Como escrever um e-mail Marketing: Veja esse modelo de 6 passos!

Utilizar e-mail para vender é cada vez mais comum. Seja para fazer lançamentos, seja para aumentar a venda de produtos e serviços, e-mails têm dado excelentes resultados! Mas, para vender, é preciso não só ter uma boa base de clientes (leads) cadastrada, como também é necessário escrever um e-mail que chame a atenção, convença e leve o cliente a comprar de você – e, quanto antes, melhor!

Para te ajudar nisso, aqui está um modelo de e-mail para que você faça suas vendas! Aconselho que você use esse passo-a-passo e teste pequenas variações. Você vai ver que você vai ter mais resultados ao enviar suas mensagens!

Passo 1: Na hora de escrever um e-mail, a primeira (e talvez uma das mais importantes) coisas que você vai precisar é de um assunto. O assunto precisa ser uma frase curta, simples, fácil, mas que o leitor pare e pense: “eu preciso clicar para ler o que tem aqui dentro”. Escreva várias opções de assunto e escolha aquele que for melhor. Tire da quantidade, a qualidade.

Passo 2: No início do e-mail em si, aconselho você colocar uma ou duas frases que reforcem o impacto do seu assunto, que despertem a curiosidade do leitor a continuar lendo seu texto. Por exemplo, se o seu assunto foi “Venda 3 vezes mais com a metade dos funcionários”, o início do seu texto pode ser algo como: “Utilize a plataforma que empresas como X, Y e Z já estão usando e tenha também mais vendas com a metade da sua capacidade de produção”.

Passo 3: Depois dessas frases, vem o corpo do texto em si. O primeiro e segundo parágrafos do seu texto são essenciais para que seu cliente continue lendo o e-mail. Use sempre frases simples, curtas, fáceis de ler. Deixe a leitura fluida. Não coloque palavras técnicas. É importante que, nesses primeiros parágrafos, você escreva uma sequência do que você prometeu no seu assunto. Se coloque no lugar do seu cliente e continue se comunicando com ele. Mostre os problemas que ele está passando e a solução que você pode oferecer a ele. Use esses primeiros parágrafos para despertar a emoção do seu cliente e, ao mesmo tempo, mostrar os benefícios de ter o seu produto.

Passo 4: Até agora seu principal objetivo foi captar a atenção do cliente. Agora que ele está envolvido, é a hora de você provar os benefícios do seu produto. Se o cliente já estiver conectado emocionalmente com você, ele quer motivos reais para comprar seu produto, e você é o responsável por falar isso a ele. Mostre os resultados que outras pessoas já tiveram com seu produto, quanto ele vai perder se não comprar de você e faça o cliente se imaginar usando o produto.

Passo 5: Depois de apresentar os benefícios do produto, a transformação e o que o cliente irá obter se comprar de você, chegou a hora de oferecer o produto. Nesse momento, é importante que o cliente se sinta seguro em comprar de você. Por exemplo, se você está vendendo um curso, fale que o cliente pode ter todo o dinheiro de volta se não gostar. Se você está vendendo uma roupa, escreva que o cliente pode trocar quantas vezes quiser, com o frete por sua conta, se não tiver servido ou não tiver gostado. Especialmente em compras online, as pessoas ainda têm medo.

Passo 6: Finalmente, faça a chamada para ação, que é o nosso último elemento do e-mail. Aqui você vai escrever o que você quer que o cliente faça depois de ler todo seu texto. Se você estiver escrevendo um email e o cliente precisa clicar em um link para comprar, coloque um botão falando que, ao clicar, ele vai comprar. Se você quer que ele te mande uma mensagem pelo whatsapp, coloque um botão com o link para seu whatsapp. Se você estiver escrevendo uma landing page, escreva: “clique no link e seja direcionado para a página de venda”. Seja específico. Não escreva algo como: “Entre no site e saiba mais”. Esse tipo de texto é extremamente amplo e deixa o cliente perdido. Aqui é a hora de você fechar a venda. Se for colocar o link para o seu site, coloque um link que seja fácil de o cliente fechar a compra, ou seja, não coloque um link para uma área “geral” do seu site.

Veja que, seguindo esses passos, seu email vai ter uma lógica vai levar o cliente a fazer a ação. Essa estrutura parece um funil: você começa chamando a atenção, depois mostra os benefícios do seu produto, desperta a emoção do cliente, prova esses benefícios, oferece o produto e pede a ação. É importante prestar atenção em cada frase colocada em cada um desses blocos. Não perca de vista o objetivo de cada etapa: no bloco de despertar a emoção, foque nisso (e não em apresentar o produto, por exemplo). No bloco de pedir um clique, foque nisso (e não volte a falar dos problemas que seu cliente pode estar passando).

Quer saber mais sobre como escrever textos que vendem, inclusive conhecer novos modelos? No Comunica, que é o curso de Copywriting da Sempreende, eu falo sobre modelos de textos de vendas, como escrever títulos que chamam a atenção e dou detalhes sobre como escrever da melhor forma possível cada um desses blocos. Para se inscrever, basta clicar aqui!

6 passos para fazer uma análise SWOT que realmente vai te ajudar a tomar boas decisões (com exemplos!)

A análise SWOT (ou matriz SWOT) é uma ferramenta que serve para avaliar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de um negócio. Com essa análise em mãos, fica mais fácil para o gestor tomar decisões como onde investir, onde economizar, quais produtos vender, como anunciar e coisas do tipo.

A análise SWOT é relativamente simples de entender (mas não tão fácil de fazer, já que depende de muito conhecimento do negócio e do mercado), e que ajuda muito nas decisões futuras do negócio.

Primeiro passo: Liste as oportunidades e ameaças.

Quando se fala em “oportunidades” e “ameaças” na matriz SWOT, estamos falando do ambiente externo, ou seja, são coisas que estão fora da empresa e que ela não tem controle. Para identifica-las, é preciso estar atento a notícias, tendências, mudanças nas leis. Um conselho que eu sempre dou é ativar os alertas do Google (alerts.google.com) para que você fique sempre atualizado sobre notícias da sua área.

