uma reclamação, geralmente a primeira reação é a negação: “isso não aconteceu”, e pede para o cliente mandar uma foto para provar o erro. Constatada a falha, a próxima reação é a terceirização da culpa: “saiu daqui em perfeito estado, o motoqueiro é que não teve cuidado. Esse motoqueiro não é meu”. 

Caro dono de restaurante: se a comida não chegou da forma que deveria, a culpa é sua por não fazer uma embalagem adequada, e não do motoqueiro. O mundo todo sabe que comidas balançam em qualquer moto. O mínimo que você deve fazer é ter uma embalagem resistente. Claro, estamos falando de refeições que chegam desorganizadas na embalagem, mas essa lógica serve para qualquer falha. O cliente não quer saber de quem foi a culpa. Muitas vezes,  ele não quer ouvir explicações (que também são comuns, como: “hoje demorou porque faltou um funcionário” ou “hoje tive pedidos demais, por isso atrasou”). O cliente quer que o problema seja resolvido. Se possível, rapidamente e, sempre, de forma gentil.

Cada caso é um caso e não há uma “fórmula única” que resolva todos os tipos de problemas que possam acontecer em uma operação de delivery. Porém, uma regra que se adequa a praticamente todas as situações é: entrar em contato com o cliente assim que perceber a falha e perguntá-lo como ele quer que ela seja resolvida. Sim, dê ao cliente essa opção. Imagine que um cliente tenha pedido um milk shake e ele chegou vazendo na embalagem. Ao invés de simplesmente mandar outro, fale para o cliente algo como: “Isso não poderia ter acontecido. Obrigado por avisar, vou corrigir essa embalagem para que não vaze mais. Mas eu preciso resolver isso de alguma forma. Como eu posso corrigir esse erro?”.

Quando você deixa o cliente escolher como ele quer que o problema seja resolvido, você vai ter certeza de que ele está escolhendo a melhor opção para ele e, provavelmente, isso não vai custar mais para você do que a solução que você daria. Por exemplo, ao invés de você simplesmente mandar outro milk shake, deixe o cliente escolher se ele quer outro naquele momento, se quer outro depois ou se quer o dinheiro de volta. Fazendo isso, você pode até mesmo transformar a insatisfação que o cliente teve em um primeiro momento em um encantamento (afinal, ele passou a ter exatamente o que esperava).

O delivery pode ser uma excelente forma de continuar garantindo receita em tempos de pandemia e, até mesmo, ser uma maneira de atrair clientes para o espaço físico. Por outro lado, os concorrentes estão, literalmente, a um clique do cliente. Caso ele não confie na sua empresa, ele não precisa sequer andar até outra loja. Basta dar um clique em outro lugar. Por isso, é extremamente importante para os negócios que façam a operação de delivery de forma correta e que saibam agir corretamente diante de reclamações de clientes.

Como usar o Reels – o novo recurso do Instagram – para gravar vídeos

O Instagram lançou na última semana uma nova ferramenta, chamada Reels, que permite gravar vídeos usando áudios, efeitos, dublagens, e a possibilidade de recortar e juntar diferentes trechos de vídeo em uma só produção. O recurso substitui o Cenase está sendo testado no Brasil, França e Alemanha. O Instagram Reels tem funcionalidades bem parecidas com o Tik Tok, rede social que mais cresceu nos últimos tempos, e parece ser uma tentativa do Instagram de conter os avanços da concorrente.  Os conteúdos criados no Instagram Reels podem ser compartilhados no feed, no direct, nos stories e no explorar. Entenda melhor como você pode usar esse recurso. 

Como usar o Instagram Reels:

  • Abra a câmera para Stories e selecione a opção Reels.
  • No menu lateral (no canto esquerdo) você verá as ferramentas de edição (áudio, velocidade, efeitos e temporizador).

  • Você pode gravar um vídeo único ou fazer vários cortes em sequência.
  • Também é possível fazer upload de um vídeo da galeria para compor o vídeo final.
  • Em “Áudio” você pode pesquisar uma música da biblioteca do Instagram para usar no seu Reels. Também é possível escolher sons para fazer dublagens.

