13 ações que você pode fazer para seu negócio sobreviver à crise do COVID-19

As notícias e incertezas causadas pela pandemia do COVID-19 tem deixado todos preocupados, não apenas pela saúde pública, mas também pela crise econômica que já começa a pairar. Apesar disso, o desespero e o pessimismo não irão contribuir com a saúde do negócio. Por isso, aqui estão 13 ações práticas que você pode fazer para mitigar os efeitos da crise na sua empresa:

  1. Foque na comunicação: seus funcionários e clientes precisam de informações transparentes e confiáveis. Não tome decisões sem compartilhar com a equipe, não fique vários dias sem conversar com seu cliente. Informação transmite segurança e seriedade. Dependendo do tamanho de sua empresa, é ideal escolher uma única pessoa que será responsável por toda a comunicação interna e externa. Escolha alguém calmo, equilibrado e que transmita credibilidade.
  2. Reduza ao máximo os seus custos: você precisa preservar seu caixa. Por isso, renegocie aluguel, prorrogue prazos com fornecedores, cancele mensalidades de serviços dispensáveis e fique de olho nas medidas adotadas pelo governo (é possível prorrogar o pagamento do Simples e FTGS, por exemplo).
  3. Pense em formas diferentes de entregar seu produto ou serviço: sua empresa surgiu para atender as necessidades do cliente. Se as necessidades do cliente mudaram, sua forma de vender e entregar precisa mudar também. Pense em criar infoprodutos (aqueles que podem ser vendidos pela internet), em fazer entregas na casa do cliente ou por meio de drive-through.
  4. Mantenha o relacionamento com o cliente: ainda que você não tenha um negócio que pode continuar funcionando durante a quarentena, mantenha-se conectado com o cliente. Ele não vai se lembrar de você caso você suma. Gere conteúdo com dicas que o ajudem. Por exemplo: se você vende vestidos de noiva e suas vendas caíram, pense em dar dicas para as noivas sobre como adiar o evento. Assim, elas sabem que podem contar com você e irão te procurar quando decidirem comprar.
  5. Faça parcerias: pense em pelo menos 3 empresas que podem ser suas parceiras, seja para te ajudar a reduzir custos, a fazer entrega, a te divulgar ou garantir que você seja lembrado pelo cliente. É momento de colaboração, não de competição.
  6. Reescreva e relembre seu propósito: em momentos de desespero, é muito fácil perder de vista o que nos levou a querer empreender e a tomar decisões desesperadas para vender de qualquer jeito. Por isso, relembre o seu propósito! Para não desanimar, você precisa ter clareza do que te motivou, até para não sair vendendo coisas que não têm nada a ver com você.
  7. Tire o “não vai dar” do seu vocabulário: o pessimismo mata as boas ideias. O momento é difícil, novo e inesperado. As soluções existentes não são suficientes, pois o problema não é o mesmo. Por isso, pare de bloquear suas ideias. As ideias mais malucas podem ser exatamente a solução que você precisa. Converse com pessoas, busque inspirações, ative sua mente criativa.
  8. Procure saber o que empresas de outros países fizeram: o Brasil está alguns dias ou meses atrás de outros países que enfrentam a pandemia. Além disso, países que sofrem com desastres naturais já passaram por momentos de dificuldades semelhantes a esse. Pesquise o que as empresas fizeram para dar a volta por cima. Você pode ter ótimas inspirações.
  9. Melhore seu atendimento online: não adianta colocar a equipe em home office e passar a vender pela internet se seu atendimento não é bom. Foque na agilidade, preste atenção no seu tom de voz e garanta que está facilitando a vida do cliente.
  10. Arrume a casa: esse é um bom momento para fazer todas aquelas coisas que você nunca tem tempo de fazer. Revise seu perfil no LinkedIn. Melhore seu site. Crie novas apresentações para seu portfólio. Limpe os armários. Deixe tudo em ordem e preparado para quando a crise passar.
  11. Elabore uma ação de reabertura como uma segunda inauguração: quando o período da quarentena acabar, muita gente vai querer comprar. Prepare ações interessantes e baratas para chamar a atenção do cliente. Garanta que você seja visto primeiro e que seja mais atraente que seus concorrentes.
  12. Faça um planejamento estratégico considerando um cenário otimista, um pessimista e um pior ainda: é hora de gerar ideias e se preparar. Pense em como seu negócio pode sobreviver se as coisas complicarem ainda mais. Não espere o problema para gerar ideias de soluções.
  13. Cuide de sua saúde mental: não adianta olhar para o negócio e para sua equipe e se esquecer de você. O momento pede agilidade, mas não pressa. Garanta que você está emocionalmente bem. Faça terapia, meditação, exercícios físicos. Peça ajuda se for necessário. Desacelere quando sentir que precisa.

