Não fique para trás: Descubra o momento certo de inovar no seu produto!

Todo produto ou serviço tem um ciclo de vida, ou seja, eles surgem e, com o passar do tempo, desaparecem. Preste atenção nas marcas que você consome: mesmo os produtos fabricados há décadas passam por mudanças, seja na embalagem, seja na fórmula, para se adaptar aos novos desejos dos consumidores.

O Leite Moça, por exemplo, começou a ser fabricado em 1921 e passou por várias mudanças de embalagem para se adaptar aos tempos mais moderno. Além disso, houve extensões do produto, como a produção de picolés, sorvetes e iogurtes com a marca.

De forma geral, todo produto passa por quatro fases: introdução, crescimento, maturidade e declínio. A introdução é quando o produto está sendo apresentado ao mercado. Poucas pessoas o conhecem, o crescimento é lento e pode ser necessária muita propaganda para que ele atinga um número razoável de pessoas. Geralmente, na “introdução”, a empresa não tem lucro, já que está investindo em ser conhecida. Aqui você precisa avaliar se vale a pena continuar investindo no produto ou se já é o momento de fazer as primeiras mudanças para atingir a próxima fase.

A fase de crescimento é quando o produto passa a ser aceito pelo mercado. Se você criou um produto que as pessoas estejam dispostas a comprar e fez a correta comunicação dele, você passa pela fase de “introdução” e vem para a fase de “crescimento”. É claro que nem todo produto chega aqui. Porém, se chegou, ele vai ver que o as pessoas que já usam o produto vão indicar para seus amigos, o número de concorrentes também vai aumentar (atraídos pela oportunidade) e o preço tende a cair. Se você não foi a pessoa ou marca que criou o produto, essa fase pode ser um bom momento para você entrar, já que pode aprender com os pioneiros e ainda se aproveitar do crescimento do mercado.

A fase seguinte é o estágio da maturidade. Esse, geralmente, é o estágio que vai durar mais tempo. As vendas estão desaceleradas e as empresas começam a se posicionar em nichos para manter seus lucros e conseguir atender bem seus clientes. Aqui é um momento crucial para fazer modificações no produto, com o objetivo de atrair novos clientes (que talvez ainda não haviam comprado) ou fazer que os clientes antigos comprem novamente. Produtos que estão no estágio de maturidade e não fazem nada diferente tendem a sumir do mercado. Observe que a mudança não precisa ser no produto em si mas, por exemplo, na embalagem (novos tamanhos ou formas de distribuição (imagine algo que só era servido em restaurantes e passou a ser servido na casa das pessoas, como o chopp).

Caso o produto não inove a ponto de satisfazer os novos desejos dos consumidores, ele fatalmente entrará na fase de declínio, que é quando as vendas caem e, se nada é feito, o produto desaparece. Aqui é preciso ter calma para analisar a melhor solução a se tomar. Uma solução óbvia pode ser a rápida saída do mercado, para ter o menor prejuízo possível. Por outro lado, imagine uma empresa que seja forte no mercado e que seus produtos entrem na fase de declínio, como, por exemplo, a Lego.

Nos anos 90, a Lego era extremamente forte na área de brinquedos, mas começou a ver suas vendas despencarem devido, principalmente, a outras opções de diversão para crianças, como jogos digitais. Ela poderia ficar parada e ver sua marca ruir, mas fez parcerias com outras marcas como Star Wars e lançou produtos diferentes dos habituais, além de investir fortemente na área de educação. Depois de uma certa dificuldade, a Lego, hoje, mantém sua marca extremamente forte e seus brinquedos são desejados por crianças, adultos e professores.

Exemplos de empresas que entraram na fase de declínio e não fizeram nada (ou fizeram tardiamente) são vários, como a Kodak (que já foi líder na área de fotografia) e a Blockbuster (que já foi líder em locação de filmes). Por isso, é importante que a empresa identifique que está na fase de declínio e não se apegue a produtos ou serviços que já deram lucro um dia.

O ideal é fazer diferente antes de entrar na fase de declínio, porque pode-se tomar decisões precipitadas ou cometer erros, como se apegar ao passado. Várias empresas de sucesso têm como característica “matar” seus produtos antigos, mesmo que ainda estejam dando lucro, para colocar novos produtos no mercado e manter seus lucros. Veja, por exemplo, a Apple, que colocou fim nos iPods (que fizeram enorme sucesso) para promover o iPhone.

Analise sempre o mercado. Veja em qual fase seu produto está. Veja o que pode ser feito para que, depois da maturidade, venha uma nova fase de crescimento, e não uma fase de declínio.

