Não fique para trás: Descubra o momento certo de inovar no seu produto!

Todo produto ou serviço tem um ciclo de vida, ou seja, eles surgem e, com o passar do tempo, desaparecem. Preste atenção nas marcas que você consome: mesmo os produtos fabricados há décadas passam por mudanças, seja na embalagem, seja na fórmula, para se adaptar aos novos desejos dos consumidores.

O Leite Moça, por exemplo, começou a ser fabricado em 1921 e passou por várias mudanças de embalagem para se adaptar aos tempos mais moderno. Além disso, houve extensões do produto, como a produção de picolés, sorvetes e iogurtes com a marca.

De forma geral, todo produto passa por quatro fases: introdução, crescimento, maturidade e declínio. A introdução é quando o produto está sendo apresentado ao mercado. Poucas pessoas o conhecem, o crescimento é lento e pode ser necessária muita propaganda para que ele atinga um número razoável de pessoas. Geralmente, na “introdução”, a empresa não tem lucro, já que está investindo em ser conhecida. Aqui você precisa avaliar se vale a pena continuar investindo no produto ou se já é o momento de fazer as primeiras mudanças para atingir a próxima fase.

A fase de crescimento é quando o produto passa a ser aceito pelo mercado. Se você criou um produto que as pessoas estejam dispostas a comprar e fez a correta comunicação dele, você passa pela fase de “introdução” e vem para a fase de “crescimento”. É claro que nem todo produto chega aqui. Porém, se chegou, ele vai ver que o as pessoas que já usam o produto vão indicar para seus amigos, o número de concorrentes também vai aumentar (atraídos pela oportunidade) e o preço tende a cair. Se você não foi a pessoa ou marca que criou o produto, essa fase pode ser um bom momento para você entrar, já que pode aprender com os pioneiros e ainda se aproveitar do crescimento do mercado.

A fase seguinte é o estágio da maturidade. Esse, geralmente, é o estágio que vai durar mais tempo. As vendas estão desaceleradas e as empresas começam a se posicionar em nichos para manter seus lucros e conseguir atender bem seus clientes. Aqui é um momento crucial para fazer modificações no produto, com o objetivo de atrair novos clientes (que talvez ainda não haviam comprado) ou fazer que os clientes antigos comprem novamente. Produtos que estão no estágio de maturidade e não fazem nada diferente tendem a sumir do mercado. Observe que a mudança não precisa ser no produto em si mas, por exemplo, na embalagem (novos tamanhos ou formas de distribuição (imagine algo que só era servido em restaurantes e passou a ser servido na casa das pessoas, como o chopp).

Caso o produto não inove a ponto de satisfazer os novos desejos dos consumidores, ele fatalmente entrará na fase de declínio, que é quando as vendas caem e, se nada é feito, o produto desaparece. Aqui é preciso ter calma para analisar a melhor solução a se tomar. Uma solução óbvia pode ser a rápida saída do mercado, para ter o menor prejuízo possível. Por outro lado, imagine uma empresa que seja forte no mercado e que seus produtos entrem na fase de declínio, como, por exemplo, a Lego.

Nos anos 90, a Lego era extremamente forte na área de brinquedos, mas começou a ver suas vendas despencarem devido, principalmente, a outras opções de diversão para crianças, como jogos digitais. Ela poderia ficar parada e ver sua marca ruir, mas fez parcerias com outras marcas como Star Wars e lançou produtos diferentes dos habituais, além de investir fortemente na área de educação. Depois de uma certa dificuldade, a Lego, hoje, mantém sua marca extremamente forte e seus brinquedos são desejados por crianças, adultos e professores.

Exemplos de empresas que entraram na fase de declínio e não fizeram nada (ou fizeram tardiamente) são vários, como a Kodak (que já foi líder na área de fotografia) e a Blockbuster (que já foi líder em locação de filmes). Por isso, é importante que a empresa identifique que está na fase de declínio e não se apegue a produtos ou serviços que já deram lucro um dia.

O ideal é fazer diferente antes de entrar na fase de declínio, porque pode-se tomar decisões precipitadas ou cometer erros, como se apegar ao passado. Várias empresas de sucesso têm como característica “matar” seus produtos antigos, mesmo que ainda estejam dando lucro, para colocar novos produtos no mercado e manter seus lucros. Veja, por exemplo, a Apple, que colocou fim nos iPods (que fizeram enorme sucesso) para promover o iPhone.

Analise sempre o mercado. Veja em qual fase seu produto está. Veja o que pode ser feito para que, depois da maturidade, venha uma nova fase de crescimento, e não uma fase de declínio.

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Como encontrar oportunidades de negócio para empreender na crise (e fora dela)

Na Itália, após segunda guerra mundial, ficou muito difícil encontrar cacau. Foi aí que um confeiteiro resolveu criar um creme mais barato, feito de avelã, açúcar e somente um pouquinho de cacau. A receita se tornou a Nutella que conhecemos hoje e rendeu ao Grupo Ferrero um faturamento de mais de 10 bilhões de euros em 2018.