É claro que cada empresa vai identificar oportunidades e ameaças diferentes. Mas aqui estão alguns exemplos de oportunidades ou ameaças que poderiam estar em uma matriz SWOT:

– Pessoas comendo mais fora de casa;

– Casais tendo menos filhos;

– Viagens internacionais ficando mais caras;

– Construção de uma nova indústria na cidade;

– Aumento no número de empresas de economia compartilhada;

– Empresas utilizando cada vez mais o home office;

– Punição mais pesada a quem maltrata animais;

– Aumento no número de casamentos entre homossexuais;

– Tecnologia de reconhecimento facial ficando mais acessível;

– Leis mais rígidas para quem trabalha com a construção civil.

Observe que as oportunidades listadas são relativas ao ambiente externo. Assim, o que é “oportunidade” para uma empresa pode ser “ameaça” para outra. Por exemplo, “viagens internacionais ficando mais caras” pode ser uma oportunidade para quem vende pacotes de viagens nacionais, mas pode ser uma ameaça para quem trabalha com viagens internacionais. Da mesma forma, “leis mais rígidas para quem trabalha com a construção civil” pode ser ótimo para quem vende equipamentos de proteção individual, por exemplo, mas péssimo para construtoras, que precisam se adaptar às novas regras.

Assim, nesse primeiro passo, liste, em lugares separados, todas as ameaças e todas as oportunidades que seu negócio pode enfrentar.

Segundo passo: Liste as forças e fraquezas

Quando se fala em forças e fraquezas na análise SWOT, estamos falando da empresa em si, e não do que vem de fora. Para determinar o que são forças e fraquezas, é preciso conhecer bem o negócio, o mercado, os clientes e os concorrentes. Alguns exemplos de forças e fraquezas podem ser:

– Reputação da empresa;

– Participação no mercado;

– Capacidade de retenção do cliente;

– Número de seguidores no Instagram;

– Estabilidade financeira;

– Capacidade técnica dos funcionários;

– Capacidade de inovação;

– Capacidade de entrar em novos mercados;

– Organização financeira;

– Força (ou fraqueza) da marca;

Agora, nesse segundo passo, assim como você fez com as oportunidades e ameaças, liste (em lugares distintos) todas as forças e todas as fraquezas do seu negócio.

Terceiro passo: Analise suas oportunidades

Você vai ver, na sua lista de oportunidades, que há oportunidades mais fáceis de serem exploradas, outras mais difíceis. Algumas mais atrativas para você, outras menos atrativas. Agora você vai fazer a análise de cada oportunidade, dando uma nota (de 1 a 5) para cada uma delas em termos de: “facilidade de ser explorada” e “atratividade”.

Por exemplo, se for fácil para você criar um produto relacionado a “casais tendo menos filhos”, mas esse produto não vai dar muito lucro, você vai dar nota 5 para “facilidade de ser explorada” e nota 2 para “atratividade”. Assim, a nota final de “casais tendo menos filhos” será 7 (a soma de “facilidade de ser explorada” e “atratividade”).

Faça isso para todas as oportunidades listadas e você terá aquelas oportunidades com mais chances de sucesso de serem exploradas.

Quarto passo: Analise suas ameaças

Da mesma forma que você deu notas para as oportunidades, é a hora de analisar as ameaças. Para as ameaças, você vai dar nota de 1 a 5 para “probabilidade de ocorrência” (1 para “poucas chances de acontecer” e 5 para “grandes chances de acontecer”) e para “gravidade” (1 para “se acontecer, não tem muito problema” e 5 para “se acontecer, é um grande problema”).

Por exemplo, se “leis mais rígidas para a construção civil” tiver grandes chances de acontecer e, se acontecer, pode ser extremamente grave para seu negócio, você dá nota 5 para os dois quesitos, e a nota final dessa ameaça passa a ser 10. Veja que essa seria uma ameaça que você deve se preocupar muito.

Ao fazer essas análises, tanto de oportunidades quanto de ameaças, você consegue determinar o que é mais importante para você prestar atenção, ao invés de ficar com uma lista enorme de oportunidades e ameaças, sem saber o que fazer com elas.

Quinto passo: Analise suas forças e fraquezas

Agora é hora de analisar quão forte são suas forças e quão fracas são suas fraquezas, ou seja, analisar suas intensidades! Dê uma nota, de 1 a 5, para cada força e fraqueza. Se a força for muito grande, a nota é 5. Se for uma pequena força, a nota é 1. Com a fraqueza é a mesma coisa: se ela for muito grande, a nota é 5. Se não, a nota vai ser mais perto de 1.

Depois de dar a nota relativa à intensidade das forças e fraquezas, dê notas também para suas importâncias. Se for uma força muito importante para o negócio, a nota será 5. Se for uma força não muito importante, a nota será 1.

Por exemplo, imagine que um restaurante tenha como força um método de pagamento via celular, que é muito rápido, moderno e seguro. Porém as pessoas que vão nesse restaurante pagam quase sempre com dinheiro, ou seja, são poucos os clientes que utilizam esse outro método de pagamento. Assim, a “intensidade” dessa força teria nota 5, enquanto a “importância” para o negócio teria nota 1.

Quando você terminar de dar essas notas, você vai saber o que seu negócio tem de melhor – e é mais importante para ele – e o que ele tem de não tão bom, e vai entender o que pode causar problemas para sua empresa.

Ao terminar de dar as notas para suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, você vai ter um ótimo panorama do seu negócio e já vai conseguir tomar boas decisões. Com essa análise, você passa a ver o que realmente interessa de forma racional, e vê que, às vezes, uma ameaça que vive te preocupando pode não ser tão grave assim. Dessa forma, você concentra a energia no que realmente importa.