Todo mundo já cansou de ouvir que empreendedores arriscam, perseveram, são resilientes e sabem passar por dificuldades. Essa é a hora de colocar esses conceitos em prática. Com sabedoria, planejamento e agilidade, tenho certeza de que você conseguirá conduzir seu negócio durante a crise e colher os frutos depois que ela passar. O importante é se manter em movimento.

5 ações para você atender bem pela internet – parte 3

Sabe qual é a principal razão para o atendimento online ser tão ruim na maioria das empresas? Elas ainda não entenderam que esse atendimento é tão importante quanto o presencial ou telefônico e não pode ser feito de forma amadora. Atender online deve ser prioridade, e não ser feito apenas quando dá tempo. Por isso, preparei mais 5 dicas para você profissionalizar ainda mais seu atendimento pela internet:

1. Contrate profissionais exclusivos para o atendimento online

Com o aumento da demanda para atendimento online, é pouco provável que seus funcionários que atendem pessoalmente consigam atender bem online. Claro que isso depende da demanda e do perfil de cada negócio, mas para não sobrecarregar sua equipe e garantir um atendimento de qualidade, considere contratar profissionais exclusivos para o online.

2. Conheça bem seus produtos e serviços

Para atender online você precisa conhecer muito bem todos os seus produtos e serviços, além de saber onde eles estão anunciados, quais são as informações disponíveis no site e nas redes sociais, se existem promoções vigentes e estoque disponível. Ao dar uma informação errada, você pode ter problemas, já que o cliente pode dar prints na conversa e também ficar frustrado.

3. Crie apresentações simples com seu portfólio ou catálogo

Dependendo do seu negócio, você precisará mostrar seu portfólio ou catálogo para o cliente. Crie apresentações simples, não muito pesadas, com imagens de qualidade e sem excesso de texto, para que a pessoa possa ver e ler de qualquer lugar.

4. Capriche na qualidade das propostas

Para você que trabalha com propostas, tem se tornado comum enviá-las pelo WhatsApp para agilizar a comunicação. Antes de enviar, tenha o cuidado de conferir o texto, evitar erros ortográficos, verificar se a fonte está pequena demais, se o arquivo foi salvo corretamente. Uma proposta mal feita ou parecendo que foi feita às pressas pode impactar negativamente a percepção que o cliente tem do seu negócio.  

5. Utilize ferramentas online para assinatura de contrato

Se o cliente fez toda a negociação online, fica desagradável imprimir, assinar e digitalizar um contrato para te enviar. É melhor usar ferramentas online, que tenham validade jurídica, como a Contraktor.

É hora de aceitar que o atendimento online não é só uma tendência. É uma realidade. Quanto antes você se preparar e se organizar, melhores serão os seus resultados.

Para conferir as outras dicas é só clicar aqui: parte 1 e parte 2

6 coisas que você pode fazer nas redes sociais pelo seu negócio durante a quarentena

O comércio físico está parado. Isso não é novidade para ninguém. Mesmo que alguém resolva abrir as portas nesses dias de quarentena, talvez não consiga vender nada, porque não há clientes pelas ruas. Assim, uma saída acessível a todos para entrar em contato com seu público (e, talvez, até continuar as vendas) é por meio das redes sociais.

            Apesar de estarmos enfrentando uma crise em que não sabemos a data que irá acabar, é importante lembrarmos de que ela vai passar. Sabemos também que, se escolhemos ser empreendedores, sabíamos dos riscos e que imprevistos sempre acontecem. E é possível achar soluções para problemas: basta não nos paralisarmos e utilizarmos a nossa criatividade.