Ainda durante a guerra, proibiram o xarope que faz a Coca-Cola de entrar na Alemanha. Para não fechar a fábrica alemã, a empresa resolveu usar leite e sobras de maçã para criar um novo produto: a Fanta. Hoje, a Fanta Laranja é a terceira marca mais vendida pela Coca-Cola no mundo.

Na crise de 1929, Charles B. Darrow, que estava desempregado, viu que as pessoas estavam entediadas e sem dinheiro para fazer investimentos na vida real. Por isso, elas poderiam gostar de algo que as fizesse imaginar que estavam investindo. Foi aí que ele criou o Monopoly (que, no Brasil, é o Banco Imobiliário). Esse jogo fez tanto sucesso que, em 2010, ele foi apontado como o brinquedo mais bem-sucedido em vendas na história do Brasil.

Mais recentemente, em 2008, a Uber surgiu quando seus fundadores perceberam a dificuldade que era conseguir um taxi e que havia pessoas que precisavam complementar a renda.

O que todas essas histórias têm em comum? Todas essas empresas foram criadas em momentos de crise, em que, geralmente, a maioria das pessoas tem medo de empreender ou começar algo novo. Todos esses negócios surgiram a partir da identificação de uma oportunidade disfarçada, da adaptação de recursos ou de insatisfações com os negócios existentes. As crises mudam, mas as fontes de oportunidade continuam as mesmas. Se você quer começar um negócio na crise, você precisa observar comportamentos humanos.

A primeira fonte de oportunidade de negócio para empreender na crise são as mudanças sociais. Sempre que existem mudanças de comportamento, as oportunidades aparecem. Algumas são mais evidentes. Outras, menos. A pandemia do covid-19, por exemplo, despertou a necessidade de comprar máscara e álcool em gel. Além disso, o consumo via delivery aumentou, o número de refeições feitas em casa quase dobrou e o consumo de cursos online cresceu 28% (Kantar, 2020). A adaptação para a vida em quarentena, com várias atividades online, incluindo as lives e grandes eventos, o home office e as medidas sanitárias geraram mudanças relativamente permanentes, que escondem oportunidades de negócios.

Ao pensar em mudanças, você não precisa se prender aos novos comportamentos gerados pela pandemia. Basta analisar a evolução da pirâmide etária brasileira para perceber isso. O número de pessoas com mais de 60 anos está aumentando e o número de nascimentos está caindo. Isso quer dizer que existem oportunidades de negócios para atender a terceira idade, que ainda é muito mal atendida, e gostaria de ter mais opções de lazer e vestuário, segundo pesquisa do Serasa.

Além disso, muitas das pessoas que não têm filhos, acabam dando tratamento especial aos animais de estimação, o que tem feito o mercado pet crescer a cada ano, com inovações que vão desde comedouros controlados por aplicativos até a dog beer, a “cerveja” que o cachorrinho pode beber enquanto o dono bebe a dele.

Todo problema pode se transformar numa oportunidade de negócio! Por isso, se você quer empreender na crise, além de identificar as mudanças sociais, passe a observar as pessoas com um olhar curioso! Para isso, identifique:

– Quais insatisfações as pessoas têm com as empresas que já existem;

– Quais necessidades estão sendo mal atendidas;

– O que impede que as pessoas tenham boas experiências no seu dia a dia.

Identificar alguns desses três pontos pode te ajudar a criar um novo negócio. A Quinto Andar, por exemplo, foi criada a partir da identificação de que a burocracia para alugar um imóvel gera muitos problemas para proprietários e locatários. A empresa administra o pagamento de aluguel ao proprietário, dispensando o inquilino de apresentar fiador, seguro-fiança ou depósito caução, além de possibilitar visitas online ao imóvel e de ter assinatura de contrato virtual.

Seus próprios problemas e irritações também podem ser o problema que outras pessoas enfrentam e se tornar uma oportunidade de negócio. Isso aconteceu com Paulo Fabra, que descobriu, ao fazer uma viagem para a Espanha que sua mala havia sido violada, com vários itens extraviados. Ao perceber que esse problema não era só dele, criou a Protec Bag, empresa de embalagem de malas, presente no mundo todo.

Para identificar oportunidades de negócio e empreender em tempos de crise, é fundamental que você esteja atento aos comportamentos das pessoas. Todo negócio existe para resolver o problema de alguém. Afinal, se você não resolve nenhum problema, a pessoa não tem motivos para consumir de sua empresa e ela não tem razão de existir. Por isso, ao invés de procurar receitas de sucesso ou listas dos negócios ideais para abrir, invista seu tempo pesquisando potenciais clientes e entendendo o que eles precisam. É aí que se escondem as oportunidades de negócio!

Delivery: Muitos restaurantes fazem errado

O delivery é, sem dúvida, uma boa alternativa para restaurantes nesse momento de pandemia. Mesmo nas cidades em que já é permitido o funcionamento do comércio, muita gente ainda não quer sair de casa e acaba pedindo comidas e bebidas para serem entregues em suas casas.