Sexto passo: faça a matriz cruzada

Para levar sua matriz SWOT ao maior potencial que ela pode atingir, você deve fazer o cruzamento dos campos, ou seja, fazer a matriz swot cruzada! Com ela você consegue enxergar muito bem caminhos para traçar uma estratégia do seu negócio, que podem ser relacionadas a atacar, confrontar, defender ou reforçar. Funciona assim:

Relacione seus pontos fortes com as oportunidades. Esse será o caminho para sua estratégia ofensiva. Identifique o que você tem de melhor, veja quais oportunidades você pode aproveitar com essas suas forças e faça a oportunidade acontecer!

Quando você relaciona seus pontos fortes com suas ameaças, você tem a estratégia de confronto. Ou seja, você vai identificar e traçar planos para como seus pontos fortes poderão impedir que as ameaças atrapalhem o seu negócio.

Ao relacionar os pontos fracos com as oportunidades, você cria as estratégias de reforço. De forma geral, você vê quais são as oportunidades que você está perdendo por não ter capacidade de explorá-las e, se verificar que vale a pena investir nelas, você faz planos para neutralizar esses pontos fracos ou mesmo fazer que eles se tornem forças.

Finalmente, quando você relacionar os pontos fracos com as ameaças, você tem as estratégias de defesa. São aqueles pontos críticos do seu negócio, aqueles que você precisa analisar com cuidado se vale a pena investir para enfrentar as ameaças ou se é mais interessante tomar outras ações, como até mesmo sair de determinado mercado.

Perceba que uma matriz SWOT vai muito além de listar pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças. Muita gente nem faz essa análise porque pensa que “já sabe tudo que estaria escrito nela”. Acontece que a análise SWOT, feita de forma correta (e isso pouca gente faz) é extremamente útil para te ajudar nas decisões do seu negócio. Ela te ajuda a definir até mesmo se vale a pena você continuar no seu negócio ou não!

Por isso, aconselho que você faça cada um desses passos com calma. O importante não é a matriz pronta, mas os resultados e estratégias que surgem a partir dela. Se você nunca fez uma matriz assim, você vai ver que, quando colocar tudo no papel, a forma de ver seu negócio vai mudar completamente!

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Não fique para trás: Descubra o momento certo de inovar no seu produto!

Todo produto ou serviço tem um ciclo de vida, ou seja, eles surgem e, com o passar do tempo, desaparecem. Preste atenção nas marcas que você consome: mesmo os produtos fabricados há décadas passam por mudanças, seja na embalagem, seja na fórmula, para se adaptar aos novos desejos dos consumidores.

O Leite Moça, por exemplo, começou a ser fabricado em 1921 e passou por várias mudanças de embalagem para se adaptar aos tempos mais moderno. Além disso, houve extensões do produto, como a produção de picolés, sorvetes e iogurtes com a marca.

De forma geral, todo produto passa por quatro fases: introdução, crescimento, maturidade e declínio. A introdução é quando o produto está sendo apresentado ao mercado. Poucas pessoas o conhecem, o crescimento é lento e pode ser necessária muita propaganda para que ele atinga um número razoável de pessoas. Geralmente, na “introdução”, a empresa não tem lucro, já que está investindo em ser conhecida. Aqui você precisa avaliar se vale a pena continuar investindo no produto ou se já é o momento de fazer as primeiras mudanças para atingir a próxima fase.

A fase de crescimento é quando o produto passa a ser aceito pelo mercado. Se você criou um produto que as pessoas estejam dispostas a comprar e fez a correta comunicação dele, você passa pela fase de “introdução” e vem para a fase de “crescimento”. É claro que nem todo produto chega aqui. Porém, se chegou, ele vai ver que o as pessoas que já usam o produto vão indicar para seus amigos, o número de concorrentes também vai aumentar (atraídos pela oportunidade) e o preço tende a cair. Se você não foi a pessoa ou marca que criou o produto, essa fase pode ser um bom momento para você entrar, já que pode aprender com os pioneiros e ainda se aproveitar do crescimento do mercado.

A fase seguinte é o estágio da maturidade. Esse, geralmente, é o estágio que vai durar mais tempo. As vendas estão desaceleradas e as empresas começam a se posicionar em nichos para manter seus lucros e conseguir atender bem seus clientes. Aqui é um momento crucial para fazer modificações no produto, com o objetivo de atrair novos clientes (que talvez ainda não haviam comprado) ou fazer que os clientes antigos comprem novamente. Produtos que estão no estágio de maturidade e não fazem nada diferente tendem a sumir do mercado. Observe que a mudança não precisa ser no produto em si mas, por exemplo, na embalagem (novos tamanhos ou formas de distribuição (imagine algo que só era servido em restaurantes e passou a ser servido na casa das pessoas, como o chopp).

Caso o produto não inove a ponto de satisfazer os novos desejos dos consumidores, ele fatalmente entrará na fase de declínio, que é quando as vendas caem e, se nada é feito, o produto desaparece. Aqui é preciso ter calma para analisar a melhor solução a se tomar. Uma solução óbvia pode ser a rápida saída do mercado, para ter o menor prejuízo possível. Por outro lado, imagine uma empresa que seja forte no mercado e que seus produtos entrem na fase de declínio, como, por exemplo, a Lego.

Nos anos 90, a Lego era extremamente forte na área de brinquedos, mas começou a ver suas vendas despencarem devido, principalmente, a outras opções de diversão para crianças, como jogos digitais. Ela poderia ficar parada e ver sua marca ruir, mas fez parcerias com outras marcas como Star Wars e lançou produtos diferentes dos habituais, além de investir fortemente na área de educação. Depois de uma certa dificuldade, a Lego, hoje, mantém sua marca extremamente forte e seus brinquedos são desejados por crianças, adultos e professores.

Exemplos de empresas que entraram na fase de declínio e não fizeram nada (ou fizeram tardiamente) são vários, como a Kodak (que já foi líder na área de fotografia) e a Blockbuster (que já foi líder em locação de filmes). Por isso, é importante que a empresa identifique que está na fase de declínio e não se apegue a produtos ou serviços que já deram lucro um dia.