            Uma das formas de manter o contato com o cliente nesse período de quarentena é utilizar as redes sociais. Afinal, o contato físico está limitado, mas o contato virtual não. Então aqui estão seis dicas sobre o que você pode fazer pelo seu negócio utilizando as redes sociais nessa época de quarentena:

  1. Continue postando. Antes de mais nada, seus clientes precisam se lembrar que sua marca existe. Sua loja estar fechada temporariamente não significa que sua empresa acabou. Então faça posts mostrando sua marca, seus produtos, seus serviços e o que você tem feito nessa época de quarentena. Caso o cliente precise, nesse momento, de algo que você vende, ele poderá comprar de você se vir sua marca. Se o cliente for comprar no futuro, você tem mais chances de vender se ele não esquecer que você está no mercado.
  2. Crie relacionamentos. Nenhum negócio sobrevive sozinho, muito menos em épocas de crise. Então você pode aproveitar as redes sociais nessa época para conversar com outras pessoas que estejam passando pelas mesmas dificuldades e tentar encontrar saídas. Outra alternativa é mostrar seu lado pessoal: muitas pessoas compram não de quem vende o produto de melhor qualidade ou com preço mais baixo, mas compram de negócios cujos donos são conhecidos e amigos. Esse relacionamento pode ser iniciado com comentários em posts de possíveis clientes ou parceiros ou envio de mensagens diretas a essas pessoas. Veja que o foco aqui não é a venda, mas construir amizades para vendas ou parcerias futuras.
  3. Busque novos clientes. Além de postar e conversar com os clientes atuais, você pode utilizar as redes sociais para procurar novos clientes. Para isso, você pode entrar em perfis de pessoas parecidas com o seu público-alvo e mostrar que você existe. Por exemplo, se você vende roupas infantis, pode entrar em perfis de mães e enviar mensagens dando dicas sobre looks para as crianças.
  4. Faça parcerias. Como disse no primeiro parágrafo, é possível usar a criatividade para continuar vendendo. Assim, você pode fazer parcerias com outras empresas para vender produtos em conjunto. Por exemplo, uma loja de doces pode fazer parceria com uma pizzaria e enviar sobremesas junto com a pizza que um cliente pedir. Uma loja de roupas pode fazer parcerias com lojas de semijóias, mostrar looks completos nas redes sociais e vender por ali mesmo todas as peças.
  5. Faça posts diferentes. Agora é a hora de se arriscar. Sabe quando uma corrida de automóveis está com bandeira amarela, e se um piloto comete um erro as consequências são pequenas? Estamos passando pelo mesmo momento com os negócios. Postar o mesmo que todo mundo está postando não vai te destacar. Seu negócio vai ser mais um no meio da multidão. Então você pode tentar fazer posts diferentes (há muitos aplicativos que te ajudam nisso) e ver o que dá. Se tiver resultado (mais comentários ou mais curtidas, por exemplo), você pode continuar nesse caminho. Se a novidade não agradar e as pessoas não gostarem, você pode apagar e arriscar fazer alguma outra coisa diferente. Lembre-se também de sempre aprender tanto com o que deu certo quanto com o que não deu.
  6. Veja o que os concorrentes estão fazendo. Ideias geniais e salvadoras não precisam vir, necessariamente, da sua cabeça. Não é problema nenhum você entrar no perfil de seus concorrentes (ou mesmo de empresas que não sejam do seu ramo) e ver o que estão fazendo nesse período. Aproveite as redes sociais para observar como outros negócios estão se virando, pegue as melhores ideias e utilize no seu negócio.

Veja que há várias formas de não ficar parado nessa quarentena. Pode não ser fácil, mas é preciso se manter motivado, com o pensamento de que esse período vai passar e as pessoas voltarão a comprar. Talvez se você ficar fazendo o que sempre fez, você não terá resultados. Então é o momento de fazer diferente, e as redes sociais são um bom caminho para sair do comum sem gastar praticamente nada.

5 ações para você atender bem pela internet – parte 2

Nesse texto dei 5 dicas para você atender bem pela internet. Como o atendimento online é cheio de desafios, aí vão outras 5 dicas para te ajudar.

1. Resgate o histórico do cliente

Seus clientes podem falar com você em mais de um canal. Às vezes um cliente já conversou diversas vezes pelo WhatsApp e inicia uma conversa pelo Instagram. Resgate a outra conversa para ver quais são as preferências do cliente, o que ele já comprou e qual o seu histórico. Algumas pessoas podem se sentir ofendidas quando você não se lembra delas ou ter a impressão de que a empresa é desorganizada.

2. Utilize ferramentas de CRM

CRM, ou Customer Relationship Manager se refere a todos os processos e ferramentas usados pela empresa para gerenciar sua relação com os clientes, satisfazê-los e fidelizá-los. Uma boa gestão do relacionamento prevê armazenar dados sobre as preferências do consumidor, informações sobre seu aniversário, histórico de compras, e tudo mais. Você pode usar um simples caderno ou softwares mais completos, como o Nectar ou PipeDrive, mas não deixe de utilizar alguma ferramenta. Assim, você consegue personalizar o atendimento, fazer com que o cliente saiba que você se importa e aumentar suas vendas, uma vez que é possível avisar quando novos produtos chegaram ou fazer follow-up de negociações.