Acontece que a operação do delivery é complexa. Para o dono do restaurante, não basta simplesmente se cadastrar em um aplicativo tipo iFood, colocar a comida em uma embalagem qualquer e despachar. Entre outras coisas, é preciso ter atenção com a embalagem (por exemplo, se ela não se desmanchar ou misturar a comida enquanto estiver sendo transportada), apresentação e o próprio cardápio (há pratos que, definitivamente, não foram feitos para suportar a mochila de um motoboy).

Apesar disso, muitos donos de restaurantes não se preparam o mínimo para fazer as entregas e acabam errando feio com vários pedidos por delivery. Os erros mais comuns são demora na entrega do pedido, troca de pacotes entre clientes e a comida chegar bagunçada na embalagem. Isso, por si só, já faz que o restaurante “perca uns pontos” na mente do cliente, mas aí vem o segundo erro: os negócios não sabem lidar com reclamações de clientes do delivery.

Quando ouvem uma reclamação, geralmente a primeira reação é a negação: “isso não aconteceu”, e pede para o cliente mandar uma foto para provar o erro. Constatada a falha, a próxima reação é a terceirização da culpa: “saiu daqui em perfeito estado, o motoqueiro é que não teve cuidado. Esse motoqueiro não é meu”. 

Caro dono de restaurante: se a comida não chegou da forma que deveria, a culpa é sua por não fazer uma embalagem adequada, e não do motoqueiro. O mundo todo sabe que comidas balançam em qualquer moto. O mínimo que você deve fazer é ter uma embalagem resistente. Claro, estamos falando de refeições que chegam desorganizadas na embalagem, mas essa lógica serve para qualquer falha. O cliente não quer saber de quem foi a culpa. Muitas vezes,  ele não quer ouvir explicações (que também são comuns, como: “hoje demorou porque faltou um funcionário” ou “hoje tive pedidos demais, por isso atrasou”). O cliente quer que o problema seja resolvido. Se possível, rapidamente e, sempre, de forma gentil.

Cada caso é um caso e não há uma “fórmula única” que resolva todos os tipos de problemas que possam acontecer em uma operação de delivery. Porém, uma regra que se adequa a praticamente todas as situações é: entrar em contato com o cliente assim que perceber a falha e perguntá-lo como ele quer que ela seja resolvida. Sim, dê ao cliente essa opção. Imagine que um cliente tenha pedido um milk shake e ele chegou vazendo na embalagem. Ao invés de simplesmente mandar outro, fale para o cliente algo como: “Isso não poderia ter acontecido. Obrigado por avisar, vou corrigir essa embalagem para que não vaze mais. Mas eu preciso resolver isso de alguma forma. Como eu posso corrigir esse erro?”.

Quando você deixa o cliente escolher como ele quer que o problema seja resolvido, você vai ter certeza de que ele está escolhendo a melhor opção para ele e, provavelmente, isso não vai custar mais para você do que a solução que você daria. Por exemplo, ao invés de você simplesmente mandar outro milk shake, deixe o cliente escolher se ele quer outro naquele momento, se quer outro depois ou se quer o dinheiro de volta. Fazendo isso, você pode até mesmo transformar a insatisfação que o cliente teve em um primeiro momento em um encantamento (afinal, ele passou a ter exatamente o que esperava).

O delivery pode ser uma excelente forma de continuar garantindo receita em tempos de pandemia e, até mesmo, ser uma maneira de atrair clientes para o espaço físico. Por outro lado, os concorrentes estão, literalmente, a um clique do cliente. Caso ele não confie na sua empresa, ele não precisa sequer andar até outra loja. Basta dar um clique em outro lugar. Por isso, é extremamente importante para os negócios que façam a operação de delivery de forma correta e que saibam agir corretamente diante de reclamações de clientes.

Dia dos namorados na pandemia – o que fazer para vender mais?

O dia dos namorados, comemorado tradicionalmente no dia 12 de junho no Brasil, será um pouco diferente em 2020, devido à pandemia. Isso não quer dizer que você não conseguirá vender. Quer dizer que será necessário se adaptar. Com criatividade e otimismo, é possível obter ótimos resultados. Por isso, preparei 6 dicas para que você consiga vender mais nessa data:

1. Pense em presentes que fujam do óbvio

A quarentena imposta pela pandemia mudou a rotina de várias pessoas. Como estão em casa, muitas têm se aventurado em outras atividades, seja para resgatar um antigo hobby ou para se livrar do tédio. Por isso, você pode vender presentes que vão ao encontro dessa tendência. Que tal criar opções de presente do tipo DIY (Do it Yourself) para aqueles que gostam de artesanato e de fazer as coisas sozinho? Ou um kit de culinária, com os ingredientes e receita para preparação de um prato especial? Você pode até mesmo combinar seu presente com as transmissões ao vivo (lives) que irão acontecer no dia. O Nando Reis já anunciou que vai fazer uma live dia 12 de junho. Que tal acrescentar a letra dele ao presente e aproveitar a mesma divulgação? Vale até oferecer cursos online para casais que queiram se desenvolver juntos.