O ideal é fazer diferente antes de entrar na fase de declínio, porque pode-se tomar decisões precipitadas ou cometer erros, como se apegar ao passado. Várias empresas de sucesso têm como característica “matar” seus produtos antigos, mesmo que ainda estejam dando lucro, para colocar novos produtos no mercado e manter seus lucros. Veja, por exemplo, a Apple, que colocou fim nos iPods (que fizeram enorme sucesso) para promover o iPhone.

Analise sempre o mercado. Veja em qual fase seu produto está. Veja o que pode ser feito para que, depois da maturidade, venha uma nova fase de crescimento, e não uma fase de declínio.

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Como acelerar um vídeo de forma fácil usando somente o celular

A dica de hoje é rápida, fácil e dá um efeito super legal nos seus vídeos! Às vezes gravamos alguma coisa com o celular (a montagem de alguma coisa, o preparo de uma comida ou algo assim) e o vídeo acaba ficando muito longo para ser postado. E aí ele não cabe nos poucos segundos que os stories ou feed nos permitem postar. O que fazer nessa situação?

Uma opção é acelerar o vídeo! E você pode se perguntar: qual app usar para acelerar vídeos? Eu recomendo o InShot. Ele tem uma versão gratuita, é super simples de mexer e dá para fazer ótimos vídeos com as imagens passando rapidamente.

Aqui estão 8 passos para que você consiga acelerar seus vídeos usando o InShot:

Passo 1: Baixe o app

Clique aqui para baixar pelo Google Play, e aqui para baixar pela Apple Store
Baixe e abra o app para começarmos.

Passo 2: Clique em Vídeo

Passo 3: Clique em “Novo”

Passo 4: Selecione o vídeo que você quer acelerar

Passo 5: Role a barra de ferramentas para a esquerda e clique em “Velocidade”

Passo 6: Selecione a velocidade que você quiser.

Por exemplo, se você colocar “2”, o vídeo ficará 2 vezes mais rápido (se tinha 30 segundos, vai passar a ter 15).

Se você quiser diminuir a velocidade do vídeo, o processo é o mesmo! Basta você selecionar uma velocidade menor do que 1.

Passo 7: Clique no v

Passo 8: Salve o vídeo e pronto!

O vídeo estará no rolo da sua câmera!

Como acelerar somente parte de um vídeo?

Em algumas situações, não queremos acelerar o vídeo todo, mas apenas uma parte dele. Para acelerar só uma parte do vídeo usando o InShot também é muito fácil. Basta seguir os passos abaixo:

Para começar: Abra o Inshot e o vídeo que você queira acelerar uma parte Para fazer isso, é só seguir os passos de 1 a 4 que mostrei ali em cima.

E-book: Dicas

para vender mais!

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Passo 2 (para acelerar somente parte de um vídeo): Coloque o vídeo no momento que você quer COMEÇAR a acelerar

Passo 3: Clique em “Dividir”

Passo 4: Role a barra do vídeo até o final da parte que você quer acelerar

Passo 5: Clique, novamente, em “dividir”

Quando você fizer isso, você vai ver, nessa barra do vídeo, que seu vídeo estará dividido em três partes.

Passo 6: Clique em cima da parte do vídeo que você quer acelerar (no meu caso, é a parte do meio do vídeo)

Passo 7: Com somente uma parte do vídeo selecionada, basta clicar em “Velocidade” e acelerar esse trecho na velocidade que você quiser. É só seguir os passos de 5 a 8 que falei lá em cima!

Gostou da dica? Seus vídeos ficaram muito mais atraentes com a velocidade diferente? Conta pra mim nos comentários!

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5 dicas para fazer ótimas pesquisas de mercado usando questionários

Questionários podem ser úteis para fazer pesquisas de mercado. Você pode usar questionários para saber mais sobre o comportamento do consumidor, hábitos de compras ou para fazer pesquisas de satisfação, por exemplo.

Acontece que muita gente acaba criando questionários de forma errada e as respostas que obtêm não servem para nada. Pior ainda, às vezes são respostas erradas e, utilizá-las para tomar decisões pode fazer que o negócio tenha sérios prejuízos.

Por exemplo, um questionário que mostra várias qualidades de um produto e, em seguida, pergunta: “Você compraria esse produto?”. A chance de a pessoa responder que “Sim” é muito grande, já que acabou de ler vários benefícios do produto. Mas, na “vida real”, pode ser que ela não queira comprar.

Aqui estão cinco dicas para você fazer pesquisas de mercado usando questionários que vão te dar boas respostas:

1. Utilize uma boa ferramenta

Muitas vezes, antes de criar um questionário, a pergunta que vem à cabeça é: “onde posso criar um questionário?”. É claro que isso vai depender do tipo de pergunta, e até do tipo de análise que você pretende fazer com seu questionário.

Uma das ferramentas mais populares para a criação de questionários é o Google Forms. Ele é de graça e ele permite vários tipos de perguntas (por exemplo, questões abertas, de múltipla escolha ou de escala).

Outra ferramenta que gosto muito é o TypeForm. Assim como o Google Forms, ele também permite vários tipos de perguntas e tem um visual bem mais bonito que a solução do Google. O problema é que a versão gratuita permite apenas 10 perguntas. Para mais questões, é preciso pagar.

Se você quer uma solução mais profissional, que permite funções como adicionar arquivos, mostrar imagens ao respondente, fazer vários formulários e apresentá-los de forma aleatória, recomendo o SurveyMonkey. Sem dúvida, ele é bem mais completo que as ferramentas anteriores sendo, inclusive, bastante utilizado em pesquisas científicas. Apesar de ser pago, ele tem uma versão gratuita de teste (com algumas limitações).

2. Coloque as perguntas mais importantes primeiro

No início do questionário, as pessoas estão com mais energia e mais animadas a respondê-lo. Por isso, é importante aproveitar esse momento para fazer as perguntas mais importantes e que requerem que o respondente “pense mais”. Ou seja, coloque o que você realmente quer saber logo no início do questionário, que é a hora que o respondente mais dará atenção a ele.

Deixe para o final do questionário aquelas perguntas que o respondente não precisa pensar muito, como idade, gênero e local onde mora.