3. Cuide do tom de voz

Na nossa comunicação, apenas 7% se referem às palavras ditas. 38% diz respeito ao tom de voz e 55% à linguagem corporal. Isso quer dizer que o modo como você diz alguma coisa afeta mais o entendimento do ouvinte do que a mensagem em si. No atendimento online, a linguagem corporal e o tom de voz não ficam evidentes. Por isso, você deve usar estratégias. Evite usar letras maiúsculas, pois elas dão a impressão de que você está gritando. Use emojis para auxiliar no tom de voz (com moderação). Releia sua mensagem em voz alta, com um tom de voz agressivo. Se ela se encaixar nesse tom, reescreva para evitar interpretações erradas.

4. Revise todas as conversas no fim do dia

Para garantir que nenhum cliente ficou sem resposta ou que nenhuma conversa tenha ficado incompleta, revise todas as conversas do dia antes de encerrar o expediente e deixe aquelas não respondidas marcadas como não lidas. Isso é também uma forma de follow-up que ajuda a aumentar suas vendas.

5. Use o WhatsApp Business

A ferramenta permite fazer catálogos online, criar mensagens automáticas ou atalhos, responder pelo computador e criar etiquetas para categorizar as conversas (na minha opinião o melhor recurso). Assim, você pode manter as conversas organizadas e facilitar seu trabalho.             Atender bem é uma decisão que você e sua equipe precisam tomar todos os dias. Conheça as ferramentas que estão à sua disposição e teste as opções para encontrar as que fazem mais sentido para seu negócio. Você precisa garantir que seu cliente goste do atendimento e volte a comprar de você.

5 ações para você atender bem pela internet

Nos próximos 2 anos, 2 em cada 3 atendimentos serão feitos online (site, WhatsApp, Instagram, etc). Seu negócio está preparado?

Você já enviou uma mensagem querendo comprar alguma coisa e, enquanto esperava a resposta, procurou outra empresa, enviou mensagem e fechou a compra, enquanto a primeira empresa ainda nem tinha te respondido? Esse é um erro típico: não dar ao atendimento online a atenção que ele merece. Não basta se preocupar com uma rede social bonita, ou com uma loja física impecável. O atendimento online muitas vezes é o primeiro ponto de contato entre o cliente e seu negócio e, por isso, não pode falhar. Aí vão algumas dicas que podem te ajudar:

1. Responda rápido.

Quando o cliente manda uma mensagem e você demora para responder, a sensação é a mesma de entrar em uma loja e ser completamente ignorado pelos vendedores. Na internet, a percepção de demora é ainda maior, já que todos se acostumaram com a agilidade da rede. Por isso, responda rapidamente. Ainda que não consiga dar atenção completa para aquele cliente no momento, mande uma mensagem do tipo: “estou finalizando um atendimento e te respondo em alguns minutos” ou deixe claro em qual posição ele está na fila de espera. Assim, o cliente sente que foi valorizado e fica mais propenso a te esperar.

2. Cuidado com erros ortográficos

A percepção do cliente sobre a sua empresa será feita a partir da conversa online. Talvez você não tenha uma outra chance de contato com ele. Erros ortográficos passam a impressão de que sua empresa é desorganizada ou até mesmo incompetente. Peça que todos da equipe revisem seu texto antes de enviar.

3. Tenha mensagens prontas salvas

A agilidade é fundamental para o sucesso no atendimento online. Por isso, você pode ter mensagens prontas para aquelas perguntas que são mais comuns ou informações que precisa fornecer sempre, como os dados bancários da empresa. Só tenha o cuidado de personalizar a mensagem para quem está lendo. Por exemplo: se a mensagem tiver sido escrita no masculino, adapte para o feminino.

4. Use automação com (muita) moderação

Quanto mais os atendimentos se tornam automatizados, mais as pessoas valorizam ser tratadas como pessoas. Dê atendimento personalizado. A automação é confortável para você, mas não ajuda a estabelecer vínculos com o cliente e a estreitar o relacionamento. Se ela for necessária, use apenas para iniciar o atendimento, verificando qual é a opção desejada pelo cliente (quando no site) ou para avisar seu horário de funcionamento nos momentos em que estiver indisponível (no WhatsApp, por exemplo).