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5 campanhas de Marketing fantásticas com participação dos clientes

Marketing de Experiência é quando a marca se envolve ativamente com o cliente, indo muito além de simplesmente comprar ou usar o produto que ela fabrica. Há várias campanhas de Marketing de Experiência que sequer usam o produto em si. O que existe em comum em boas campanhas assim é o envolvimento e a maior simpatia do consumidor pela marca.

Campanhas assim podem ser muito caras ou custar muito pouco ou podem custar extremamente pouco. Isso depende da criatividade dos criadores das campanhas. Outra coisa legal é que, quando filmadas e divulgadas na internet, esse tipo de campanha faz a marca se aproximar não só de quem participou ativamente da campanha, mas também de quem assiste como ela aconteceu.

Aqui estão cinco campanhas espetaculares de Marketing de Experiência:

1. Coca-Cola Zero

Para promover o lançamento do filme Skyfall (um dos vários 007), a Coca-Cola fez um desafio em uma estação de trem na Bélgica. Ao tentar comprar uma Coca em uma máquina automática, o cliente recebia uma mensagem tinha poucos minutos para chegar até o outro lado da estação. Ele deveria correr e, ao longo do caminho, encontraria vários desafios, mais ou menos como o 007.

2. WestJet

A companhia aérea canadense tem como missão melhorar a vida das pessoas. Assim, em 2013, após fazer o checkin para um voo de cerca de 4 horas, os passageiros interagiram com um Papai Noel dentro de uma máquina. O Papai Noel conversava com eles e, entre outras coisas, perguntavam o que gostariam de ganhar de Natal. A surpresa acontece quando os passageiros chegam em seu destino.

3. Heineken

Essa campanha da Heineken aconteceu com casais que visitavam um restaurante. No cardápio entregue para os homens havia um cartão e um bilhete: “dê esse cartão para sua mulher passar o dia em um SPA para você poder assistir a final da Champions League sem ela”. Os homens entregaram o presente às mulheres e, no dia da final, foram assistir juntos o jogo. Acontece que as mulheres também estavam assistindo à partida, mas em um lugar muito melhor.

4. Dove

Essa campanha da Dove foi feita para melhorar a autoestima das mulheres. Foi contratado um especialista do FBI em fazer retratos falados e ele deveria fazer o retrato de mulheres a partir de duas fontes: a primeira, com a própria mulher se descrevendo. A segunda, com uma conhecida descrevendo a mulher. Os resultados foram chocantes.

5. Volkswagen

Para promover mudanças de comportamento a partir da diversão, a Volkswagen montou teclas de piano na escada de estações de metrôs de algumas cidades do mundo (a do vídeo é em Estocolmo). Percebemos que as pessoas gostam de se divertir. E preferem isso à comodidade de uma escada rolante!

E você? Se inspirou para criar alguma campanha assim para seu negócio? Conte para a gente!

Design nas Redes Sociais

No artigo anterior, conversamos um pouco sobre o  que é visual e sua importância para o processo de comunicação do seu negócio ou serviço. Discutimos os pontos chaves que dialogam com seu público alvo, o posicionamento da sua marca e os processos que respeitam os fundamentos do design.

Agora precisamos falar sobre o design aplicado ao contexto das redes sociais, afinal, com o surgimento delas começamos a criar perfis para divulgar nossas empresas, serviços, produtos dentre outros.

Entretanto, em meio a grande concorrência, uma nova questão surge: como conseguir atrair a atenção do cliente? E nesse ponto temos o design a nosso favor! E é de suma importância considerar que, se queremos atrair as pessoas, precisamos persuadi-las. Aqui vão algumas dicas:

1. Imagem

Para atrair os clientes podemos gerar um fator emotivo, uma ponte, um ponto em comum para promover a interação. Dentre alguns fatores no design de comunicação a imagem é fundamental, pois facilita na identificação das necessidades do cliente, pode gerar um desejo ou simplesmente ajudar na contextualização.

Tanto é assim que popularmente falamos “uma imagem vale mais do que mil palavras”. E isso é verdade! Não são com textos enormes ou inúmeras informações em uma postagem que vamos atrair o cliente, mas sim, com a capacidade de síntese que a imagem possibilita. Perceba no exemplo a seguir.

Essas são algumas postagens da marca de mochilas Herschel. Ela transmite o espírito aventureiro aos seus consumidores, com fotografias dos usuários utilizando seus produtos ao redor do mundo, e despertando o desejo por parte de quem visita o perfil. Afinal de contas quem não gosta de viajar e conhecer novos lugares?