3. Seu respondente não precisa se identificar

Pedir para o respondente se identificar (especialmente no início do questionário) pode ser um erro. Muitas pessoas mentem nos questionários simplesmente pelo fato de ele não ser anônimo. Um exemplo simples: quando perguntados sobre a renda, muitas pessoas de baixa renda falam que ganham mais (porque têm vergonha de falar que ganham pouco) e muitas pessoas de alta renda falam que ganham menos (porque têm vergonha de admitir que ganham tanto). Quando se identificam, esse efeito pode ser ainda maior.

Em caso de perguntas íntimas (por exemplo: “você toma algum remédio controlado?” ou “quantas vezes você faz sexo por semana?”), pode ser que a pessoa simplesmente não responda porque não quer que o dono da pesquisa saiba que ela tem aquele comportamento, e isso pode acabar invalidando o questionário. Então, reflita se realmente é necessário que seu respondente forneça nome, email ou telefone no seu questionário. Se for realmente necessário, recomendo que coloque essas perguntas no final de tudo.

4. Cuidado com as opções das perguntas fechadas

Imagine que você queira saber o tipo de trabalho do seu respondente. Então, ao invés de deixar uma pergunta aberta (que, convenhamos, dá mais trabalho na hora de analisar), você coloca uma questão de múltipla escolha e escreve as opções: “Funcionário”; “Proprietário de um negócio”; e “Estudante”. E aí, vamos imaginar que o trabalho do seu respondente não se enquadra em nenhuma dessas opções (digamos que ele esteja “desempregado” e você esqueceu de colocar essa opção lá). Acaba que o próprio questionário induz a uma resposta errada, já que não vai ter a opção correta para a pessoa marcar.

Assim, quando a pergunta for fechada desse jeito, recomendo sempre que se coloque todas as opções possíveis de resposta. Isso é mais fácil de fazer quando a pergunta envolve números (por exemplo, “abaixo de 18 anos”; “entre 18 e 30 anos”; “acima de 30 anos”). No caso de texto, aconselho que, pelo menos, adicione uma opção “outros”.

5. Faça sempre só uma pergunta de cada vez

Às vezes fazemos, sem querer, duas perguntas, e deixamos espaço no questionário para que a pessoa responda só uma, o que gera dúvidas e, de novo, respostas erradas. Por exemplo, a questão: “Quantas vezes você escova os dentes e usa fio dental por dia?” é uma pergunta que pode levar o respondente a achar que são duas perguntas diferentes. A pergunta quer saber quantas vezes eu escovo os dentes? Ou quantas vezes eu uso fio dental? Ou quantas vezes eu uso os dois, um logo após o outro?

Veja que uma simples questão mal formulada leva a várias dúvidas. E, quando o respondente tem dúvidas demais, ou seja, precisa se esforçar muito para responder um questionário, ele o acaba deixando de lado. Assim, seja sempre o mais simples possível com suas perguntas.

Questionários são uma boa forma de conhecer o cliente mas é preciso tomar muito cuidado para que não haja erros, caso contrário, o questionário pode não servir para nada. Ao contrário de entrevistas presenciais, você não tem a oportunidade de tirar dúvidas das pessoas que estejam respondendo um questionário. Por isso, as perguntas devem ser extremamente claras, de modo que o respondente consiga ler e saber o que está sendo perguntado sozinho. Por isso, mais duas dicas extras: tome cuidado com palavras que seu público não entenda. Às vezes a palavra pode ser super conhecida para você, mas ter um significado que o respondente não conheça. E, a segunda dica: se achar necessário, antes de enviar o questionário para muita gente, faça um teste com poucas pessoas para verificar se está tudo claro e sem erros.

Como fazer repost no Instagram

Nesse texto, vou te ensinar como fazer repost no Instagram. Se você não sabe o que é repost, eu explico. Repost é quando você copia a imagem (e, se quiser, a legenda) do post que alguém fez e coloca na sua conta. Fazer reposts no Instagram é uma boa forma de você movimentar seu perfil sem precisar criar conteúdo próprio. É claro que ter um perfil só de reposts pode não ser tão interessante para seus seguidores, afinal, as pessoas gostam de ver conteúdos próprios. Por isso, recomendo que você tenha não um perfil somente com reposts.

Outro cuidado a ter na hora de fazer um repost é sempre colocar a fonte, ou seja, indicar de onde você tirou o conteúdo. Provavelmente outra pessoa teve o trabalho de criar uma imagem ou um texto e o mínimo que devemos fazer é dar créditos a essa pessoa.

Agora que você já sabe o que é um repost, vou te mostrar como fazer um repost no Instagram em 14 passos.

Passo 1: Baixe um app que faça repost.

Há vários aplicativos de repost e todos eles funcionam de forma muito semelhante. Nesse passo-a-passo, usei o Repost for Instagram Instasave (clique aqui para baixar).

Atenção! Agora você só precisa baixar o app. Não precisa entrar nele por enquanto!

Passo 2: Entre PELO INSTAGRAM no post que você quer repostar

Abra seu Instagram e vá até a imagem do post que você quer repostar no seu perfil.

Passo 3: Clique no … que tem acima da imagem do post

Passo 4: Clique em “Copiar link”

Passo 5: Abra o Repost. Você vai ver que o post já vai aparecer lá!

Passo 6: Clique em cima do post que foi copiado para o Repost

Passo 7: Clique em Repost

Passo 8: Clique em “Copy Caption & Open Instagram”

Passo 9: Seu Instagram será aberto. Escolha se você quer repostar a imagem no seu story ou no feed

Nesse exemplo, vamos repostar no feed. Então, clique em “feed”

Passo 10: A partir de agora, é só você postar normalmente! Clique em “avançar”

Passo 11: Nessa próxima tela, se quiser escolha um filtro e clique, novamente, em “avançar”

Passo 12: Clique em “Escreva uma legenda” e marque “Colar”

Quando você “colar”, a legenda do post original será colada no local da sua legenda. Você pode fazer isso e deixar a legenda original, editar essa legenda ou, ainda, escrever a legenda que você escolher.