5. Áudios só com autorização

Se a pessoa está conversando com você por um canal online e não por telefone ou pessoalmente, é muito provável que ela não queira ouvir sua voz e prefira digitar. O áudio pode ser mais confortável e rápido para quem atende, mas nem sempre é agradável para quem recebe. Por isso, pergunte ao cliente, antes de enviar, se ele quer e pode receber um áudio no momento. Ainda que ele aceite, seja objetivo e fale apenas o necessário. É muito desconfortável ouvir áudios com mais de 1 minuto.

No atendimento online, a empatia é a regra máxima. Pense como seu cliente gostaria de ser atendido e trate-o da maneira que ele merece. Com organização, uso das ferramentas corretas e boa vontade, você conseguirá garantir um atendimento excelente!

Como fazer uma ótima bio do Instagram

Temos 150 caracteres para escrever na bio do Instagram. Geralmente é ali que as pessoas fazem o primeiro julgamento sobre o nosso negócio e podemos conquistar ou perder clientes em uma rápida olhada. Ou seja, são 150 caracteres para falar o que é mais importante do nosso negócio. Assim, recomendo que uma excelente bio sempre tenha essas 4 informações:

1.     O que o negócio faz. Descreva, de forma clara e objetiva, sobre o que é aquele perfil. Por exemplo, é de uma padaria? Escreva: “Padaria em São Paulo”. É de um corretor de imóveis, escreva algo como: “Te ajudo a comprar ou vender seu imóvel no Rio de Janeiro”. Evite ser muito abstrato, como colocar o slogan de um negócio que não seja conhecido. Por exemplo, para uma padaria, evite: “Transformando trigo em gostosura”;

2.     Como vende/entrega. É importante deixar claro para seu cliente como você vende seu produto. Por exemplo, escreva se você vende por atacado ou varejo. Se for um profissional liberal, pode ser interessante escrever se é necessário marcar o serviço com antecedência ou não. Em alguns casos, escreva se é necessário fazer encomenda ou a região de entrega. 

3.     Formas de contato. Coloque como o cliente vai entrar em contato com você. Coloque as formas mais fáceis para o cliente conversar com você – geralmente as pessoas preferem o número de Whatsapp. Mesmo que você tenha diversas formas de contato, coloque aquela que o cliente tem mais chance de utilizar. Por exemplo, dificilmente um cliente marcará um corte de cabelo via e-mail. Por isso, se você tiver ums salão, não precisa adicionar o e-mail na bio do Instagram.

4.     Outras informações relevantes. Finalmente, não se esqueça de colocar na bio aquelas coisas que o cliente sempre pergunta ou tem dúvida, como o horário de funcionamento, se abre aos fins de semana ou se tem estacionamento próprio. Lembre-se que você pode mudar sua bio em datas importantes (por exemplo, talvez seja interessante para uma confeitaria, na época da Páscoa, colocar até que dia aceitará encomendas de ovos de chocolate).

Além disso, caso seus clientes vão até você em um endereço físico, não deixe de colocá-lo. Para fazer isso, basta ir em “Editar perfil” dentro do Instagram e depois em “Opções de contato” e, em seguida, “Endereço comercial”.

Lembre-se de que seus concorrentes também estão no Instagram. Assim, se um possível cliente entra no seu perfil e já vê imediatamente as informações que quer, as chances de procurar um concorrente são menores. Ou seja, você terá maiores chances de conquistar esse cliente sem nem mesmo conversar com ele! 

Não deixe de ler:

5 pontos para analisar antes de escolher o segmento de mercado para seu negócio

Escolher um público com características semelhantes para atender (o que chamamos de “segmento”) é extremamente importante para sua empresa para que você saiba, entre outras coisas, quais produtos oferecer e como comunicar. Por exemplo, se você tem um restaurante, o estilo do cardápio, os pratos oferecidos e a forma de atender é bem diferente se você atende público idoso ou se você atende adolescentes qua acabaram de sair do colégio.

Você pode segmentar seu público de acordo com várias características, como idade, profissão, momento da vida, valores ou atividades que realiza. Além disso, não tem problema nenhum em você atender mais de um público distinto – embora tentar atender muitos segmentos pode fazer seu negócio perder o foco.

Pensando nisso, aqui vão 5 pontos para você analisar antes de decidir qual público atender com seu negócio:

·       Crescimento do mercado: É melhor escolher um segmento que esteja crescendo. Por exemplo, sabemos que a população está envelhecendo. Assim, um segmento que inclui “pessoas com mais de 60 anos” tem sua vantagem por estar em expansão.