2. Criar presentes para vários perfis de casais

Uma boa forma de aumentar seu ticket médio é ter várias opções de presentes para perfis de casais diferentes. Você pode, por exemplo, criar opções para os casais que estão sem se ver durante a quarentena, remetendo à saudade. Pode criar opções para o “crush” que ainda não se tornou realmente namorado(a), por falta de encontros. Pode criar opções para um(a) amigo(a) presentear o(a) outro(a), por estar “encalhado(a)” na data. Quanto mais você se especializar em um nicho, mais vantagens poderá obter.

3. Faça parcerias estratégicas

As parcerias são sempre uma boa forma de se destacar em datas especiais e, em 2020, elas serão especialmente importantes. Procure empresas com produtos que agreguem valor ao seu, como restaurantes, floriculturas, docerias, ou algo mais inusitado, como lettering para enviar mensagens personalizadas. Ainda, caso você não tenha uma ótima estrutura logística, pense em parcerias para a entrega, garantindo que você não atrase nos prazos e decepcione seus clientes.

4. Invista em cartões e embalagens

A embalagem e o cartão são partes fundamentais de qualquer presente. Como muitas pessoas estão comprando pela internet, elas não conseguirão fazer um embrulho ou escrever um cartão como gostariam. Você pode se diferenciar exatamente nisso. Ao invés de entregar o produto em uma caixa de papelão comum, com a nota fiscal anexada, pense em embalagens bonitas e criativas, que realmente agreguem valor. Pense na possibilidade de escrever mensagens personalizadas à mão, caso seu cliente não possa fazer isso antes de entregar o presente. Tenha ideias “instagramáveis”, que façam que as pessoas tenham vontade de postar o presente nas suas redes sociais. Assim, sua marca será ainda mais lembrada e reconhecida.

5. Combine dia dos namorados com festa junina

As festas juninas, tradicionais no Brasil no mês de junho também serão prejudicadas pela pandemia, já que não é possível festejar em aglomerações. Que tal combinar as duas datas? Crie kits com produtos típicos de festa junina para presentear. Faça novas versões do tradicional correio elegante para que as pessoas possam enviar recados de amor. Vale até pensar em levar as brincadeiras para as crianças, no caso de casais que têm filhos.

6. Não se esqueça do atendimento

Não adianta culpar a crise pela queda nas vendas se seu atendimento for ruim. Prepare-se e prepare sua equipe para saber tirar todas as dúvidas sobre o produto/serviço. Tenha estoque suficiente ou garanta que consiga produzir rapidamente caso a demanda aumente. Atenda de forma ágil. Seja gentil. Lembre-se que essa é uma data afetiva e que as pessoas estão mais sensíveis que o comum, então atenção personalizada e empatia farão toda a diferença.            

A pandemia do Covid-19 está afetando os negócios em todo o país. Por isso, usar sua criatividade em ideias simples, aproveitando as datas comemorativas, pode ser uma ótima forma de aumentar suas vendas e garantir a sobrevivência do negócio.  Não perca essa oportunidade!

Como vender no Dia das Mães mesmo em quarentena

O Dia das Mães é uma data importante para o comércio e só perde em número de vendas para o Natal. Nesse ano de 2020, a quarentena pode ameaçar as vendas nessa data, já que muitas pessoas estão em isolamento social ou economizando. Por isso, preparei 7 dicas para te ajudar a vender mesmo em tempos de crise:

1. Aprimore seu atendimento online

Para fazer um bom atendimento online não basta entregar o celular nas mãos de alguém que saiba utilizar o Whatsapp. É preciso se preparar para atender da forma que as pessoas querem. Afinal, diferente do atendimento na loja física, um cliente manda mensagem para várias empresas ao mesmo tempo e espera a resposta de todas elas. E, geralmente, ganha a venda quem tem o melhor atendimento. Assim, é preciso que a pessoa responsável por atender pela internet seja rápida, conheça as informações sobre preço e estoque e tenha fotos para enviar, caso sejam solicitadas. Além disso, é valioso que se tenha um atendimento humanizado, que faça o cliente se sentir próximo da empresa.

2. Demonstre seus cuidados com higiene e prevenção contra o Covid-19

Para que seu cliente se sinta mais seguro ao comprar, deixe muito claro que está tomando os devidos cuidados de higiene e prevenção contra o covid-19 (e realmente tome esses cuidados). Por exemplo, você pode colocar uma embalagem extra ou colocar um recado dizendo que as precauções foram tomadas. Não deixe de comunicar isso ao cliente, especialmente por meio das redes sociais. Pode ser interessante também contratar empresas de entrega que também estejam tomando medidas preventivas, já que esse é o ponto de contato mais crítico com o cliente.

3. Faça kits combinando produtos

Com ou sem quarentena, uma boa forma de aumentar seu ticket médio é elaborar kits com diversos produtos, para agilizar a decisão de compra do cliente. Junte produtos que combinem, como bolsa e carteira e ofereça uma embalagem bonita. Ainda, crie kits para vários perfis diferentes de mães (ex: mães modernas, mães jovens), facilitando a decisão do consumidor.