Passo 13: Depois de ter colocado ou editado a legenda, clique em “OK”

Passo 14: Clique em “Compartilhar” e a imagem estará repostada!

Apesar de serem muitos passos, é um processo simples! A maioria das pessoas trava na hora de copiar o link do post no Instagram e abrir novamente o Repost. Agora que você já sabe repostar, que tal treinar com um post da Sempreende no seu feed? 😉

Como encontrar oportunidades de negócio para empreender na crise (e fora dela)

Na Itália, após segunda guerra mundial, ficou muito difícil encontrar cacau. Foi aí que um confeiteiro resolveu criar um creme mais barato, feito de avelã, açúcar e somente um pouquinho de cacau. A receita se tornou a Nutella que conhecemos hoje e rendeu ao Grupo Ferrero um faturamento de mais de 10 bilhões de euros em 2018.

Ainda durante a guerra, proibiram o xarope que faz a Coca-Cola de entrar na Alemanha. Para não fechar a fábrica alemã, a empresa resolveu usar leite e sobras de maçã para criar um novo produto: a Fanta. Hoje, a Fanta Laranja é a terceira marca mais vendida pela Coca-Cola no mundo.

Na crise de 1929, Charles B. Darrow, que estava desempregado, viu que as pessoas estavam entediadas e sem dinheiro para fazer investimentos na vida real. Por isso, elas poderiam gostar de algo que as fizesse imaginar que estavam investindo. Foi aí que ele criou o Monopoly (que, no Brasil, é o Banco Imobiliário). Esse jogo fez tanto sucesso que, em 2010, ele foi apontado como o brinquedo mais bem-sucedido em vendas na história do Brasil.

Mais recentemente, em 2008, a Uber surgiu quando seus fundadores perceberam a dificuldade que era conseguir um taxi e que havia pessoas que precisavam complementar a renda.

O que todas essas histórias têm em comum? Todas essas empresas foram criadas em momentos de crise, em que, geralmente, a maioria das pessoas tem medo de empreender ou começar algo novo. Todos esses negócios surgiram a partir da identificação de uma oportunidade disfarçada, da adaptação de recursos ou de insatisfações com os negócios existentes. As crises mudam, mas as fontes de oportunidade continuam as mesmas. Se você quer começar um negócio na crise, você precisa observar comportamentos humanos.

A primeira fonte de oportunidade de negócio para empreender na crise são as mudanças sociais. Sempre que existem mudanças de comportamento, as oportunidades aparecem. Algumas são mais evidentes. Outras, menos. A pandemia do covid-19, por exemplo, despertou a necessidade de comprar máscara e álcool em gel. Além disso, o consumo via delivery aumentou, o número de refeições feitas em casa quase dobrou e o consumo de cursos online cresceu 28% (Kantar, 2020). A adaptação para a vida em quarentena, com várias atividades online, incluindo as lives e grandes eventos, o home office e as medidas sanitárias geraram mudanças relativamente permanentes, que escondem oportunidades de negócios.

Ao pensar em mudanças, você não precisa se prender aos novos comportamentos gerados pela pandemia. Basta analisar a evolução da pirâmide etária brasileira para perceber isso. O número de pessoas com mais de 60 anos está aumentando e o número de nascimentos está caindo. Isso quer dizer que existem oportunidades de negócios para atender a terceira idade, que ainda é muito mal atendida, e gostaria de ter mais opções de lazer e vestuário, segundo pesquisa do Serasa.

Além disso, muitas das pessoas que não têm filhos, acabam dando tratamento especial aos animais de estimação, o que tem feito o mercado pet crescer a cada ano, com inovações que vão desde comedouros controlados por aplicativos até a dog beer, a “cerveja” que o cachorrinho pode beber enquanto o dono bebe a dele.

Todo problema pode se transformar numa oportunidade de negócio! Por isso, se você quer empreender na crise, além de identificar as mudanças sociais, passe a observar as pessoas com um olhar curioso! Para isso, identifique:

– Quais insatisfações as pessoas têm com as empresas que já existem;

– Quais necessidades estão sendo mal atendidas;

– O que impede que as pessoas tenham boas experiências no seu dia a dia.

Identificar alguns desses três pontos pode te ajudar a criar um novo negócio. A Quinto Andar, por exemplo, foi criada a partir da identificação de que a burocracia para alugar um imóvel gera muitos problemas para proprietários e locatários. A empresa administra o pagamento de aluguel ao proprietário, dispensando o inquilino de apresentar fiador, seguro-fiança ou depósito caução, além de possibilitar visitas online ao imóvel e de ter assinatura de contrato virtual.

Seus próprios problemas e irritações também podem ser o problema que outras pessoas enfrentam e se tornar uma oportunidade de negócio. Isso aconteceu com Paulo Fabra, que descobriu, ao fazer uma viagem para a Espanha que sua mala havia sido violada, com vários itens extraviados. Ao perceber que esse problema não era só dele, criou a Protec Bag, empresa de embalagem de malas, presente no mundo todo.

Para identificar oportunidades de negócio e empreender em tempos de crise, é fundamental que você esteja atento aos comportamentos das pessoas. Todo negócio existe para resolver o problema de alguém. Afinal, se você não resolve nenhum problema, a pessoa não tem motivos para consumir de sua empresa e ela não tem razão de existir. Por isso, ao invés de procurar receitas de sucesso ou listas dos negócios ideais para abrir, invista seu tempo pesquisando potenciais clientes e entendendo o que eles precisam. É aí que se escondem as oportunidades de negócio!

Delivery: Muitos restaurantes fazem errado

O delivery é, sem dúvida, uma boa alternativa para restaurantes nesse momento de pandemia. Mesmo nas cidades em que já é permitido o funcionamento do comércio, muita gente ainda não quer sair de casa e acaba pedindo comidas e bebidas para serem entregues em suas casas.