·       Número de concorrentes: Mesmo que haja muitas pessoas com um determinado problema, seu negócio pode ter menos chances de sucesso se há várias outras empresas resolvendo os problemas dessas pessoas. Por exemplo, quem tem um automóvel precisa comprar combustível com frequência, ou seja, podemos pensar que “há mercado para um posto de combustíveis”. Mas se abrirmos um posto em um local que tenha várias outras opções, podemos ter menos resultados do que abrir em um local com menor concorrência.

·       Facilidade de entrada de concorrentes: Poucos empreendedores levam esse item em consideração. Negócios com maiores chances de sucesso são aqueles em que a entrada de concorrentes no mercado é mais difícil. Por exemplo, recentemente houve um boom de food trucks. Um amplo segmento de mercado estava comprando refeições nesse tipo de negócio. Os primeiros food trucks abertos conseguiram faturar bem mas, como é relativamente fácil abrir um food truck, o mercado rapidamente saturou — e praticamente acabou.

·       Possibilidade de expansão com novos produtos: Um bom segmento é aquele que permite que seu negócio consiga expandir, vendendo para o mesmo segmento. Por exemplo, uma confeitaria que tem como segmento pessoas que “só comem produtos low carb” tem a possibilidade de se expandir no futuro, por exemplo, vendendo almoço executivo low carb para o segmento que ela já atende (seus atuais clientes) ou suplementos alimentares com o mesmo fim.

·       Quem você gosta de atender: Sempre é difícil trabalhar com pessoas que você não tenha afinidade. Ou seja, se você não tem paciência para lidar com crianças, terá dificuldades em ter uma escola de educação infantil. Por isso, não pense apenas no lucro, mas também naquilo que te satisfaça pessoal e profissionalmente.

Aconselho que, antes de abrir um negócio ou de mudar o público a ser atendido, você analise cada um desses pontos de acordo com os segmentos de mercado que você pode atuar. Não se esqueça que seu negócio, sempre, vai precisar de clientes para sobreviver e, fazendo uma boa escolha do público, as chances de não faltarem pessoas comprando de você serão maiores.

Veja 5 tipos de influenciadores e descubra qual é o ideal para seu negócio

Utilizar influenciadores – pessoas que associam suas imagens pessoais às marcas – é prática comum das empresas desde a época que o principal meio de comunicação era o rádio. Nos últimos tempos, a utilização dos influenciadores tem sido cada vez mais comum, principalmente porque as pessoas podem produzir e divulgar conteúdos por conta própria (nas redes sociais) e, assim, há influenciadores com preços mais acessíveis que dão retorno para empresas com qualquer orçamento de Marketing.

Podemos classificar os influenciadores por número de pessoas alcançadas. Cada um pode ter sua função dentro da estratégia de Marketing de uma empresa. Para te ajudar a escolher qual é mais adequado para sua marca, aqui estão cinco tipos de influenciadores e quando utilizá-los.

1. Celebridades

São aquelas pessoas que “todo mundo” conhece. Embora possam ter feito a fama por meio das redes sociais, geralmente são pessoas conhecidas em mídias de massa, como a televisão. Na categoria de “celebridades” estão, por exemplo, cantores, jogadores de futebol ou atrizes de cinema.

Nas redes sociais, essas pessoas têm altíssimo alcance, mas costumam ter baixo engajamento.

Essas pessoas são contratadas por marcas que querem rapidamente associar sua imagem a uma outra imagem já estabelecida, e ter acesso a um grande número de pessoas. Por exemplo, consideremos que o Neymar passa a imagem de atleta, jovem e rebelde. Uma marca que também quer passar essa imagem a seus clientes faz uma parceria com ele e aproveita esse reconhecimento.

2. Macroinfluenciadores

São aquelas pessoas que têm mais de 200 mil seguidores. Geralmente se tornaram famosas criando conteúdo e se relacionando nas redes sociais, não sendo conhecidos por pessoas que estejam fora das redes. São muito conhecidos e influentes em seus segmentos, alguns regionalmente e outros até nacionalmente. Embora o alcance dos macroinfluenciadores seja menor do que o das celebridades, seu engajamento é um pouco maior.