  • Você pode usar seu próprio áudio original gravando o vídeo com ele. Quando você publica um conteúdo com sua voz, ele é atribuído ao seu perfil e outros usuários podem fazer dublagem usando seu som (assim como no Tik Tok).
  • Se você quiser usar o mesmo áudio que alguém usou, é só clicar em cima do nome no áudio (lá no vídeo) e depois em “usar áudio”.

  • O temporizador e a contagem regressiva te permitem gravar o vídeo com as mãos livres. É só ficar pressionando o botão de gravar que uma contagem regressiva irá aparecer na sua tela.

  • Nos efeitos você tem acesso a vários filtros parecidos com os dos stories e também a recursos como a tela verde, que permite que você coloque imagens no fundo do vídeo. Isso pode ser útil para colocar uma imagem sua em outro ambiente ou uma imagem de um conteúdo que você vai explicar no vídeo, por exemplo.

(nessa imagem eu coloquei um print da busca pelas palavras Instagram Reels feita no Google Trends, para mostrar seu crescimento. Ela poderia ser a imagem de fundo do meu vídeo falando sobre isso)

  • A opção velocidade controla a velocidade da reprodução do vídeo, deixando-o mais lento ou mais rápido. Você aumentar ou diminuir a velocidade de qualquer parte do vídeo que selecionar.

  • Após gravar o vídeo, é possível usar a ferramenta “alinhar” que te ajuda a sobrepor trechos do clipe anterior ao próximo. Isso pode ajudar a fazer as transições do vídeo no tempo certo (ideal para aqueles vídeos de troca de roupa, por exemplo).
  • Quando tudo estiver pronto, é só compartilhar. Nesse momento você pode alterar a imagem de capa, adicionar legenda, hashtags e marcar pessoas (assim como você faz nos stories).

  • Também é possível salvar um rascunho e finalizar a edição depois.
  • Seus vídeos ficarão salvos em uma guia Reels separada em seu perfil, onde você pode acompanhar o número de visualizações e curtidas do vídeo.

  • Para assistir os Reels feitos por outras pessoas você pode acessar esse guia em seu perfil ou clicar na lupinha do explorar e procurar por eles.

            Sempre que um novo recurso é lançado, o algoritmo tende a favorecer as pessoas que o utilizam, já que o Instagram quer mais pessoas consumindo e produzindo esse tipo de conteúdo. Por isso, pode ser interessante explorar. Além disso, é uma forma diferente de entregar informações ao seu público e também de promover entretenimento. Lembre-se de que as pessoas procuram as redes sociais para adquirir conhecimentos e também se divertir. Por isso, recomendo que você explore e teste o Instagram Reels para entender como ele funciona. Por parecer complicado na primeira vez, mas logo você se acostuma com os recursos.

            Ainda não dá para saber se o Instagram Reels vai conseguir derrubar o Tik Tok, mas essa é uma briga entre empresas que vale a pena acompanhar. 

Dia dos namorados na pandemia – o que fazer para vender mais?

O dia dos namorados, comemorado tradicionalmente no dia 12 de junho no Brasil, será um pouco diferente em 2020, devido à pandemia. Isso não quer dizer que você não conseguirá vender. Quer dizer que será necessário se adaptar. Com criatividade e otimismo, é possível obter ótimos resultados. Por isso, preparei 6 dicas para que você consiga vender mais nessa data:

1. Pense em presentes que fujam do óbvio

A quarentena imposta pela pandemia mudou a rotina de várias pessoas. Como estão em casa, muitas têm se aventurado em outras atividades, seja para resgatar um antigo hobby ou para se livrar do tédio. Por isso, você pode vender presentes que vão ao encontro dessa tendência. Que tal criar opções de presente do tipo DIY (Do it Yourself) para aqueles que gostam de artesanato e de fazer as coisas sozinho? Ou um kit de culinária, com os ingredientes e receita para preparação de um prato especial? Você pode até mesmo combinar seu presente com as transmissões ao vivo (lives) que irão acontecer no dia. O Nando Reis já anunciou que vai fazer uma live dia 12 de junho. Que tal acrescentar a letra dele ao presente e aproveitar a mesma divulgação? Vale até oferecer cursos online para casais que queiram se desenvolver juntos.