Acontece que a operação do delivery é complexa. Para o dono do restaurante, não basta simplesmente se cadastrar em um aplicativo tipo iFood, colocar a comida em uma embalagem qualquer e despachar. Entre outras coisas, é preciso ter atenção com a embalagem (por exemplo, se ela não se desmanchar ou misturar a comida enquanto estiver sendo transportada), apresentação e o próprio cardápio (há pratos que, definitivamente, não foram feitos para suportar a mochila de um motoboy).

Apesar disso, muitos donos de restaurantes não se preparam o mínimo para fazer as entregas e acabam errando feio com vários pedidos por delivery. Os erros mais comuns são demora na entrega do pedido, troca de pacotes entre clientes e a comida chegar bagunçada na embalagem. Isso, por si só, já faz que o restaurante “perca uns pontos” na mente do cliente, mas aí vem o segundo erro: os negócios não sabem lidar com reclamações de clientes do delivery.

Quando ouvem uma reclamação, geralmente a primeira reação é a negação: “isso não aconteceu”, e pede para o cliente mandar uma foto para provar o erro. Constatada a falha, a próxima reação é a terceirização da culpa: “saiu daqui em perfeito estado, o motoqueiro é que não teve cuidado. Esse motoqueiro não é meu”. 

Caro dono de restaurante: se a comida não chegou da forma que deveria, a culpa é sua por não fazer uma embalagem adequada, e não do motoqueiro. O mundo todo sabe que comidas balançam em qualquer moto. O mínimo que você deve fazer é ter uma embalagem resistente. Claro, estamos falando de refeições que chegam desorganizadas na embalagem, mas essa lógica serve para qualquer falha. O cliente não quer saber de quem foi a culpa. Muitas vezes,  ele não quer ouvir explicações (que também são comuns, como: “hoje demorou porque faltou um funcionário” ou “hoje tive pedidos demais, por isso atrasou”). O cliente quer que o problema seja resolvido. Se possível, rapidamente e, sempre, de forma gentil.

Cada caso é um caso e não há uma “fórmula única” que resolva todos os tipos de problemas que possam acontecer em uma operação de delivery. Porém, uma regra que se adequa a praticamente todas as situações é: entrar em contato com o cliente assim que perceber a falha e perguntá-lo como ele quer que ela seja resolvida. Sim, dê ao cliente essa opção. Imagine que um cliente tenha pedido um milk shake e ele chegou vazendo na embalagem. Ao invés de simplesmente mandar outro, fale para o cliente algo como: “Isso não poderia ter acontecido. Obrigado por avisar, vou corrigir essa embalagem para que não vaze mais. Mas eu preciso resolver isso de alguma forma. Como eu posso corrigir esse erro?”.

Quando você deixa o cliente escolher como ele quer que o problema seja resolvido, você vai ter certeza de que ele está escolhendo a melhor opção para ele e, provavelmente, isso não vai custar mais para você do que a solução que você daria. Por exemplo, ao invés de você simplesmente mandar outro milk shake, deixe o cliente escolher se ele quer outro naquele momento, se quer outro depois ou se quer o dinheiro de volta. Fazendo isso, você pode até mesmo transformar a insatisfação que o cliente teve em um primeiro momento em um encantamento (afinal, ele passou a ter exatamente o que esperava).

O delivery pode ser uma excelente forma de continuar garantindo receita em tempos de pandemia e, até mesmo, ser uma maneira de atrair clientes para o espaço físico. Por outro lado, os concorrentes estão, literalmente, a um clique do cliente. Caso ele não confie na sua empresa, ele não precisa sequer andar até outra loja. Basta dar um clique em outro lugar. Por isso, é extremamente importante para os negócios que façam a operação de delivery de forma correta e que saibam agir corretamente diante de reclamações de clientes.

Como usar o Reels – o novo recurso do Instagram – para gravar vídeos

O Instagram lançou na última semana uma nova ferramenta, chamada Reels, que permite gravar vídeos usando áudios, efeitos, dublagens, e a possibilidade de recortar e juntar diferentes trechos de vídeo em uma só produção. O recurso substitui o Cenase está sendo testado no Brasil, França e Alemanha. O Instagram Reels tem funcionalidades bem parecidas com o Tik Tok, rede social que mais cresceu nos últimos tempos, e parece ser uma tentativa do Instagram de conter os avanços da concorrente.  Os conteúdos criados no Instagram Reels podem ser compartilhados no feed, no direct, nos stories e no explorar. Entenda melhor como você pode usar esse recurso. 

Como usar o Instagram Reels:

  • Abra a câmera para Stories e selecione a opção Reels.
  • No menu lateral (no canto esquerdo) você verá as ferramentas de edição (áudio, velocidade, efeitos e temporizador).

  • Você pode gravar um vídeo único ou fazer vários cortes em sequência.
  • Também é possível fazer upload de um vídeo da galeria para compor o vídeo final.
  • Em “Áudio” você pode pesquisar uma música da biblioteca do Instagram para usar no seu Reels. Também é possível escolher sons para fazer dublagens.

  • Você pode usar seu próprio áudio original gravando o vídeo com ele. Quando você publica um conteúdo com sua voz, ele é atribuído ao seu perfil e outros usuários podem fazer dublagem usando seu som (assim como no Tik Tok).
  • Se você quiser usar o mesmo áudio que alguém usou, é só clicar em cima do nome no áudio (lá no vídeo) e depois em “usar áudio”.

  • O temporizador e a contagem regressiva te permitem gravar o vídeo com as mãos livres. É só ficar pressionando o botão de gravar que uma contagem regressiva irá aparecer na sua tela.

  • Nos efeitos você tem acesso a vários filtros parecidos com os dos stories e também a recursos como a tela verde, que permite que você coloque imagens no fundo do vídeo. Isso pode ser útil para colocar uma imagem sua em outro ambiente ou uma imagem de um conteúdo que você vai explicar no vídeo, por exemplo.

(nessa imagem eu coloquei um print da busca pelas palavras Instagram Reels feita no Google Trends, para mostrar seu crescimento. Ela poderia ser a imagem de fundo do meu vídeo falando sobre isso)

  • A opção velocidade controla a velocidade da reprodução do vídeo, deixando-o mais lento ou mais rápido. Você aumentar ou diminuir a velocidade de qualquer parte do vídeo que selecionar.