4. Crie opções para sogra, avó, madrinha

Além de presentear as mães, é comum que as pessoas presenteiem outras pessoas, pelas quais elas também têm carinho. É o caso das avós, sogras, madrinhas. Tenha opções para esse público. Mesmo que não sejam personalizados, você pode fazer sugestões de presentes para essas mulheres, tanto em suas redes sociais quanto no momento do atendimento online.

5. Crie presentes virtuais

Imagine a possibilidade de ninguém poder receber um presente em casa. O que você poderia oferecer para seu cliente? Elabore cartões digitais ou produtos digitais. Se você trabalha com lettering, pode vender o lettering em uma foto da pessoa. Se trabalha com música, pode vender um vídeo com uma canção personalizada. Se trabalha com cursos, pode oferecer um vale presente para a versão online. Use sua criatividade para adaptar seu produto da melhor forma possível. Se você não vê alternativa para elaborar um produto digital, você pode pensar em criar parcerias com outros negócios que fazem isso para você não perder o cliente.

6. Faça parcerias

Por falar em parcerias, caso você não tenha serviço de entrega ou mesmo um canal de vendas online, faça parcerias com empresas que já têm. Você pode se associar a um restaurante e criar um combo que contemple o almoço e o presente, por exemplo, para que o combo seja anunciado nos aplicativos de delivery e entregue por eles.

7. Não se esqueça da emoção dessa data

É compreensível que muitos empreendedores estejam nervosos ou desanimados e sem intenção de fazer nada especial no dia das mães. Porém, tente manter o bom ânimo. É hora de mostrar para seu cliente o quanto ele é importante, ainda que as vendas não estejam boas. Prepare postagens ou vídeos especiais, com homenagens para as mães. Gere uma conexão emocional com as pessoas, para que elas continuem se lembrando de sua marca.

Tempos difíceis exigem nossa capacidade de adaptação. Com uma boa dose de otimismo e boa vontade, nossa criatividade é estimulada. Use essas dicas para abastecer seu potencial de inovação e siga em frente!

4 modelos de negócio que você pode usar no seu (parte II)

Modelo de negócio é a forma que sua empresa entrega seu produto ou serviço e recebe por isso. Nesse post (clique aqui para ler o post) falamos sobre 4 modelos de negócios que você pode se inspirar para inovar no seu negócio. Aqui eu separei mais 4 modelos que seu negócio pode utilizar e se destacar no mercado:

Afiliados. No modelo de afiliados, a empresa dá comissões para quem vende seus produtos ou serviços. Assim, ela não precisa ter grandes esforços de venda, que ficam por conta dos afiliados. É mais ou menos assim: uma pessoa recomenda a empresa para um amigo. Se esse amigo faz a compra, quem indicou ganha uma porcentagem da venda. Em diversos casos, a empresa dá mais de 50% do valor da venda como comissão, para que tenha vendedores engajados e realmente interessados em vender o produto. Esse modelo tem ficado mais comum com a venda de produtos digitais, como cursos online, mas pode ser utilizado em qualquer outro negócio.

Aikido. Esse modelo tem o nome de uma arte marcial em que a força de quem ataca é usada contra ele. No mundo dos negócios, esse modelo acontece quando uma empresa oferece o oposto do que outras empresas no mercado estão oferecendo, com o objetivo de atrair pessoas que não estão gostando do que é o padrão. Por exemplo, nos anos 1990, enquanto todas as marcas de computadores vendiam computadores com configurações pré-determinadas por meio de revendedores, a Dell passou a vender seus computadores diretamente ao consumidor e, ainda, permitia a configuração de acordo com o que o cliente desejava. Outro exemplo: enquanto a maioria das academias de ginástica se equipavam com os melhores equipamentos e professores para cobrar mais caro dos alunos, a SmartFit surgiu com um modelo em que também tinha ótimos equipamentos e professores, mas com mensalidades bem abaixo da média. Para aplicar esse modelo de negócio, é necessário conhecer muito bem o mercado e saber se realmente os clientes estão preparados para um negócio com uma lógica diferente do que estão acostumados.

Propriedade fracionária. Imagine que você queira ter um carro de luxo, que custe R$400 mil reais. Que tal você poder tê-lo por uma semana ao mês, pagando apenas R$100 mil? É basicamente assim que funciona o modelo de propriedade fracionária. Ao invés de o produto ser vendido para apenas uma pessoa, ele é vendido para um conjunto de pessoas, e cada uma o utiliza pelo tempo permitido por sua “fração” da compra. Esse tipo de modelo de negócio é relativamente comum em mercados com altos custos, como o de aviação. Além disso, há empresas, como a Autofraction que atuam com esse modelo para carros de luxo. Em uma época que a economia compartilhada está cada vez mais aceita e comum, esse modelo pode ser uma saída para empresas que enfrentam dificuldades para vender seus produtos.