Os macroinfluenciadores oferecem bons resultados para marcas que querem dar um impulso rápido em seu reconhecimento e reputação, especialmente dentro de um nicho de mercado. Por exemplo, uma agência de intercâmbio pode fazer parceria com um influenciador que tenha um canal no YouTube que dá dicas de inglês. Rapidamente a agência terá contato com os seguidores do canal que, provavelmente, se interessam por viagens e fazem parte do mesmo público-alvo que a empresa espera atingir.

3. Influenciadores (profissionais)

São pessoas que têm entre 20 mil e 200 mil seguidores e que são especialistas em suas áreas, ou seja, têm grande autoridade sobre seus temas. Quem segue essas pessoas confia muito no que elas falam. Assim, seu engajamento é ainda maior do que o dos macroinfluenciadores, embora seu alcance seja mais restrito e bem específico a um nicho.

Marcas que querem ser associadas a especialistas no assunto, sem gastar muito, procuram esse tipo de influenciador.

4. Microinfluenciadores

São aquelas pessoas que têm entre mil e 20 mil seguidores. Muitas vezes essas pessoas não produzem conteúdo sobre um conteúdo específico e, muitas vezes, nem se consideram “produtoras de conteúdo”. Possuem muitos amigos e conhecidos “do mundo offline” entre os seus seguidores. Como não são muito procuradas por marcas para fazer parcerias, a recomendação de empresas feita por essas pessoas pode parecer mais espontânea e autêntica do que a recomendação feita por quem tem muitos seguidores, e isso é um ponto positivo.

Os microinfluenciadores costumam ter alto engajamento. São utilizados por marcas que querem se associar a pessoas do “dia a dia”, mas que, de alguma forma, se destacam entre a multidão, seja por amar fazer exercícios, seja por dar dicas práticas sobre moda ou qualquer outro assunto.

5. Nanoinfluenciadores

Todas as pessoas são influenciadoras. Faz parte dessa categoria quem nem trata sua rede social de forma profissional, ou que atua mais consumindo do que produzindo conteúdo. Os nanoinfluenciadores têm menos de mil seguidores. Embora seu alcance seja pequeno, eles podem ser os clientes mais apaixonados, e que mais utilizam as marcas.

Os nanoinfluenciadores são indicados para marcas que querem ter uma ou mais vozes de seus clientes reais. Muitos influenciadores não cobram nada, a não ser o reconhecimento, por divulgar uma marca que amam. Essa pessoa, provavelmente, já falou espontaneamente sobre a marca que gosta para amigos ou familiares. Assim, quando comentar sobre ela na rede social, vai parecer autêntico (e não que está sendo pago para fazer isso), o que promove uma aceitação maior do público.

Ao associar sua marca com influenciadores, faça uma análise dos que mais se adequam ao perfil de sua empresa, de acordo com sua personalidade e interesses. Defina quais resultados deseja obter e quanto está disposto a investir. Nem sempre investir mais é sinal de resultados melhores.

Como encontrar o sócio ideal para seu negócio?

Até alguns anos atrás, era comum a figura de um sócio no negócio, ainda que meramente por questões burocráticas, para configurar a “sociedade limitada”. As Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (Eireli) e os Microempreendedores Individuais (MEI) mudaram um pouco essa realidade. Ainda assim, muitas pessoas buscam sócios para seus negócios, seja para dividir tarefas e responsabilidades ou conseguir aporte de capital. A escolha da pessoa ideal nem sempre é fácil.

Para que uma sociedade funcione bem, é fundamental entender as bases dessa relação. Todos os envolvidos precisam ter valores similares. Por exemplo, se a ética é importante para você, fica praticamente impossível se associar com alguém que está disposto a subornar fornecedores. Por isso, busque compreender profundamente quais são os valores do possível sócio. Nem sempre uma próxima de você, como um amigo ou membro da família é a melhor opção para ser seu sócio. Uma boa pesquisa em redes sociais profissionais, conversas com antigos funcionários e parceiros de trabalho já podem te nortear.

Além dos valores, é fundamental que você e os possíveis sócios tenham visões e objetivos similares para o negócio. É claro que, no início, não é possível prever o quanto o negócio vai crescer, mas se você tem vontade de expandir a empresa para todo o país ou mundo e seu possível sócio quer um negócio pequeno e trabalhar apenas meio período, vocês têm um problema. Associe-se com alguém que esteja tão comprometido quanto você.