2. Criar presentes para vários perfis de casais

Uma boa forma de aumentar seu ticket médio é ter várias opções de presentes para perfis de casais diferentes. Você pode, por exemplo, criar opções para os casais que estão sem se ver durante a quarentena, remetendo à saudade. Pode criar opções para o “crush” que ainda não se tornou realmente namorado(a), por falta de encontros. Pode criar opções para um(a) amigo(a) presentear o(a) outro(a), por estar “encalhado(a)” na data. Quanto mais você se especializar em um nicho, mais vantagens poderá obter.

3. Faça parcerias estratégicas

As parcerias são sempre uma boa forma de se destacar em datas especiais e, em 2020, elas serão especialmente importantes. Procure empresas com produtos que agreguem valor ao seu, como restaurantes, floriculturas, docerias, ou algo mais inusitado, como lettering para enviar mensagens personalizadas. Ainda, caso você não tenha uma ótima estrutura logística, pense em parcerias para a entrega, garantindo que você não atrase nos prazos e decepcione seus clientes.

4. Invista em cartões e embalagens

A embalagem e o cartão são partes fundamentais de qualquer presente. Como muitas pessoas estão comprando pela internet, elas não conseguirão fazer um embrulho ou escrever um cartão como gostariam. Você pode se diferenciar exatamente nisso. Ao invés de entregar o produto em uma caixa de papelão comum, com a nota fiscal anexada, pense em embalagens bonitas e criativas, que realmente agreguem valor. Pense na possibilidade de escrever mensagens personalizadas à mão, caso seu cliente não possa fazer isso antes de entregar o presente. Tenha ideias “instagramáveis”, que façam que as pessoas tenham vontade de postar o presente nas suas redes sociais. Assim, sua marca será ainda mais lembrada e reconhecida.

5. Combine dia dos namorados com festa junina

As festas juninas, tradicionais no Brasil no mês de junho também serão prejudicadas pela pandemia, já que não é possível festejar em aglomerações. Que tal combinar as duas datas? Crie kits com produtos típicos de festa junina para presentear. Faça novas versões do tradicional correio elegante para que as pessoas possam enviar recados de amor. Vale até pensar em levar as brincadeiras para as crianças, no caso de casais que têm filhos.

6. Não se esqueça do atendimento

Não adianta culpar a crise pela queda nas vendas se seu atendimento for ruim. Prepare-se e prepare sua equipe para saber tirar todas as dúvidas sobre o produto/serviço. Tenha estoque suficiente ou garanta que consiga produzir rapidamente caso a demanda aumente. Atenda de forma ágil. Seja gentil. Lembre-se que essa é uma data afetiva e que as pessoas estão mais sensíveis que o comum, então atenção personalizada e empatia farão toda a diferença.            

A pandemia do Covid-19 está afetando os negócios em todo o país. Por isso, usar sua criatividade em ideias simples, aproveitando as datas comemorativas, pode ser uma ótima forma de aumentar suas vendas e garantir a sobrevivência do negócio.  Não perca essa oportunidade!

Como vender no Dia das Mães mesmo em quarentena

O Dia das Mães é uma data importante para o comércio e só perde em número de vendas para o Natal. Nesse ano de 2020, a quarentena pode ameaçar as vendas nessa data, já que muitas pessoas estão em isolamento social ou economizando. Por isso, preparei 7 dicas para te ajudar a vender mesmo em tempos de crise:

1. Aprimore seu atendimento online

Para fazer um bom atendimento online não basta entregar o celular nas mãos de alguém que saiba utilizar o Whatsapp. É preciso se preparar para atender da forma que as pessoas querem. Afinal, diferente do atendimento na loja física, um cliente manda mensagem para várias empresas ao mesmo tempo e espera a resposta de todas elas. E, geralmente, ganha a venda quem tem o melhor atendimento. Assim, é preciso que a pessoa responsável por atender pela internet seja rápida, conheça as informações sobre preço e estoque e tenha fotos para enviar, caso sejam solicitadas. Além disso, é valioso que se tenha um atendimento humanizado, que faça o cliente se sentir próximo da empresa.