Puxado pelo mercado. Nesse tipo de negócio, a produção começa apenas depois da venda. Por exemplo, uma confeitaria que fabrica seus doces apenas depois que o cliente faz a encomenda (e paga por uma parte do serviço) está atuando nesse modelo de negócio. Esse modelo pode se subdividir. Há empresas que compram a matéria-prima somente após a encomenda do cliente (e assim, evita custos com estoque e armazenagem) e há empresas que somente produzem após a encomenda (como é o caso da maioria dos restaurantes: a comida só é produzida após o pedido, mas, de forma geral, há os ingredientes no estoque). Esse modelo é excelente para empresas que não querem ter surpresas de ter matéria-prima mas não conseguirem clientes, porém ele não permite que produtos sejam entregues imediatamente após o pedido.

Lembre-se de que vários negócios de sucesso não dependeram de produtos revolucionários, mas da forma diferente de vender. Veja sempre se vale a pena se arriscar e tentar ser diferente do que todo mundo faz no seu mercado. Pode ser a receita do seu sucesso!

Crise do COVID-19: o que sua empresa deve e não deve fazer

No último sábado, dia 20, Jeff Bezos, CEO da Amazon, postou uma carta de 4 páginas no seu Instagram para todos os seus funcionários. Dentre outras coisas, sua mensagem deixa clara a preocupação com o momento e os esforços feitos por ele e pela empresa para superar essa crise. “Todo o meu tempo está focado no COVID-19 e em como a Amazon pode desempenhar melhor o seu papel.”

Essa é a postagem completa dele:

            A Amazon é uma das empresas mais inovadoras e bem-sucedidas do mundo. A mensagem do CEO deixa claro que todos nós precisaremos pensar em adaptar nossas empresas o mais rápido possível à nova realidade. O novo vírus nos colocou diante de situações inesperadas e não sabemos quando a situação voltará ao normal (se é que volta). É hora de pensar no que sua empresa deve ou não deve fazer.

O que fazer:

Invista na comunicação:

            Estamos diante de uma crise de saúde que é também humana. As pessoas precisam se sentir seguras.  Por isso, elas precisam confiar na empresa e você precisa ser transparente. Fale sobre os avanços da doença, seja fonte de informação segura, mas, principalmente, fale sobre o que a empresa está fazendo. Não tenha medo de dividir as dificuldades financeiras, de relatar problemas no caixa. É melhor que as pessoas tenham fontes seguras de informação do que comecem a imaginar histórias e alimentar a tensão e a fofoca.

Apoie seus funcionários durante a crise

            Mais do que nunca, as pessoas precisam de seus líderes. Não deixe que sua equipe se sinta abandonada. Verifique a situação de trabalho em home office para aquelas que já estão em casa. Identifique se é necessário investir em infraestrutura e tecnologia (muitas pessoas não têm computadores próprios e uma internet adequada, por exemplo). Converse com seus funcionários e identifique aqueles que precisam de apoio, oferecendo até mesmo ajuda de custo para terapia. É hora de cuidar das pessoas.

Foque no negócio, sem perder de vista o seu propósito

            Todas as empresas vão precisar inovar, mas não adianta tomar decisões precipitadas, baseadas no que os outros estão fazendo e se desviando do seu propósito. Não faz sentido passar a fabricar um produto que não se encaixa na sua proposta de valor ou abrir mão de valores essenciais só para continuar tendo receita. Você já conhece o negócio e os clientes. É hora de identificar quais novas necessidades eles têm e como você pode resolvê-las.

Pense estrategicamente

            Prepare-se para diversos cenários. Pense como sua empresa voltaria a funcionar se a quarentena acabasse em uma semana. Elabore as estratégias de relançamento. Pense também em cenários pessimistas. E se o isolamento durar mais 6 meses? Quais alternativas você terá? O que as empresas dos demais países estão fazendo? É hora de gerar ideias, sem se desesperar.

Reduzir custos

            É hora de reduzir seus custos para preservar seu caixa. Renegocie aluguel, negocie novos prazos com fornecedores, cancele ou congele mensalidades que não fazem sentido no momento. Fique atento às medidas tomadas pelo governo e pelos bancos e use as oportunidades a seu favor. Qualquer redução pode fazer diferença lá na frente.

O que não fazer:

Marketing oportunista

            As pessoas estão muito sensíveis e críticas. Se sua empresa puder ajudar de forma genuína e altruísta, faça. Se não, fique quieto. Não tente “pegar carona” com ações de outras empresas ou se promover para levar vantagem. Se sua empresa não pode contribuir genuinamente, é melhor ficar calada por alguns dias e aguardar a hora certa de voltar a se manifestar.

Se vangloriar

            Não se vanglorie por ter colocado sua equipe em trabalho remoto ou por ter feito alguma ação que beneficie a sociedade. Você não quer que essas ações pareçam ter segundas intenções. Deixe que seus funcionários e clientes divulguem as boas ações por você.

Sumir

            Devido ao fechamento temporário de muitas empresas e ao excesso de informações, muitos empresários tendem a se afastar dos seus clientes. O problema é que quando as coisas normalizarem eles podem demorar a lembrar de você. Por isso, tente manter contato e relacionamento, ainda que seja apenas para checar se os clientes estão bem. Ainda vale a velha máxima: “quem não é visto não é lembrado”.