2. Informações simples e diretas

É preciso saber potencializar as principais informações de maneira clara. Isso não significa que se deve descrever o título, subtítulo e chamadas de maneira engessada e sem graça.

Devemos lembrar que estamos elaborando postagens para alguém que devem ter uma identidade característica, com requisitos de fácil identificação dos caracteres e uma leitura facilitada para gerar a comunicação.

Na atualidade não temos tempo a perder e precisamos transmitir o que queremos de maneira eficaz, então lembre-se sempre que menos é mais.

Este recurso é muito utilizado no Instagram do banco Itaú.  Ao invés de fazer postagens com textos longos focando nos serviços que o aplicativo faz, o banco conecta com o público a partir de chamadas mais descontraídas (utilizando emoticons) de temas da vida do cliente.

A partir do momento que ele consegue prender a atenção, é introduzido a praticidade e os benefícios que a pessoa tem ao utilizar o aplicativo.

3. Cores

Deve-se também saber ponderar as cores na hora de utilizá-las. Cada cor exprime um significado que pode variar de acordo com vários fatores, como as próprias variedades de tons.

As cores quentes (amarelo, laranja e vermelho) tendem a chamar mais a atenção, utilizá-las para dar destaque em algum ponto específico da postagem é válido.

Porém, essas cores em excesso cansam os olhos e podem afastar o cliente. Da mesma forma, as cores frias (azul, verde, violeta) podem trazer um tom mais sério ao projeto, passando a imagem de algo mais profissional.

Se você não souber ponderar suas cores, elas podem trazer um ar apático que não gera destaque. Vale ressaltar que as cores não trabalham de maneira individual, e que uma única postagem pode possuir vários tons.

O segredo está em realizar uma composição harmônica, equilibrada, de acordo com os princípios da empresa e do tom da mensagem que você deseja transmitir.

Por isso, é importante ter combinações cromáticas pré-estabelecidas para identificação do negócio, pois somente com a repetição é que podemos criar uma identidade.

Veja o caso da startup Méliuz. Além das imagens joviais, é utilizado predominantemente a cor azul e rosa da empresa. De forma geral, as cores não são agressivas, dão um ar humanizado para as publicações, alinhando ao tom leve da mensagem. Esse conjunto de fatores contribuem para atingir novos consumidores.

Com o estudo de hierarquia das informações, do uso das linhas, formas, fontes, cores e o balanço entre todos esses aspectos, podemos contribui para resultados mais assertivos e de maior destaque!

E, se você quer aprender mais sobre os princípios básicos do design para aplicar nas suas redes sociais e ter mais sucesso na suas publicações, conheça nosso curso Design + Canva.

A importância do que é visual.

Você já parou para analisar quantas imagens vemos por dia? Seja quando estamos utilizando nosso celular, visitando as redes sociais ou assistindo televisão?

A nossa mente é visual, até mesmo nossas lembranças são imagens que um dia consumimos. Todos estes fatores contemplam a nossa percepção e nos afetam.

O design, de forma abrangente, vem para somar e diferenciar estas formas visuais para os usuários, de acordo com a necessidade do cliente. Devemos lembrar que o propósito do design é solucionar problemas.

E neste mundo conectado, um dos principais problemas tem sido a apresentação do serviço nessas vitrines virtuais. E por que não deixar a sua mais atraente?

Grandes empresas se esforçam em criar modelos de postagens que identifiquem seu negócio, seja por cor, fontes, formas, entre outros. Todos esses fatores se alinham para a composição de um resultado que deixe claro o público que se quer atingir.

Por exemplo, o Nu Bank explicita o seu propósito ao utilizarem a cor roxa de forma predominante para a identificação de seu produto. A marca construiu uma imagem que remete a consumidores que são jovens, modernos e desejam inovação.

Este  é  apenas um exemplo, as vezes você só está nos primeiros passos do seu negócio. Mas se tem um fator que pode te diferenciar dos demais é justamente o visual.

Qual seu público alvo? Quem você quer atingir? Como sua marca se comporta diante deste público? São perguntas como essas que podem te guiar para uma apresentação mais estruturada e, consequentemente, mais funcional.

Diante dessa funcionalidade, a estética se mostra como algo de suma importância para almejar esse objetivo. Em um mundo visual, o destaque se torna fundamental para a captação do consumidor.

No design, com o estudo de hierarquia das informações, do uso das linhas, formas, fontes, cores e o balanço entre todos esses aspectos, contribui para resultados mais assertivos e maior destaque.

E, se você quer aprender mais sobre os princípios básicos do design para aplicar nas redes sociais e ter mais sucesso na suas publicações, conheça nosso curso Design + Canva.