2. Demonstre seus cuidados com higiene e prevenção contra o Covid-19

Para que seu cliente se sinta mais seguro ao comprar, deixe muito claro que está tomando os devidos cuidados de higiene e prevenção contra o covid-19 (e realmente tome esses cuidados). Por exemplo, você pode colocar uma embalagem extra ou colocar um recado dizendo que as precauções foram tomadas. Não deixe de comunicar isso ao cliente, especialmente por meio das redes sociais. Pode ser interessante também contratar empresas de entrega que também estejam tomando medidas preventivas, já que esse é o ponto de contato mais crítico com o cliente.

3. Faça kits combinando produtos

Com ou sem quarentena, uma boa forma de aumentar seu ticket médio é elaborar kits com diversos produtos, para agilizar a decisão de compra do cliente. Junte produtos que combinem, como bolsa e carteira e ofereça uma embalagem bonita. Ainda, crie kits para vários perfis diferentes de mães (ex: mães modernas, mães jovens), facilitando a decisão do consumidor.

4. Crie opções para sogra, avó, madrinha

Além de presentear as mães, é comum que as pessoas presenteiem outras pessoas, pelas quais elas também têm carinho. É o caso das avós, sogras, madrinhas. Tenha opções para esse público. Mesmo que não sejam personalizados, você pode fazer sugestões de presentes para essas mulheres, tanto em suas redes sociais quanto no momento do atendimento online.

5. Crie presentes virtuais

Imagine a possibilidade de ninguém poder receber um presente em casa. O que você poderia oferecer para seu cliente? Elabore cartões digitais ou produtos digitais. Se você trabalha com lettering, pode vender o lettering em uma foto da pessoa. Se trabalha com música, pode vender um vídeo com uma canção personalizada. Se trabalha com cursos, pode oferecer um vale presente para a versão online. Use sua criatividade para adaptar seu produto da melhor forma possível. Se você não vê alternativa para elaborar um produto digital, você pode pensar em criar parcerias com outros negócios que fazem isso para você não perder o cliente.

6. Faça parcerias

Por falar em parcerias, caso você não tenha serviço de entrega ou mesmo um canal de vendas online, faça parcerias com empresas que já têm. Você pode se associar a um restaurante e criar um combo que contemple o almoço e o presente, por exemplo, para que o combo seja anunciado nos aplicativos de delivery e entregue por eles.

7. Não se esqueça da emoção dessa data

É compreensível que muitos empreendedores estejam nervosos ou desanimados e sem intenção de fazer nada especial no dia das mães. Porém, tente manter o bom ânimo. É hora de mostrar para seu cliente o quanto ele é importante, ainda que as vendas não estejam boas. Prepare postagens ou vídeos especiais, com homenagens para as mães. Gere uma conexão emocional com as pessoas, para que elas continuem se lembrando de sua marca.

Tempos difíceis exigem nossa capacidade de adaptação. Com uma boa dose de otimismo e boa vontade, nossa criatividade é estimulada. Use essas dicas para abastecer seu potencial de inovação e siga em frente!

Como fazer anúncios no Instagram de forma simples

Existem diversas formas de se fazer anúncio no Instagram, ou seja, de promover o seus posts no Instagram para que mais pessoas vejam o conteúdo que você está produzindo. Talvez a forma mais fácil de promover posts no Instagram seja utilizando o próprio aplicativo.

Aqui está um passo-a-passo de como fazer isso, lembrando que, para poder anunciar no Instagram, sua conta deve estar configurada como comercial ou como criadora de conteúdo:

Seguindo esses passos, seu anúncio no Instagram estará pronto! Caso tenha alguma dúvida, é só escrever nos comentários!

4 modelos de negócio que você pode usar no seu (parte II)

Modelo de negócio é a forma que sua empresa entrega seu produto ou serviço e recebe por isso. Nesse post (clique aqui para ler o post) falamos sobre 4 modelos de negócios que você pode se inspirar para inovar no seu negócio. Aqui eu separei mais 4 modelos que seu negócio pode utilizar e se destacar no mercado:

Afiliados. No modelo de afiliados, a empresa dá comissões para quem vende seus produtos ou serviços. Assim, ela não precisa ter grandes esforços de venda, que ficam por conta dos afiliados. É mais ou menos assim: uma pessoa recomenda a empresa para um amigo. Se esse amigo faz a compra, quem indicou ganha uma porcentagem da venda. Em diversos casos, a empresa dá mais de 50% do valor da venda como comissão, para que tenha vendedores engajados e realmente interessados em vender o produto. Esse modelo tem ficado mais comum com a venda de produtos digitais, como cursos online, mas pode ser utilizado em qualquer outro negócio.