Demitir

            A folha de pagamento costuma ser um dos maiores custos das empresas. Apesar disso, demitir agora não ajuda. Primeiro porque as pessoas precisam de emprego e renda para sobreviver. Segundo porque os custos de rescisão são altíssimos e podem mais piorar do que contribuir com seu fluxo de caixa. Terceiro porque sua empresa pode voltar a funcionar antes do que você imagina e você terá um custo ainda maior recontratando e treinando pessoas. Deixe o corte de pessoas por último e o faça apenas se não tiver outra opção.            

Ninguém sabe quando o problema vai acabar e como estaremos no final. O que sabemos é que somos protagonistas nessa crise. Os resultados da pandemia dependem das escolhas de cada um de nós. Afinal, como diria Warren Buffet, “não é o mais forte que sobrevive e sim o que se adapta melhor às circunstâncias.”

5 pontos para analisar antes de escolher o segmento de mercado para seu negócio

Escolher um público com características semelhantes para atender (o que chamamos de “segmento”) é extremamente importante para sua empresa para que você saiba, entre outras coisas, quais produtos oferecer e como comunicar. Por exemplo, se você tem um restaurante, o estilo do cardápio, os pratos oferecidos e a forma de atender é bem diferente se você atende público idoso ou se você atende adolescentes qua acabaram de sair do colégio.

Você pode segmentar seu público de acordo com várias características, como idade, profissão, momento da vida, valores ou atividades que realiza. Além disso, não tem problema nenhum em você atender mais de um público distinto – embora tentar atender muitos segmentos pode fazer seu negócio perder o foco.

Pensando nisso, aqui vão 5 pontos para você analisar antes de decidir qual público atender com seu negócio:

·       Crescimento do mercado: É melhor escolher um segmento que esteja crescendo. Por exemplo, sabemos que a população está envelhecendo. Assim, um segmento que inclui “pessoas com mais de 60 anos” tem sua vantagem por estar em expansão.

·       Número de concorrentes: Mesmo que haja muitas pessoas com um determinado problema, seu negócio pode ter menos chances de sucesso se há várias outras empresas resolvendo os problemas dessas pessoas. Por exemplo, quem tem um automóvel precisa comprar combustível com frequência, ou seja, podemos pensar que “há mercado para um posto de combustíveis”. Mas se abrirmos um posto em um local que tenha várias outras opções, podemos ter menos resultados do que abrir em um local com menor concorrência.

·       Facilidade de entrada de concorrentes: Poucos empreendedores levam esse item em consideração. Negócios com maiores chances de sucesso são aqueles em que a entrada de concorrentes no mercado é mais difícil. Por exemplo, recentemente houve um boom de food trucks. Um amplo segmento de mercado estava comprando refeições nesse tipo de negócio. Os primeiros food trucks abertos conseguiram faturar bem mas, como é relativamente fácil abrir um food truck, o mercado rapidamente saturou — e praticamente acabou.

·       Possibilidade de expansão com novos produtos: Um bom segmento é aquele que permite que seu negócio consiga expandir, vendendo para o mesmo segmento. Por exemplo, uma confeitaria que tem como segmento pessoas que “só comem produtos low carb” tem a possibilidade de se expandir no futuro, por exemplo, vendendo almoço executivo low carb para o segmento que ela já atende (seus atuais clientes) ou suplementos alimentares com o mesmo fim.

·       Quem você gosta de atender: Sempre é difícil trabalhar com pessoas que você não tenha afinidade. Ou seja, se você não tem paciência para lidar com crianças, terá dificuldades em ter uma escola de educação infantil. Por isso, não pense apenas no lucro, mas também naquilo que te satisfaça pessoal e profissionalmente.

Aconselho que, antes de abrir um negócio ou de mudar o público a ser atendido, você analise cada um desses pontos de acordo com os segmentos de mercado que você pode atuar. Não se esqueça que seu negócio, sempre, vai precisar de clientes para sobreviver e, fazendo uma boa escolha do público, as chances de não faltarem pessoas comprando de você serão maiores.

Como encontrar o sócio ideal para seu negócio?

Até alguns anos atrás, era comum a figura de um sócio no negócio, ainda que meramente por questões burocráticas, para configurar a “sociedade limitada”. As Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada (Eireli) e os Microempreendedores Individuais (MEI) mudaram um pouco essa realidade. Ainda assim, muitas pessoas buscam sócios para seus negócios, seja para dividir tarefas e responsabilidades ou conseguir aporte de capital. A escolha da pessoa ideal nem sempre é fácil.

Para que uma sociedade funcione bem, é fundamental entender as bases dessa relação. Todos os envolvidos precisam ter valores similares. Por exemplo, se a ética é importante para você, fica praticamente impossível se associar com alguém que está disposto a subornar fornecedores. Por isso, busque compreender profundamente quais são os valores do possível sócio. Nem sempre uma próxima de você, como um amigo ou membro da família é a melhor opção para ser seu sócio. Uma boa pesquisa em redes sociais profissionais, conversas com antigos funcionários e parceiros de trabalho já podem te nortear.