É comum iniciar uma sociedade baseando-se na afinidade. Como falei, vocês precisam de afinidades de valores, objetivos e ter um propósito em comum, mas isso não significa que precisam pensar da mesma forma. Pelo contrário! Ao buscar um sócio ou parceiro de trabalho, busque alguém que te complemente. Se você é muito boa em marketing e vendas, procure alguém de operações ou finanças. Se você tende a ser muito racional ou pessimista, procure alguém otimista. Isso irá enriquecer as discussões, e contribuir com o crescimento da empresa. Como todo relacionamento, a sociedade é cheia de desafios. Isso não quer dizer que precisa ser difícil ou incômoda. O diálogo sincero e maduro é o melhor caminho. Seja sincera sobre suas expectativas desde o início. Fale quando algo te incomoda. Dividam papéis e funções. Tenham uma assessoria jurídica para garantir a transparência no contrato. E o mais importante: antes de convidar alguém para ser seu sócio, pergunte-se como aquela pessoa irá contribuir para o crescimento e sucesso do negócio. Se não tiver certeza, é melhor continuar sozinha.

5 apps indispensáveis para seu negócio

Aplicativos são úteis para qualquer negócio, mas às vezes ficamos perdidos entre tantos apps que existem. Qual realmente vale a pena instalar? Aqui vai a lista de cinco dos meus apps favoritos para serem usados nos negócios:

1. Contacts Journal CRM

            Esse aplicativo serve para você gerenciar tudo que acontece com seus clientes. Funciona assim: você adiciona o nome de um cliente e pode colocar as informações que quiser sobre ele (por exemplo, produto preferido, frequência de visita à sua loja ou tamanho da roupa). Só isso já seria ótimo para você fazer um ótimo relacionamento com seu cliente (você não precisaria perguntar coisas básicas toda vez que o cliente foi até você), mas o app vai além. Você pode, também, colocar a data e informações sobre cada contato com o cliente (ex.: na visita do dia 23/11, ele comprou uma pizza de calabresa) e adicionar tarefas futuras (por exemplo, “quando chegar uma blusa vermelha M, ligar para avisar”). Tudo isso de forma super simples e intuitiva.

            A versão de teste do app é grátis (é possível adicionar até 20 informações). A versão ilimitada custa R$ 94,90 para um usuário. Para equipes, o preço é a partir de R$ 32,90 por mês.

2. CellPrompter

            Esse aplicativo te ajuda a não esquecer o que você precisa falar na hora de gravar vídeos. Assim como o teleprompter que apresentadores da televisão usam, você pode colocar o texto que você quer falar no seu vídeo na tela do celular, e ele vai rolando enquanto você fala. Ou seja, chega de dar brancos e ter que repetir a gravação de vídeos várias vezes!

            O app custa R$10,90 na App Store e R$ 4,99 na Google Play.

3. Mojo

            Vídeos com aparência profissional em poucos cliques. Muitos templates para serem usados. Ampla possibilidade de personalização. Novidades frequentes. Isso é o que o Mojo faz. Ele praticamente leva seus vídeos a um outro patamar – o difícil é escolher entre tantas ótimas opções de edição.

Você pode testar o Mojo com alguns templates gratuitos. A versão completa custa R$119,90 por ano.

4. ClickUp

            Esse é um aplicativo, que também possui a versão web, que vai ajudar você e sua equipe a organizarem suas tarefas. Ele parece o Trello, mas é muito melhor. O funcionamento é simples: você cadastra uma tarefa a ser feita, indica quem são os responsáveis por executá-la e o prazo. A partir daí, você (ou quem você quiser) consegue acompanhar o andamento de tudo que deve ser feito na empresa. Além disso, uma tarefa pode ser subdividida em várias: ótimo para controlar processos e saber exatamente como anda a produtividade de toda a equipe.

            O app tem muitas funcionalidades grátis. A versão paga (a partir de R$20/mês/usuário) aumenta a capacidade de armazenamento, permite personalizar campos entre outras coisas.

5. Slack

            A conversa no WhatsApp se perde? O Slack pode resolver seus problemas! Esse aplicativo, que também possui a versão web, serve para melhorar a comunicação entre sua equipe. Você cadastra todas as pessoas que são parte do seu time e, ao contrário do WhatsApp que todas as conversas ficam no mesmo lugar (a não ser que você crie vários grupos), no Slack você pode abrir vários canais, um para cada assunto. Além disso, ele permite que se converse de forma individual ou que se abram sub-chats dentro de qualquer canal.

            Assim como o ClickUp, grande parte das funções é gratuita. A versão paga, a partir de 4 dólares/usuário/mês, tem funcionalidades como permitir chamadas de vídeo e realizar buscas ilimitadas.