Aikido. Esse modelo tem o nome de uma arte marcial em que a força de quem ataca é usada contra ele. No mundo dos negócios, esse modelo acontece quando uma empresa oferece o oposto do que outras empresas no mercado estão oferecendo, com o objetivo de atrair pessoas que não estão gostando do que é o padrão. Por exemplo, nos anos 1990, enquanto todas as marcas de computadores vendiam computadores com configurações pré-determinadas por meio de revendedores, a Dell passou a vender seus computadores diretamente ao consumidor e, ainda, permitia a configuração de acordo com o que o cliente desejava. Outro exemplo: enquanto a maioria das academias de ginástica se equipavam com os melhores equipamentos e professores para cobrar mais caro dos alunos, a SmartFit surgiu com um modelo em que também tinha ótimos equipamentos e professores, mas com mensalidades bem abaixo da média. Para aplicar esse modelo de negócio, é necessário conhecer muito bem o mercado e saber se realmente os clientes estão preparados para um negócio com uma lógica diferente do que estão acostumados.

Propriedade fracionária. Imagine que você queira ter um carro de luxo, que custe R$400 mil reais. Que tal você poder tê-lo por uma semana ao mês, pagando apenas R$100 mil? É basicamente assim que funciona o modelo de propriedade fracionária. Ao invés de o produto ser vendido para apenas uma pessoa, ele é vendido para um conjunto de pessoas, e cada uma o utiliza pelo tempo permitido por sua “fração” da compra. Esse tipo de modelo de negócio é relativamente comum em mercados com altos custos, como o de aviação. Além disso, há empresas, como a Autofraction que atuam com esse modelo para carros de luxo. Em uma época que a economia compartilhada está cada vez mais aceita e comum, esse modelo pode ser uma saída para empresas que enfrentam dificuldades para vender seus produtos.

Puxado pelo mercado. Nesse tipo de negócio, a produção começa apenas depois da venda. Por exemplo, uma confeitaria que fabrica seus doces apenas depois que o cliente faz a encomenda (e paga por uma parte do serviço) está atuando nesse modelo de negócio. Esse modelo pode se subdividir. Há empresas que compram a matéria-prima somente após a encomenda do cliente (e assim, evita custos com estoque e armazenagem) e há empresas que somente produzem após a encomenda (como é o caso da maioria dos restaurantes: a comida só é produzida após o pedido, mas, de forma geral, há os ingredientes no estoque). Esse modelo é excelente para empresas que não querem ter surpresas de ter matéria-prima mas não conseguirem clientes, porém ele não permite que produtos sejam entregues imediatamente após o pedido.

Lembre-se de que vários negócios de sucesso não dependeram de produtos revolucionários, mas da forma diferente de vender. Veja sempre se vale a pena se arriscar e tentar ser diferente do que todo mundo faz no seu mercado. Pode ser a receita do seu sucesso!

Crise do COVID-19: o que sua empresa deve e não deve fazer

No último sábado, dia 20, Jeff Bezos, CEO da Amazon, postou uma carta de 4 páginas no seu Instagram para todos os seus funcionários. Dentre outras coisas, sua mensagem deixa clara a preocupação com o momento e os esforços feitos por ele e pela empresa para superar essa crise. “Todo o meu tempo está focado no COVID-19 e em como a Amazon pode desempenhar melhor o seu papel.”

Essa é a postagem completa dele:

            A Amazon é uma das empresas mais inovadoras e bem-sucedidas do mundo. A mensagem do CEO deixa claro que todos nós precisaremos pensar em adaptar nossas empresas o mais rápido possível à nova realidade. O novo vírus nos colocou diante de situações inesperadas e não sabemos quando a situação voltará ao normal (se é que volta). É hora de pensar no que sua empresa deve ou não deve fazer.