Além dos valores, é fundamental que você e os possíveis sócios tenham visões e objetivos similares para o negócio. É claro que, no início, não é possível prever o quanto o negócio vai crescer, mas se você tem vontade de expandir a empresa para todo o país ou mundo e seu possível sócio quer um negócio pequeno e trabalhar apenas meio período, vocês têm um problema. Associe-se com alguém que esteja tão comprometido quanto você.

É comum iniciar uma sociedade baseando-se na afinidade. Como falei, vocês precisam de afinidades de valores, objetivos e ter um propósito em comum, mas isso não significa que precisam pensar da mesma forma. Pelo contrário! Ao buscar um sócio ou parceiro de trabalho, busque alguém que te complemente. Se você é muito boa em marketing e vendas, procure alguém de operações ou finanças. Se você tende a ser muito racional ou pessimista, procure alguém otimista. Isso irá enriquecer as discussões, e contribuir com o crescimento da empresa. Como todo relacionamento, a sociedade é cheia de desafios. Isso não quer dizer que precisa ser difícil ou incômoda. O diálogo sincero e maduro é o melhor caminho. Seja sincera sobre suas expectativas desde o início. Fale quando algo te incomoda. Dividam papéis e funções. Tenham uma assessoria jurídica para garantir a transparência no contrato. E o mais importante: antes de convidar alguém para ser seu sócio, pergunte-se como aquela pessoa irá contribuir para o crescimento e sucesso do negócio. Se não tiver certeza, é melhor continuar sozinha.

5 apps indispensáveis para seu negócio

Aplicativos são úteis para qualquer negócio, mas às vezes ficamos perdidos entre tantos apps que existem. Qual realmente vale a pena instalar? Aqui vai a lista de cinco dos meus apps favoritos para serem usados nos negócios:

1. Contacts Journal CRM

            Esse aplicativo serve para você gerenciar tudo que acontece com seus clientes. Funciona assim: você adiciona o nome de um cliente e pode colocar as informações que quiser sobre ele (por exemplo, produto preferido, frequência de visita à sua loja ou tamanho da roupa). Só isso já seria ótimo para você fazer um ótimo relacionamento com seu cliente (você não precisaria perguntar coisas básicas toda vez que o cliente foi até você), mas o app vai além. Você pode, também, colocar a data e informações sobre cada contato com o cliente (ex.: na visita do dia 23/11, ele comprou uma pizza de calabresa) e adicionar tarefas futuras (por exemplo, “quando chegar uma blusa vermelha M, ligar para avisar”). Tudo isso de forma super simples e intuitiva.

            A versão de teste do app é grátis (é possível adicionar até 20 informações). A versão ilimitada custa R$ 94,90 para um usuário. Para equipes, o preço é a partir de R$ 32,90 por mês.

2. CellPrompter

            Esse aplicativo te ajuda a não esquecer o que você precisa falar na hora de gravar vídeos. Assim como o teleprompter que apresentadores da televisão usam, você pode colocar o texto que você quer falar no seu vídeo na tela do celular, e ele vai rolando enquanto você fala. Ou seja, chega de dar brancos e ter que repetir a gravação de vídeos várias vezes!

            O app custa R$10,90 na App Store e R$ 4,99 na Google Play.

3. Mojo

            Vídeos com aparência profissional em poucos cliques. Muitos templates para serem usados. Ampla possibilidade de personalização. Novidades frequentes. Isso é o que o Mojo faz. Ele praticamente leva seus vídeos a um outro patamar – o difícil é escolher entre tantas ótimas opções de edição.

Você pode testar o Mojo com alguns templates gratuitos. A versão completa custa R$119,90 por ano.

4. ClickUp

            Esse é um aplicativo, que também possui a versão web, que vai ajudar você e sua equipe a organizarem suas tarefas. Ele parece o Trello, mas é muito melhor. O funcionamento é simples: você cadastra uma tarefa a ser feita, indica quem são os responsáveis por executá-la e o prazo. A partir daí, você (ou quem você quiser) consegue acompanhar o andamento de tudo que deve ser feito na empresa. Além disso, uma tarefa pode ser subdividida em várias: ótimo para controlar processos e saber exatamente como anda a produtividade de toda a equipe.

            O app tem muitas funcionalidades grátis. A versão paga (a partir de R$20/mês/usuário) aumenta a capacidade de armazenamento, permite personalizar campos entre outras coisas.

5. Slack

            A conversa no WhatsApp se perde? O Slack pode resolver seus problemas! Esse aplicativo, que também possui a versão web, serve para melhorar a comunicação entre sua equipe. Você cadastra todas as pessoas que são parte do seu time e, ao contrário do WhatsApp que todas as conversas ficam no mesmo lugar (a não ser que você crie vários grupos), no Slack você pode abrir vários canais, um para cada assunto. Além disso, ele permite que se converse de forma individual ou que se abram sub-chats dentro de qualquer canal.

            Assim como o ClickUp, grande parte das funções é gratuita. A versão paga, a partir de 4 dólares/usuário/mês, tem funcionalidades como permitir chamadas de vídeo e realizar buscas ilimitadas.