  • Após gravar o vídeo, é possível usar a ferramenta “alinhar” que te ajuda a sobrepor trechos do clipe anterior ao próximo. Isso pode ajudar a fazer as transições do vídeo no tempo certo (ideal para aqueles vídeos de troca de roupa, por exemplo).
  • Quando tudo estiver pronto, é só compartilhar. Nesse momento você pode alterar a imagem de capa, adicionar legenda, hashtags e marcar pessoas (assim como você faz nos stories).

  • Também é possível salvar um rascunho e finalizar a edição depois.
  • Seus vídeos ficarão salvos em uma guia Reels separada em seu perfil, onde você pode acompanhar o número de visualizações e curtidas do vídeo.

  • Para assistir os Reels feitos por outras pessoas você pode acessar esse guia em seu perfil ou clicar na lupinha do explorar e procurar por eles.

            Sempre que um novo recurso é lançado, o algoritmo tende a favorecer as pessoas que o utilizam, já que o Instagram quer mais pessoas consumindo e produzindo esse tipo de conteúdo. Por isso, pode ser interessante explorar. Além disso, é uma forma diferente de entregar informações ao seu público e também de promover entretenimento. Lembre-se de que as pessoas procuram as redes sociais para adquirir conhecimentos e também se divertir. Por isso, recomendo que você explore e teste o Instagram Reels para entender como ele funciona. Por parecer complicado na primeira vez, mas logo você se acostuma com os recursos.

            Ainda não dá para saber se o Instagram Reels vai conseguir derrubar o Tik Tok, mas essa é uma briga entre empresas que vale a pena acompanhar. 

Dia dos namorados na pandemia – o que fazer para vender mais?

O dia dos namorados, comemorado tradicionalmente no dia 12 de junho no Brasil, será um pouco diferente em 2020, devido à pandemia. Isso não quer dizer que você não conseguirá vender. Quer dizer que será necessário se adaptar. Com criatividade e otimismo, é possível obter ótimos resultados. Por isso, preparei 6 dicas para que você consiga vender mais nessa data:

1. Pense em presentes que fujam do óbvio

A quarentena imposta pela pandemia mudou a rotina de várias pessoas. Como estão em casa, muitas têm se aventurado em outras atividades, seja para resgatar um antigo hobby ou para se livrar do tédio. Por isso, você pode vender presentes que vão ao encontro dessa tendência. Que tal criar opções de presente do tipo DIY (Do it Yourself) para aqueles que gostam de artesanato e de fazer as coisas sozinho? Ou um kit de culinária, com os ingredientes e receita para preparação de um prato especial? Você pode até mesmo combinar seu presente com as transmissões ao vivo (lives) que irão acontecer no dia. O Nando Reis já anunciou que vai fazer uma live dia 12 de junho. Que tal acrescentar a letra dele ao presente e aproveitar a mesma divulgação? Vale até oferecer cursos online para casais que queiram se desenvolver juntos.

2. Criar presentes para vários perfis de casais

Uma boa forma de aumentar seu ticket médio é ter várias opções de presentes para perfis de casais diferentes. Você pode, por exemplo, criar opções para os casais que estão sem se ver durante a quarentena, remetendo à saudade. Pode criar opções para o “crush” que ainda não se tornou realmente namorado(a), por falta de encontros. Pode criar opções para um(a) amigo(a) presentear o(a) outro(a), por estar “encalhado(a)” na data. Quanto mais você se especializar em um nicho, mais vantagens poderá obter.

3. Faça parcerias estratégicas

As parcerias são sempre uma boa forma de se destacar em datas especiais e, em 2020, elas serão especialmente importantes. Procure empresas com produtos que agreguem valor ao seu, como restaurantes, floriculturas, docerias, ou algo mais inusitado, como lettering para enviar mensagens personalizadas. Ainda, caso você não tenha uma ótima estrutura logística, pense em parcerias para a entrega, garantindo que você não atrase nos prazos e decepcione seus clientes.

4. Invista em cartões e embalagens

A embalagem e o cartão são partes fundamentais de qualquer presente. Como muitas pessoas estão comprando pela internet, elas não conseguirão fazer um embrulho ou escrever um cartão como gostariam. Você pode se diferenciar exatamente nisso. Ao invés de entregar o produto em uma caixa de papelão comum, com a nota fiscal anexada, pense em embalagens bonitas e criativas, que realmente agreguem valor. Pense na possibilidade de escrever mensagens personalizadas à mão, caso seu cliente não possa fazer isso antes de entregar o presente. Tenha ideias “instagramáveis”, que façam que as pessoas tenham vontade de postar o presente nas suas redes sociais. Assim, sua marca será ainda mais lembrada e reconhecida.

5. Combine dia dos namorados com festa junina

As festas juninas, tradicionais no Brasil no mês de junho também serão prejudicadas pela pandemia, já que não é possível festejar em aglomerações. Que tal combinar as duas datas? Crie kits com produtos típicos de festa junina para presentear. Faça novas versões do tradicional correio elegante para que as pessoas possam enviar recados de amor. Vale até pensar em levar as brincadeiras para as crianças, no caso de casais que têm filhos.

6. Não se esqueça do atendimento

Não adianta culpar a crise pela queda nas vendas se seu atendimento for ruim. Prepare-se e prepare sua equipe para saber tirar todas as dúvidas sobre o produto/serviço. Tenha estoque suficiente ou garanta que consiga produzir rapidamente caso a demanda aumente. Atenda de forma ágil. Seja gentil. Lembre-se que essa é uma data afetiva e que as pessoas estão mais sensíveis que o comum, então atenção personalizada e empatia farão toda a diferença.            

A pandemia do Covid-19 está afetando os negócios em todo o país. Por isso, usar sua criatividade em ideias simples, aproveitando as datas comemorativas, pode ser uma ótima forma de aumentar suas vendas e garantir a sobrevivência do negócio.  Não perca essa oportunidade!