O que fazer:

Invista na comunicação:

            Estamos diante de uma crise de saúde que é também humana. As pessoas precisam se sentir seguras.  Por isso, elas precisam confiar na empresa e você precisa ser transparente. Fale sobre os avanços da doença, seja fonte de informação segura, mas, principalmente, fale sobre o que a empresa está fazendo. Não tenha medo de dividir as dificuldades financeiras, de relatar problemas no caixa. É melhor que as pessoas tenham fontes seguras de informação do que comecem a imaginar histórias e alimentar a tensão e a fofoca.

Apoie seus funcionários durante a crise

            Mais do que nunca, as pessoas precisam de seus líderes. Não deixe que sua equipe se sinta abandonada. Verifique a situação de trabalho em home office para aquelas que já estão em casa. Identifique se é necessário investir em infraestrutura e tecnologia (muitas pessoas não têm computadores próprios e uma internet adequada, por exemplo). Converse com seus funcionários e identifique aqueles que precisam de apoio, oferecendo até mesmo ajuda de custo para terapia. É hora de cuidar das pessoas.

Foque no negócio, sem perder de vista o seu propósito

            Todas as empresas vão precisar inovar, mas não adianta tomar decisões precipitadas, baseadas no que os outros estão fazendo e se desviando do seu propósito. Não faz sentido passar a fabricar um produto que não se encaixa na sua proposta de valor ou abrir mão de valores essenciais só para continuar tendo receita. Você já conhece o negócio e os clientes. É hora de identificar quais novas necessidades eles têm e como você pode resolvê-las.

Pense estrategicamente

            Prepare-se para diversos cenários. Pense como sua empresa voltaria a funcionar se a quarentena acabasse em uma semana. Elabore as estratégias de relançamento. Pense também em cenários pessimistas. E se o isolamento durar mais 6 meses? Quais alternativas você terá? O que as empresas dos demais países estão fazendo? É hora de gerar ideias, sem se desesperar.

Reduzir custos

            É hora de reduzir seus custos para preservar seu caixa. Renegocie aluguel, negocie novos prazos com fornecedores, cancele ou congele mensalidades que não fazem sentido no momento. Fique atento às medidas tomadas pelo governo e pelos bancos e use as oportunidades a seu favor. Qualquer redução pode fazer diferença lá na frente.

O que não fazer:

Marketing oportunista

            As pessoas estão muito sensíveis e críticas. Se sua empresa puder ajudar de forma genuína e altruísta, faça. Se não, fique quieto. Não tente “pegar carona” com ações de outras empresas ou se promover para levar vantagem. Se sua empresa não pode contribuir genuinamente, é melhor ficar calada por alguns dias e aguardar a hora certa de voltar a se manifestar.

Se vangloriar

            Não se vanglorie por ter colocado sua equipe em trabalho remoto ou por ter feito alguma ação que beneficie a sociedade. Você não quer que essas ações pareçam ter segundas intenções. Deixe que seus funcionários e clientes divulguem as boas ações por você.

Sumir

            Devido ao fechamento temporário de muitas empresas e ao excesso de informações, muitos empresários tendem a se afastar dos seus clientes. O problema é que quando as coisas normalizarem eles podem demorar a lembrar de você. Por isso, tente manter contato e relacionamento, ainda que seja apenas para checar se os clientes estão bem. Ainda vale a velha máxima: “quem não é visto não é lembrado”.

Demitir

            A folha de pagamento costuma ser um dos maiores custos das empresas. Apesar disso, demitir agora não ajuda. Primeiro porque as pessoas precisam de emprego e renda para sobreviver. Segundo porque os custos de rescisão são altíssimos e podem mais piorar do que contribuir com seu fluxo de caixa. Terceiro porque sua empresa pode voltar a funcionar antes do que você imagina e você terá um custo ainda maior recontratando e treinando pessoas. Deixe o corte de pessoas por último e o faça apenas se não tiver outra opção.            

Ninguém sabe quando o problema vai acabar e como estaremos no final. O que sabemos é que somos protagonistas nessa crise. Os resultados da pandemia dependem das escolhas de cada um de nós. Afinal, como diria Warren Buffet, “não é o mais forte que sobrevive e sim o que se adapta melhor às circunstâncias.”